Manual do Ciclista de Florianópolis


Há alguns anos, Florianópolis lançou “Pedalando em Florianópolis – Manual do Ciclista”, um guia em que ciclista poderia obter desde informações mais simples sobre legislação e estrutura cicloviária até dicas de manutenção da bicicleta (incluindo troca de câmara e limpeza da corrente) e segurança viária, além de um punhado de curiosidades.

Útil para qualquer ciclista urbano deste país, você pode conferir abaixo esse manual na íntegra.

Manual do Ciclista de Florianópolis

Teve alguma dificuldade em conseguir o manual clicando na imagem acima? Tente, então, baixá-lo por aqui.

Sobre bicicletanarua
Ciclista urbano paulistano residente em Florianópolis.

7 Responses to Manual do Ciclista de Florianópolis

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  4. William disse:

    Bá, vou fotocopiar um maço do artigo onze para colocar nos parabrisas dos carros que vejo estacionados nas ciclofaixas. Será um maço grosso.

  5. Elton Pinheiro disse:

    Em defesa dos movimentos de ciclistas resolvi elaborar esse texto que divulguei no Massa Crítica:

    Atropelamento de manifestantes ciclistas no RS.

    No dia 25/02/2011, um grupo de inúmeros ciclistas, integrantes do Movimento Massa Crítica realizava uma manifestação pedalando pelas ruas de Porto Alegre – RS, celebrando a bicicleta como meio de transporte, quando o motorista Ricardo Neis, contrariado com a situação e totalmente descontrolado, avança com seu carro em alta velocidade sobre a multidão e atropela dezenas de ciclistas, resultando em vários feridos.
    Posições arraigadas em defesa de Neis invocam o respeito a garantias constitucionais como o direito de ir e vir, inclusive alegou o delegado, Gilberto Montenegro, responsável pelo caso: “Aqui não é a Líbia. Aqui tem toda a liberdade para fazer manifestação, desde que avisem as autoridades. Faz a tua manifestação, mas não impede o fluxo de automóveis. Se tu impedes, dá confusão, dá baderna, dá acidente. Fica o alerta”.
    Ao comparar a iniciativa da manifestação com a situação da Líbia, o delegado ultrapassou o sinal. Que cruel comparação!
    Esquece o nobre xerife que o princípio, hoje estampado na carta magna e tão esbravejado pelas autoridades é fruto de muitas e muitas manifestações de ruas, como esta, realizada pelo movimento. Pessoas que se entregam a causa em prol da melhor convivência em sociedade. Estes os verdadeiros artesões do Estado Democrático de DireitoS não medem esforços em lapidá-lo. Porém, aos olhos dos detentores do poder está tudo bem enquanto todos concordam com tudo, “tudo na mais perfeita ordem”.
    Ora, convenhamos! Não se pede autorização para protestar! E a pergunta que não quer calar é: respeitaria e aguardaria o agressor pacificamente a realização da manifestação se ela autorizada fosse? É esse o caso? Não creio. Qualquer pessoa ciente das conseqüências do ato de avançar sobre ciclistas com um veículo, jamais o faria, só se for louco.
    Sobre a alegação do motorista de ter agido em legítima defesa reagindo à ação dos ciclistas que avançaram contra o veículo. Eu pergunto: o que teria motivado a revolta? Sim, porque esse é o “x” da questão!
    Segundo o CP, art 25, age em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão. O que não foi o caso.

    Quanto ao delegado, fazendo um contraponto com suas alusões a Líbia, é bom lembrá-lo que neste exato momento do vale tudo instituído pelo poder das forças de opressão de Kadafi, os pilotos militares Attia Abdel Salem al Abdali e Ali Omar Gaddafie, descumprindo ordens expressas de bombardear Benghazi, ejetaram de sua maquina de guerra e desertaram. Creio que isso sim, seja, respeitar o direito de ir e vir tanto quanto a desproporcionalidade do poder de fogo do oponente!

    Vale refletir….!
    Elton Pinheiro – Fpolis – SC

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