Pratique ciclismo sem riscos à saúde

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Saiba como evitar lesões causadas pela prática incorreta do ciclismo

Problemas mais comuns são as tendinites nos joelhos e as hérnias de disco

Mais que adrenalina e velocidade, o ciclismo pode permitir uma sensação única de liberdade para quem pratica. Considerado o sétimo esporte mais saudável pela revista Forbes, em 2010, a modalidade proporciona resistência cardiorespiratória, força e resistência muscular, flexibilidade, além do gasto calórico, mas pode ser aliado de danos corporais se praticado de maneira incorreta, excessiva ou se acontecerem quedas graves. Entre as ocorrências estão a fascite plantar, a parestesia peniana, as lesões musculares e a lombalgia — que se não for tratada pode evoluir para uma hérnia de disco.

O fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC), explica como isso acontece:

— As dores nas costas são decorrentes da posição mal ajustada do ciclista sobre a bicicleta. Os músculos que podem ser afetados são os glúteos, piriforme, isquiotibiais paravertebrais, multífidos e o quadrado lombar. Este último está localizado entre primeira vértebra lombar e vai até a segunda vértebra sacal, conhecidas como L1 e S2. Por isso que a escolha e a regulagem correta do equipamento são importantes para evitar as lombalgias, e futuramente, as hérnias de disco.

Alongamento e fortalecimento muscular estão entre as principais recomendações preventivas para quem pretende praticar ciclismo. Foto: Eduardo Schaucoski / Divulgação.

Alongamento e fortalecimento muscular estão entre as principais recomendações preventivas para quem pretende praticar ciclismo. Foto: Eduardo Schaucoski / Divulgação.

Martins explica que outro problema muito comum nos joelhos são as tendinites.

— O movimento de pedalar é feito principalmente pelo quadríceps mais especificamente pelo vasto medial. Uma pedalada com técnica errada ou pedalada com muita sobrecarga (subidas, pedaladas travadas) vai sobrecarregar esta musculatura e pode causar lesões. É importante escolher o tamanho de quadro correto ao tamanho de cada pessoa e observar as regulagens e os ajustes para o corpo. Outro conselho é evitar pedalar em marchas muito pesadas para não sobrecarregar os joelhos e realizar aquecimentos antes e alongamentos depois dos exercícios — esclarece.

Inseridos no grupo de risco, os sedentários devem ter cuidados redobrados na hora da prática esportiva.

— Estas pessoas possuem uma grande fraqueza nos músculos. Estes músculos são os responsáveis por manter a coluna estabilizada e a postura sobre a bicicleta é fator determinante no surgimento de lesões cervicais e lombares, por isso a musculatura fortalecida é essencial — destaca Martins.

Segundo o especialista, em casos de hérnia de disco, o recomendado é tratar o paciente com fisioterapia e a técnica de RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral), que reúne também as mesas de tração e flexo-descompressão.

— A dica para a prevenção de qualquer dano, além do fortalecimento, é sempre se alongar antes e após o exercício, fazer abdominais, repouso adequado e, é claro, saber o próprio limite — completa.

Conheça outras lesões e como evitá-las:

Lesões musculares

Ocorrem principalmente no tríceps sural e nos quadríceps, em geral por, overuse (excesso de uso). Alongue-se diariamente após os exercícios.

— Procure praticar musculação para promover o fortalecimento dos grupos musculares envolvidos no ciclismo.

— Descanse depois de treinos muito árduos e de competições. O repouso deve fazer parte de seu treinamento.

Parestesia peniana

É a dormência e falta de sensibilidade na região entre as pernas, que vai apoiada no selim da bicicleta. Nas mulheres ocorre a parestesia dos grandes lábios. O nervo, quando submetido a uma compressão por longo período de tempo, passa a ter menor sinal de impulso nervoso, o que leva a perda de sensibilidade temporária. Não há relatos de perda de potência devido ao ciclismo. Cada um deve conhecer o limite de tempo que pode ficar sentado sobre o veículo. Para iniciantes, apenas 20 minutos podem gerar incômodos.

— Use bermuda de ciclismo com o forro feito de uma espuma de alta densidade, mesmo em aulas de ciclismo indoor.

— Procure adquirir um selim vazado no centro que ajuda a aliviar a pressão nessa região.

