Comunidades rejeitam Plano Diretor PseudoParticipativo

Conteúdo Especial - Bicicleta na Rua

Maioria das críticas referem-se à forma de condução do processo por parte do secretário Dalmo Vieira Filho.

– Golpe! Golpe!

Foram com estas palavras que a maioria dos presentes à audiência pública do Plano Diretor de Florianópolis saiu do auditório Antonieta de Barros, o maior da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, após às 22h do dia 17 de outubro de 2013.

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Audiência pública sobre o sistema cicloviário de Florianópolis

Está confirmado para 13 de agosto, uma terça-feira, a audiência pública sobre os projetos cicloviários do município de Florianópolis que foram desenvolvidos dentro de seus quadros técnicos.

A audiência pública ocorrerá no plenarinho da Câmara de Vereadores de Florianópolis, na Rua Anita Garibaldi n°35, no Centro, quase ao lado da catedral, às 14h.

A sua realização ocorrerá no âmbito das comissões de Meio Ambiente e de Viação, Obras Públicas e Urbanismo e da Frente Parlamentar pela Mobilidade Urbana Sustentável.

Confira abaixo a chamada do vereador proponente, Pedro de Assis Silvestre, o Pedrão (PP), e a confirmação no Diário Oficial de Florianópolis

Diario Oficial de Florianopolis 2013-07-31CÂMARA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 047/2013. O Presidente da Câmara Municipal de Florianópolis, no cumprimento das atribuições que lhe confere o inciso II do art. 14 da Resolução n. 811, de 03 de dezembro de 2002, publica o presente edital de Audiência Pública, a ser realizada no âmbito das Comissões de Meio Ambiente, de Viação Obras Públicas e Urbanismo e da Frente Parlamentar de Mobilidade Urbana, no local, data, horário e assunto a seguir relacionados: Data: 13 de agosto de 2013. Local: Plenarinho da Câmara Municipal de Florianópolis – rua Anita Garibaldi, 35, 1º andar – Centro. Horário: 14 horas. Assunto: debater apresentação dos projetos ligados ao sistema cicloviário do Município de Florianópolis, em atendimento ao Requerimento n. 463/2013, de autoria do Senhor Vereador Pedro de Assis Silvestre. Câmara Municipal de Florianópolis, em 29 de julho de 2013. Vereador Tiago Silva – 1° Vice – Presidente.

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Audiência pública em cima da hora sobre o Rio Tavares

Está marcada para hoje (isso mesmo, HOJE), às 19h, no Conselho Comunitário da Fazenda do Rio Tavares, audiência pública para tratar do assunto relacionado a SC-405, calçadas, ciclovias, retornos e demais solicitações da comunidade.

Foram convidados a estar presentes: Polícia Rodoviária, Secretaria de Estado de Infraestrutura, Deinfra, SulCatarinense, entre outros. Até onde se sabe, nenhum dos membros da Comissão Pró-Segurança da SC-405, formada por moradores das comunidades e ciclistas, foi avisado com antecedência. Na reunião ordinária da Pró-Bici, Comissão Municipal de Mobilidade Urbana por Bicicleta, realizada ontem, houve posicionamento contrário ao pré-projeto apresentado há 3 semanas.

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Ata da Audiência Pública do Sistema de Bicicletas Públicas de Florianópolis (Floribike)

Data: 11 de novembro de 2011, às 14h.
Local: Auditório da ACIF (R. Emílio Blum 121)

Às 14h20min, a diretora de planejamento do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF), Vera Lúcia Gonçalves da Silva, iniciou a audiência e chamou para compor a mesa o Secretário Municipal de Obras, Luiz Américo Medeiros, o diretor de operações do IPUF, Maycon R. Baldessari, e o secretário municipal da Secretaria Executiva de Serviços Públicos (SESP), Salomão Mattos Sobrinho.

Medeiros falou sobre a importância do projeto, para que pessoas que não tenham bicicleta ou que não a tenham no Centro, possam se utilizar desse modal. Salienta que é necessário proporcionar segurança e permitir condições para o pedalar.