Fascite plantar

É a sensação de queimação na planta do pé, dor na parte posterior da sola ao tocar o chão. Geralmente o pior momento da dor acontece durante os primeiros passos pela manhã ou durante o início da corrida. Dentre os fatores predisponentes encontram-se a falta de alongamento e aquecimento, mais comum em pés cavos, obesidade, pronação e supinação excessivas e idade avançada.

— Procure usar sapatilhas próprias para ciclismo.

Fonte: Vida e Saúde / Diário Catarinense on line, em 23 de outubro de 2013, às 7h01.

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Desrespeito com os pedestres em São José

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Pedestres encontram dificuldade para transitar por ruas do Kobrasol e Campinas, em São José

Quem transita a pé por ruas de bairros como Kobrasol e Campinas, em São José, encontra uma série de dificuldades pelo caminho. A falta de espaço público reservado para pedestres ou até mesmo a obstrução de locais que são de passagem de pedestres são problemas diários enfrentados por quem se aventura a andar a pé em meio às lojas e aos carros.

Em determinados locais do Kobrasol, como na Avenida Lédio João Martins, por exemplo, os lojistas utilizam as calçadas como se fossem estacionamentos particulares onde, em muito locais, os pedestres acabam prejudicados pela falta de espaço para transitar.

Segundo o guarda municipal de São José, Eduardo de Oliveira, a questão é complicada pela falta de regulamentação específica. “Não há uma definição clara de onde fica exatamente o espaço para passeio público em alguns locais”. De acordo com ele, em algumas situações o tamanho do carro interfere diretamente na fiscalização, já que os carros maiores correm o risco de tomarem conta de toda a calçada, não sobrando espaço para os pedestres.

“As pessoas são espremidas nas pequenas calçadas. Entendo que temos muitos carros nas ruas, mas acho falta de respeito com os pedestres”, criticou a professora Silvia Berro, 35 anos, durante um passeio com o filho na avenida Central do Kobrasol.  A doceira Crisleine Schelemper, 33, também sofre cada vez que sai de casa com o carrinho de bebê.  “Os automóveis estão muito em cima das pessoas. Pela quantidade de público que caminha por aqui todos os dias creio que sejam necessárias algumas mudanças em prol de quem está a pé”, pediu.

Só no calçadão os pedestres conseguem caminhar com tranquilidade. Foto: Rosane Lima / ND.

Só no calçadão os pedestres conseguem caminhar com tranquilidade. Foto: Rosane Lima / ND.

O aposentado Cesar dos Santos, 68, acredita que as calçadas estão cada vez menores. “A disputa com os veículos só aumenta. Escapei de atropelamento por duas vezes. O poder público precisa tomar atitudes”, pede o morador do bairro Kobrasol.

De acordo com Priscila Godinho, comandante da guarda municipal de São José, ao longo dos anos os próprios lojistas fizeram obras em frente a seus estabelecimentos e cada um fez isso de acordo com suas necessidades, sem um controle específico. Há casos em que, em frente a uma loja não há nenhum espaço para pedestre e, em outros, há até duas calçadas (uma próxima à rua e outra próxima à loja). “O fiscalizador fica sem ter o que fazer, pois a infraestrutura do local não colabora”, avalia Priscila.

A secretária Andréa Pacheco, da Secretaria de Segurança, Trânsito e Defesa Social de São José apresentou no dia 18 de outubro uma proposta para a prefeita Adeliana Dal Pont para tentar resolver estes problemas. Segundo Andréa, a proposta prevê alterações viárias em Campinas e Kobrasol, alterações do fluxo de trânsito e aumento de calçadas. Na Avenida Lédio João Martins, por exemplo, o objetivo é padronizar a calçada, permitindo que os pedestres caminhem em frente às lojas sem obstáculos. “Vamos priorizar os pedestres e os ciclistas com o aumento das calçadas. O objetivo é levar os pedestres próximos às lojas, estimulando o comércio.”

Soluções serão discutidas com moradores

O primeiro entrave para a Prefeitura é definir se a área onde os carros estacionam na Lédio João Martins é pública ou privada. Esta questão será debatida com o Ministério Público no próximo dia 31. A partir daí, o objetivo da Secretaria de Segurança, Trânsito e Defesa Social é discutir as alterações com as associações de moradores de Campinas e Kobrasol e, a partir daí, implementar as medidas.

Silvia Berro e Crisleine Schelemper enfrentam dificuldades com carrinhos de bebê. Foto: Rosane Lima / ND.

Silvia Berro e Crisleine Schelemper enfrentam dificuldades com carrinhos de bebê. Foto: Rosane Lima / ND.

“Essas questões são muito controversas. Em relação aos estacionamentos, alguns lojistas são a favor de multar e outros são contra. Vamos propor que sejam feitas obras de aumento das calçadas para dar mais espaço aos carros, pedestres e incluir estes espaços na Zona Azul para dar rotatividade de clientes aos lojistas”, comenta Andréa.

A guarda municipal contabiliza que as principais infrações em São José são relacionadas a estacionamento irregular, atrapalhando o fluxo de automóveis e pedestres. Somente em setembro, 696 pessoas foram notificadas na cidade por infringirem normas relacionadas a estacionamento. Os que estacionam em local proibido estão em primeiro lugar (188 notificações), seguido por estacionar sobre calçadas (162) e estacionar em carga e descarga (42). As multas variam de R$ 50 a R$ 120, dependendo da infração, e geram de 4 a 7 pontos na carteira do motorista.

Lei municipal específica para farmácias e bancos

A lei n° 2907, de 1996, garante estacionamento temporário e rotativo de veículos em frente a farmácias e drogarias localizadas em São José, desde que haja placas de sinalização específica, no limite máximo de 15 minutos. O benefício também é estendido aos estabelecimentos bancários, onde o usurário pode ficar estacionado por até 30 minutos.

O que diz a lei

O capítulo 4 do Código de Posturas do Município de São José, de 1966, que discorre sobre trânsito público, garante que:

Art. 86 – O trânsito, de acordo com as leis vigentes, é livre, e sua regulamentação tem por objetivo manter a ordem, a segurança e o bem-estar dos transeuntes e da população em geral.

Artigo 87 – É proibido embaçar ou impedir, por qualquer meio, o livre trânsito de pedestres ou veículos nas ruas, praças, passeios, estradas e caminhos públicos, exceto para efeito de obras públicas ou quando exigências policiais o determinarem.

Felipe Alves
(colaborou Alessandra Oliveira)

Fonte: Jornal Notícias do Dia, versão da Grande Florianópolis, de 30 de outubro de 2013.

Entrevista com Carme Miralles-Guasch

Na passagem da professora Dra. Maria Carme Miralles-Guasch por Florianópolis, na qual ela ministrará a disciplina condensada “Mobilidade Urbana Sustentável”, pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a repórter Carolina Dantas, do Diário Catarinense, lançou questões para a pesquisadora, cujas respostas você confere a seguir.

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Guia Rápido de Mobilidade de Florianópolis

É isso mesmo! O parceiro Mobfloripa lançou este ano a sua quarta edição do Guia Rápido de Mobilidade e ela veio repleta de novidades.

Vejam um enxerto das informações desta página explicativa do MObfloripa e clique sobre a imagem abaixo para baixar o guia.

Desenhado para ser prático na visualização das informações, o Guia Rápido aponta as melhores opções de locomoção em Florianópolis em termos de serviços públicos e privados. Os transportes coletivos, ordenados por origem e destino, apresentam as principais linhas existentes com seus respectivos terminais. Da mesma forma, as informações sobre táxi são ordenadas por origem e destino, dispondo uma lista das distâncias, tarifas aproximadas e tempos médios de uma corrida de táxi de um ponto a outro.

A seção Rotas do Sol é uma novidade que vai auxiliar os turistas a conhecer os quatro cantos da Ilha de Santa Catarina utilizando apenas o transporte coletivo. Nela estão dispostos quatro opções de passeios completos – para o Sul, Leste, Norte e Nordeste da Ilha -, listados com os horários de saída dos ônibus dos terminais correspondentes. São passeios que começam de manhã e terminam no final da tarde, sempre com o ônibus retornando para o TICEN (Terminal de Integração do Centro).

O Guia Rápido de MObilidade também dispõe de informações sobre passeios turísticos, transporte aéreo e aluguéis de carros, motos, vans e bicicletas. O destaque vai para o mapa da mobilidade da Ilha que aponta a localização das melhores praias, das áreas de ciclovia existentes na cidade, as principais saídas de barco, os postos de combustíveis e o posicionamento dos terminais de transporte, entre outros detalhes úteis ao visitante. A publicação tem detalhes em inglês e espanhol, auxiliando o turista estrangeiro, e lista ainda telefones úteis para dar mais segurança a quem o utiliza.