Baldessari falou que representava o IPUF e falou que a implantação desse sistema é mais uma marca da atual gestão. Problematizou, também, a questão das bicicletas elétricas, que não são ciclomotores, mas estão seguindo em situação precária na cidade.

Sobrinho cumprimentou os demais à mesa. Vera, então, começou a sua apresentação. Falou sobre alguns cenários caóticos da cidade e de investimentos rodoviários que não deram certo ao longo dos anos. Exemplificou a revitalização da Av. Hercílio Luz, que se tornou um espaço agregador e social. Mostrou soluções realizadas no mundo, dentre as quais metrô, corredores de ônibus e teleféricos, incluindo aí, o sistema de bicicletas coletivas, salientando que este último tem dado certo em diversos locais.

Audiência pública em Florianópolis sobre sistema de bicicletas coletivas.

Apresenta o Vélocidade, que não só aborda o sistema cicloviário, mas também de educação no trânsito e infraestrutura. Falou sobre o Programa Rotas Inteligentes, onde se propunha que, na revitalização e consertos de determinadas ruas, se verificasse a implantação de terminadas pistas cicláveis. Falou sobre o Floribike, nome preliminar que foi dado ao sistema de bicicletas públicas. Serão 111 estações e 1395 bicicletas calculadas num primeiro momento. Falou sobre o Módulo I – Centro, com 66 estações de 830 unidades, determinadas com estudos com ciclistas.

As estações podem ser modificadas, segundo demandas, mas os pontos já foram pré-definidos para que a prefeitura faça a concessão para a implantação das estações. Falou sobre a estrutura cicloviária que a prefeitura faria para possibilitar os deslocamentos de bicicletas no centro, atendendo à nova demanda de ciclistas, ao custo previsto de R$ 3.624.883,16 para o ano de 2012.

Apresentou o Módulo II, que envolve a Bacia do Itacorubi e Agronômica, com 45 estações e 565 unidades. Mostrou o cronograma previsto para a implantação do sistema. Falou que o melhor plano de negócios será o vencedor da concessão do serviço. A idéia é que o sistema seja implementado ainda na gestão do atual prefeito. Finalizou a palestra e convidou os presentes às perguntas.

Guilherme Cervetti, da Alta Bicycle Share, sediada em Portland, ao microfone, falou sobre o sistema que implementaram em Montreal, Nova York, Melbourne, Washington e Boston. Falou que a proposta deles não é de lazer, mas sim como complementação ao sistema de deslocamento das cidades. Eles usam sistemas, em geral, de 10 bicicletas. O uso gratuito costuma ser de 30 a 45min. Em Montreal, usam um chip. Em Montreal, o custo mensal é de 28 dólares, metade do preço em relação à passagem de ônibus. O turista usa o cartão de crédito, feito na hora na própria estação. A bicicleta é pesada, para facilitar a manutenção.

Guilherme Cervetti fala sobre os diversos sistemas implantados pela Alta Bicycle Share.

Vinicius Leyser da Rosa falou sobre o problema de rodas fechadas, que, em dias de vento Sul, derrubam o ciclista. Vera falou que isso é algo que deve ser determinado pelo município na licitação.

Falou-se que o sistema de Paris aumentou em muito o número de viagens recentemente, com 80000 viagens aos finais de semana, o que levou à falta de bicicletas em algumas estações.

Aline Bittencourt falou sobre a transformação da cultura da cidade de Barcelona com o Bicing, com famílias pedalando aos finais de semana e com incremento do número de viagens por bicicleta durante a semana.

Milton Carlos Della Giustina citou o exemplo de Blumenau como exemplo do que não deve ser feito, devido à falta de contrapartida da prefeitura, que não fez direito a implantação de pistas cicláveis seguras.

Vinicius questionou a dubiedade sobre implantação do sistema de bicicletas públicas e a não implantação de ciclovia na SC-405, no Rio Tavares. Janete Ely, moradora de José Mendes, falou sobre os desenhos de projetos urbanos feitos para o bairro, que previa ciclofaixa, e que o bairro é o caminho mais curto entre o centro e a universidade.

Medeiros falou que José Mendes hoje é via local e que a inserção de pistas cicláveis lá é, hoje, mais fácil.