Os parceiros do MObfloripa para esta edição são Prefeitura Municipal de Florianópolis, Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Esporte, Secretaria Municipal de Transportes, Mobilidade e Terminais, Convention and Visitors Bureau, ViaCiclo, Setuf, Petrobrás, Biguaçu e Emflotur, FITZZ E-Bikes, Loco Motos, Floripa Express, Aerotáxi e Floripa by Bus.

Guia Rapido 2013 MObfloripa Guia Rápido de Mobilidade

Como se pode perceber, a reportagem da Band Santa Catarina, publicada em 5 de março de 2013, já dava sinais de como o manual facilitaria a vida dos turistas e moradores de Florianópolis.

Manual do Ciclista de FlorianópolisVeja também:

Manual do Ciclista de Florianópolis

Manual do Ciclista de Brasília

(Vídeo) Debatendo mobilidade urbana em Florianópolis

(Vídeo) Conversas Cruzadas: Ciclovias em Florianópolis

(Vídeo) Motoristas fazem treinamento para melhorar convivência com ciclistas

Conteúdo exibido originalmente no Jornal do Almoço, da RBS TV SC,  em 31 de julho de 2013. Assista aqui à reportagem no site.

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(Vídeo) Band: Investimentos para a mobilidade urbana de Joinville

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(Vídeos) Ciclofaixa de domingo leva ciclistas às ruas de Florianópolis

Acima, conteúdo exibido originalmente no Bom Dia Santa Catarina, da RBS TV SC,  em 29 de julho de 2013, logo após o primeiro dia de funcionamento da Ciclofaixa de Domingo em Florianópolis. Assista aqui à reportagem no site.

Abaixo, reportagem exibida no mesmo programa em 26 de julho, divulgada também aqui.

Saiba mais:

Moradores do Continente aprovam Ciclofaixa de DomingoCiclofaixa de Domingo logo

Projeto Ciclofaixa de Domingo é ampliado

(Vídeo) Ciclofaixa de Domingo na Band

Conheça melhor o projeto Ciclofaixa de Domingo e Rua de Lazer

(Vídeo) Avaliação do primeiro dia da Ciclofaixa de Domingo é positiva

Ciclofaixa de Domingo tem grande participação da comunidade

Começa a funcionar o projeto Ciclofaixa de Domingo

Ciclofaixa de lazer de Florianópolis começa a funcionar domingo

Atividades da Ciclofaixa de Domingo de Florianópolis

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Florianópolis entra na moda das ciclofaixas de lazer

Moradores do Continente aprovam Ciclofaixa de Domingo

Evento será permanente na região

Secretaria do Continente e Ipuf irão se reunir nesta semana para avaliar o primeiro domingo da ação

Moradores do Continente aderiram muito bem ao projeto Ciclofaixa de Domingo inaugurado neste fim de semana. Não houve registro de incidentes, nem de filas no trânsito por conta da maior movimentação de ciclistas por toda a orla de Coqueiros, Abraão e Itaguaçu. Nesta semana a Secretaria do Continente e o Ipuf deverão se reunir para avaliar o primeiro domingo da ação.

Para o secretário do Continente, João Batista Nunes, o Ciclovia de Domingo é um projeto que pode provocar uma importante mudança cultural na cidade, humanizando os espaços públicos e encontrando novos meios de transportes seja para o trabalho ou para o lazer.

“As pessoas vieram para rua, completaram o trajeto de cinco quilômetros com uma vista maravilhosa de nosso Continente, mostraram que a cidade pode mudar e é isso que queremos, uma Florianópolis mais humana”, disse João Batista.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano e superintendente do IPUF, Dalmo Vieira Filho, “a Ciclofaixa multiplica as opções de lazer para o florianopolitano e entra no conceito de praças eventuais que estamos pensando para a cidade. O próximo passo é integrá-la com a Av. Beira Mar Norte”, anuncia.

A iniciativa é a primeira virada no sentido de humanizar a cidade. Segundo o prefeito, não havia melhor região que o Continente para isso.