Na SC-405, aprefeitura entrou em contato com o DEINFRA para que, a nova pista, tivesse espaço para ciclovia. O DEINFRA iria aumentar o espaço de desapropriação para 12m, mas o que se tem visto é que esse novo espaço está sendo previsto como estacionamento.

O vereador João Amin questionou sobre os bicicletários nos terminais, a integração tarifária, o rack de bicicletas em ônibus, sendo respondidos. Questionou também sobre a parte orçamentária da implantação de pistas cicláveis pela prefeitura. Baldessari falou que podem ser utilizados recursos das multas, previsões orçamentárias ou, ainda, estuda-se a ampliação do tempo de concessão do serviço à empresa caso ela se responsabilize a construir as ciclovias.

Peter Cabral, diretor da empresa SAMBA, falou sobre o uso de celular para a aproximação do usuário à bicicleta. Diz que abrange um número grande de pessoas. Há 5000 cadastrados no sistema do Rio de Janeiro, 700 viagens na última segunda-feira, 900 viagens na terça, 900 na quarta e 1011 nesta quinta-feira. São 20 estações, 160 bicicletas, mas outras 40 serão implementadas de acordo com um cronograma prévio.  Afirmou que a bicicleta deles passou por um processo de adequação. Falou sobre a necessidade de estudos, que demonstraram a logística diária de locação e alocação de bicicleta, além da aceitação do sistema. Os valores diários são R$ 5,00, os mensais, R$ 10,00, para usos de até 60 minutos, com espera de 15min até a próxima locação. Acima de 60min, paga-se uma taxa de R$ 5,00. No Rio de Janeiro, é necessário ter celular para utilizar a bicicleta.

Peter Cabral explica o sistema do SAMBA, Solução Alternativa para a Mobilidade por Bicicletas de Aluguel, em operação no Rio de Janeiro.

Arthur Fleury falou sobre uma possível dificuldade no tempo de uso da bicicleta quando o sistema for expandido às praias. Della Giustina falou sobre a não participação das empresas de transporte público nas discussões sobre as bicicletas coletivas.

Maria Lúcia Mendonça Santos falou sobre a não existência de uma política de governo, o que prejudica o transporte público e por bicicleta. Falou sobre sugestões e ações da Secretaria Municipal de Transportes, Mobilidade e Terminais desde 2009, como a implantação de locais de reparo e conserto de bicicletas nos ou prédios anexos aos terminais de ônibus.

Fleury falou sobre a importância da fiscalização da Guarda Municipal para evitar abusos com ciclistas em trânsito, como o não respeito à distância de 1,5m guardada por veículos automotores.

Daniel Costa, presidente da ViaCiclo, falou sobre a importância de se tomar ações e não ficar só no debate. Falou que todos os ciclistas serão beneficiados, uma vez que as novas pistas cicláveis serão construídas.

Daniel Costa, presidente da ViaCiclo, toma a palavra durante a audiência pública.

Não havendo mais manifestações. Vera passou a palavra a Baldessari, que falou que espera conseguir implementar as bicicletas coletivas nessa gestão. Disse estar cônscio que nem todos os problemas de trânsito serão resolvidos na atual administração, mas que espera que as bicicletas se tornem, efetivamente, mais uma opção viável de deslocamento pela cidade. Em seguida, Medeiros afirmou os benefícios não só a quem usar o sistema, mas de todos os ciclistas. Afirmou ser um usuário não usual da bicicleta, e que a usaria em deslocamentos entre secretarias, sendo dispensável, até o uso de carros da própria municipalidade.

Vera, por fim, agradeceu os presentes e encerrou a audiência pública e eu, Fabiano Faga Pacheco, lavrei esta ata, que vai por mim e por Vera assinada.

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Florianópolis dá primeiro passo para implantação de bicicletas coletivas

A reportagem abaixo foi originalmente publicada na edição on line do periódico Diário Catarinense em 11 de novembro de 2011 (às 20h37). Você pode responder à enquete “Você acha que o aluguel de bicicletas ajuda na mobilidade da Capital?” no site do DC aqui.