“Esperamos criar uma cultura nova, que não sirva apenas ao automóvel, levando a população a percorrer os espaços públicos.”

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Como funcionou

A Ciclofaixa foi devidamente sinalizada para uso dos ciclistas com faixa vermelha de rolamento e cones compreendendo um extensão de aproximadamente cinco quilômetros entre a Praia do Itaguaçu e a Beira Mar Continental (do Estreito).

A atividade da Ciclofaixa de Domingo, a partir de agora, será uma atividade permanente na região que compreende o Bairro de Coqueiros até a Beira Mar Continental e sempre estará abertas aos ciclistas das 8h às 17h.

A iniciativa teve o apoio da Unicred que contribuiu com os custos de implantação e disponibilizou cerca de 30 monitores para toda a extensão da ciclofaixa.

Fonte: Prefeitura Municipal de Florianópolis, em 28 de julho de 2013.

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Projeto Ciclofaixa de Domingo é ampliado

Saiu no Diário Catarinense online em 1º de agosto de 2013, às 21h25.

Beira-Mar Continental terá e todas as faixas fechadas para carros

Intenção é transformar o local em uma área de lazer para ciclistas e pedestres aos domingos.

Projeto foi inaugurado no último domingo em Florianópolis. Foto: Alvarélio Kurossu / Agencia RBS.

Projeto foi inaugurado no último domingo em Florianópolis. Foto: Alvarélio Kurossu / Agencia RBS.

A abertura de uma das faixas da Beira-Mar Continentalpara o uso exclusivo de ciclistas e pedestres no último fim de semana agradou e, por isso, o projeto foi ampliado: todas as pistas do local serão fechadas para os carros somente aos domingos, das 8h às 17h. A ideia é transformar o espaço em uma área aberta de lazer, com a garantia de que a atitude não deverá interferir no trânsito da região.

O ciclista poderá começar o passeio em Itaguaçu e terminar na Beira-Mar Continental, onde serão colocados quiosques e outras estruturas para o lazer. Como a avenida foi inaugurada em 2012, os moradores conhecem a outra possibilidade para o tráfego de veículos: basta fazer o trajeto normal pelo bairro Estreito aos domingos.

O Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf), a Guarda Municipal e a Secretaria do Continente irão fazer uma reunião nesta sexta-feira para detalhar o projeto Ciclofaixa de domingo. De segunda-feira à sábado não haverá qualquer alteração no trânsito da Beira-Mar Continental. Segundo a Guarda Municipal, o trânsito aos domingos é mais ameno e a mudança não causará transtornos.

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Projeto Viva a Cidade mostra raridades ciclísticas

No último sábado, 27 de julho de 2013, ocorreu em Florianópolis a primeira edição do projeto Viva a Cidade.

Nessa parceria entre a prefeitura da cidade, a Câmara de Dirigentes Lojistas e os comerciantes, as mesas, as araras, os mostruários, enfim, os produtos vão às ruas, excedendo o limite das vitrines. Ruas são fechadas e a população é convidada a aproveitar aquele espaço da cidade.

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(Vídeo) Ciclofaixa de Domingo na Band

A notícia foi publicada pela redação da Band Santa Catarina em 29 de julho de 2013, às 11h56.

BAND SC - logo

Prefeitura de Florianópolis inaugurou, neste final de semana, o projeto ‘Ciclofaixa de Domingo’

A iniciativa segue o exemplo do que já ocorre em cidades como Brasília, São Paulo e Curitiba

Foto: Alessandro Pereira.

Foto: Alessandro Pereira.

O projeto atraiu centenas de pessoas de diversas idades, entre às 8 horas da manhã e às 17 horas, para aproveitar a novidade. Durante esse período, uma das faixas da pista de rolamento entre a praia do Itaguaçu e a Beira-Mar Continental, em uma extensão de cinco quilômetros, foi fechada para uso exclusivo de ciclistas e pedestres.

Quem esteve no local, pode circular no espaço com segurança, apoiados pelos monitores contratados e pela Guarda Municipal. O projeto ‘Ciclofaixa de Domingo’ será uma atividade permanente na região, a partir de agora.

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(Vídeo) Passeio ciclístico reúne famílias em Lages

Conteúdo exibido originalmente no Jornal do Almoço, da RBS TV SC, em 29 de julho de 2013.

Lages 2013-07-28Notícias relacionadas:

Pedais dominicais – 28/07 – A segunda edição da Estação Bike foi divulgada aqui no Bicicleta na Rua, junto com outros eventos que movimentaram o domingo catarinense.

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Passeio Ciclístico do Floripa Shopping em fotos e vídeo

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Vídeos do Passeio Ciclístico da Lagoa

Começa a funcionar o projeto Ciclofaixa de Domingo

Saiu no site da Prefeitura Municipal de Florianópolis em 28 de julho de 2013:

Ciclofaixa de Domingo é inaugurada no Continente

Projeto da Prefeitura tem como objetivo humanizar a cidade

Um cenário diferente pôde ser desfrutado no Bairro de Coqueiros, na região continental de Florianópolis,  neste domingo, 28 de julho: a inauguração da Ciclofaixa atraiu das 8 às 17 horas públicos de todas as idades.

Crianças, jovens, adultos e pessoas da terceira idade puderam circular no espaço de lazer com segurança, apoiados pelos monitores contratados e pela Guarda Municipal. A iniciativa da Prefeitura Municipal e do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis, nas palavras do prefeito Cesar Souza Júnior, é a primeira virada no sentido de humanizar a cidade.

“Esperamos criar uma cultura nova, que não sirva apenas ao automóvel, levando a população a percorrer os espaços públicos.”

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Ciclofaixa de lazer de Florianópolis começa a funcionar domingo

Ciclofaixa de Domingo será a nova opção de divertimento da cidade. Em seu início, um trecho de 3,7km foi demarcado nas ruas de Itaguaçu, Coqueiros e início do Estreito para uso exclusivo de ciclousuários, permitindo às pessoas utilizarem de um trecho contínuo para seguirem das pedras bruxólicas que povoavam o mundo mágico de Franklin Cascaes, em Itaguaçu, até o final da Av. Poeta Zininho, a Beira-Mar Continental.

 Ciclofaixa de Domingo logoArte: Joel Pacheco – IPUF/PMF

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Skate leva suporte e educação para crianças em países marcados pela guerra

Oliver Percovich é o fundador e responsável pela Skateistan. Foto: Divulgação / Skatistan.

Oliver Percovich é o fundador e responsável pela Skateistan. Foto: Divulgação / Skatistan.

A rotina do medo e a incerteza restringem a infância de crianças e a esperança dos pais que vivem em países marcados pela guerra. Com o skate, porém, o australiano Oliver Percovich , de 39 anos, consegue mudar um pouco esta realidade.

Ele é o fundador e responsável pela Skateistan, uma organização sem fins lucrativos que une educação ao esporte e leva diversão e perspectiva para crianças do Afeganistão e do Camboja. Em entrevista ao UOL Esporte, Percovich falou sobre o projeto e sobre as dificuldades de mantê-lo atuante.

“Eu não viajei para o Afeganistão com a ideia do Skateistan, ela surgiu a partir da consciência de que as crianças são a parcela mais importante a se trabalhar no Afeganistão. Eu estava morando em Cabul [capital afegã] e, dos muitos projetos que vi, poucos trabalhavam com crianças ou eram voltados para a educação”, afirmou.

A partir desta observação e do interesse que seu skate despertava nas crianças quando andava pelas ruas de Cabul, começou a surgir a ideia do Skateistan. Oliver então deixou o trabalho como pesquisador de gestão de emergências na Universidade de Melbourne para se dedicar às aulas deste esporte.

E, da pista improvisada em uma fonte vazia de água em Cabul até a construção da primeira escola, ele se tornou o diretor do projeto de skate. Atualmente, o Skateistan já ajuda mais de 400 jovens no Afeganistão e se estendeu para o Camboja, em um trabalho que ocupa 100% do tempo de Oliver.

“São países que foram atingidos negativamente pela guerra. Muitas crianças têm muito pouco a esperar na vida. Criar oportunidades em educação é essencial para desenvolver o país”, explicou.

O QUE É O SKATEISTAN?

Skateistan une educação ao esporte e leva diversão e perspectiva para crianças do Afeganistão e do Camboja. Foto: Divulgação / Skateistan.

Skateistan une educação ao esporte e leva diversão e perspectiva para crianças do Afeganistão e do Camboja. Foto: Divulgação / Skateistan.

O Skateistan é uma organização sem fins lucrativos que trabalha com crianças entre 5 e 18 anos no Afeganistão e no Camboja.

O intuito da entidade é ajudar crianças carentes que sofrem com problemas de guerra e a pobreza vividas em seus países através do skate.

Nas escolas da Skateistan os jovens aprendem a andar de skate e outros esportes, têm aulas de reforço escolar, e participam de atividades culturais.

Atualmente, o projeto, que existe desde 2007, conta com o trabalho de 40 pessoas, divididas entre o Afeganistão, o Camboja e Berlim (cidade onde fica a sede administrativa da organização).

A organização é totalmente dependente de doações e do lucro proveniente da venda de produtos da marca Skateistan, como camisetas, além do livro recém-lançado, motivo de orgulho para Oliver. A publicação conta a história do projeto em 320 páginas com fotos e algumas histórias de crianças e da própria organização.

“Fizemos o livro todo sozinhos e estamos muito orgulhosos do resultado. O estafe da Skateistan escreveu o texto, tirou as fotos, criou o layout e organizou a publicação e a distribuição”.

Esta dependência, porém, deixa Oliver preocupado. O projeto ainda não tem nenhum financiamento para o ano que vem, o que gera incertezas. “Então, comprar o nosso livro iria nos ajudar muito!”, apelou.

Mas não é só o lado financeiro que traz dificuldades para o trabalho da organização. Em um país como o Afeganistão, em que as garotas precisam cobrir seus rostos com um véu aos 11 anos, e práticas esportivas, como andar de bicicleta, são proibidas às mulheres, o trabalho com meninas por meio do esporte enfrenta preconceitos.

Segundo Oliver, há famílias que proíbem as meninas de praticar qualquer tipo de esporte e de ir à escola. Assim, é preciso realizar um trabalho também com os pais das crianças, para convencê-los de permitir a participação de suas filhas no projeto.

“Nós trabalhamos com as famílias e as comunidades dando muitos incentivos para que as meninas se envolvam. Fornecemos transporte gratuito a elas e não para os meninos, e todas as aulas para meninas são exclusivas. Sempre é uma professora e a nenhum menino é permitido estar presente ou assistir às aulas femininas. Estas modificações possibilitam o sucesso das aulas. Nós damos bastante suporte para as estudantes e então elas comparecem”, explica.

O trabalho com as famílias é feito pelos agentes de suporte estudantil da Skateistan. Eles visitam cada uma das famíllas para encorajá-las a apoiar essas meninas na educação e no esporte. “Trabalhamos muito para superar todas as dificuldades de ter um programa para meninas”.

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Mesmo com a barreira cultural, o Skateistan trabalha efetivamente com as garotas afegãs e divulga com orgulho que 40% dos seus alunos são mulheres, número superior a todos os outros esportes mistos (praticados por ambos os sexos juntos) no Afeganistão, o que, segundo Oliver, torna o skate a maior organização de esporte feminino no país.

A jovem Hanifa, de 14 anos, é fruto do sucesso do programa entre as garotas. Ela começou a participar do projeto apenas para estudar, mas acabou se apaixonando e se destacando nas pistas de skate.

“Eu gosto sempre de ir alto nas rampas. Quando estou lá, me sinto livre, como se estivesse voando. Gosto muito desta sensação”, descreveu a garota em depoimento ao site oficial do projeto.

O sentimento de Hanifa  exemplifica o que Oliver e sua equipe de quarenta colaboradores tentam buscar com o Skateistan, unir o direito de diversão das crianças a uma capacitação e inclusão de jovens. Segundo ele, o skate é perfeito para tal objetivo, já que, por ser divertido, é um atrativo para as crianças e, ao mesmo tempo, por ser difícil e perigoso, cria “uma batalha contra você mesmo”.

“Aprender a andar de skate pode lhe trazer confiança e amizades e traz oportunidades para crianças desamparadas que nunca tiveram acesso formal à educação e redes de apoio como outras crianças costumam ter. Criatividade, autoestima e persistência são qualidades que você pode aprender com o skate. Quando você cai e se levanta de novo milhares de vezes, isto lhe proporciona uma vantagem psicológica sobre outras pessoas”.

Júlia Caldeira

Fonte: UOL, em 22 de julho de 2013, às 6h.

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