Geral

Prefeitura estuda colocar 111 estações de aluguel de bicicletas em Florianópolis

Ao todo, serviço deve disponibilizar cerca 1,4 mil veículos para locação

Uma das ideias para desafogar o trânsito em Florianópolis é aumentar o número de ciclovias. Na tarde desta sexta-feira foi discutido um projeto de aluguel de bicicletas.

Florianópolis tem cerca de 35 km de ciclovias. Segundo o secretário de obras da Capital, Luiz Américo, não é suficiente. O município pretende ampliar esta estrutura e criar estações de aluguel de bicicletas em vários pontos da cidade.

O território escolhido une o Centro aos bairros Agronômica, Trindade, Córrego Grande e Itacurubi. Pelo projeto, serão 111 estações e quase 1400 bicicletas.

Para o presidente da Viaciclo, a iniciativa pode desafogar o trânsito na região central, uma vez que os motoristas podem estacionar mais afastados e pegarem bicicleta até o trabalho.

O edital para contratar a empresa prestadora do serviço será lançado em 15 dias.

Avenida Hercílio Luz, no Centro da Capital. Foto: Divulgação.

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Audiência pública debaterá aluguel de bicicletas em Florianópolis

Está prevista para acontecer na quinta-feira sexta-feira, dia 11 de novembro, audiência pública para discutir o almejado sistema de bicicletas públicas que deverá ser implementado em Florianópolis. A audiência é a etapa que precede o edital de prequalificação das empresas interessadas em obter a licitação para esse serviço. A reunião deve acontecer no Auditório da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), na R. Emílio Blum nº 121, no Centro, às 14h.

Chamado preliminarmente de Floribike,  o sistema deverá, em sua primeira etapa, ser instalado na região central e na Bacia do Itacorubi, com estações de passagem no bairro Agronômica. No Centro, as estações estão bem adensadas e o bairro deve contar com uma microrrede cicloviária projetada, ao menos, desde 2009 em parceria com o ex-presidente da União dos Ciclistas do Brasil (UCB), o arquiteto especialista em planejamento cicloviário Antonio Carlos Miranda. A execução ficará por conta da SC Gás.

Na Bacia do Itacorubi, possuidora de diversos pólos geradores de tráfego, como as universidades UFSC e UDESC, FIESC, CELESC e Eletrosul, as estações estão mais esparsadas, concentradas nesses lugares de grande demanda. As poucas perspectivas por pistas cicláveis interligadas nesses locais (à exceção, talvez, das ciclovias circum-universitária e do Itacorubi) não devem possibilitar, de imediato, a inclusão de todas as origens de cada viagem de bicicleta necessárias nessa etapa preliminar do projeto.

Numa segunda etapa, prevê-se a expansão das bicicletas coletivas para os bairros de José Mendes e Saco dos Limões, o adensamento na Bacia do Itacorubi e a integração de porções continentais a esse sistema, posteriormente expandindo-o, também, a outras bacias cicloviárias presentes em Florianópolis.

A participação na audiência pública é gratuita e aberta a todos os interessados.

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UFSC avaliará projeto de revitalização do Pantanal

A reportagem abaixo foi originalmente publicada no Jornal Notícias do Dia, edição de Florianópolis, em 16 de dezembro de 2010 (pág. 5). Você pode ler a reportagem em .pdf aqui ou, então, acessar a prévia no próprio site do ND aqui.

Notícias do Dia - logo

UFSC avalia obras na Edu Vieira

Revitalização. Projeto depende de cessão de área da instituição

Na tarde de ontem, o vice-prefeito, João Batista Nunes, e o secretário municipal de obras, Luiz Américo Medeiros, entregaram ao reitor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Álvaro Prata,  cópia do projeto  da duplicação e revitalização da rua Deputado Edu Antônio Vieira, no bairro Pantanal. Para que a licitação seja reaberta, depois que o Tribunal de Contas de Santa Catarina suspendeu o processo em novembro devido a irregularidades, a universidade precisa fceder uma área de cerca de 15 mil metros quadrados, onde ficaria uma nova faixa da rodovia.

“O projeto, que já está aprovado desde 2001, prevê a duplicação da pista e revitalização até a Eletrosul, com implementação de calçadas, ciclofaixas, entre outros serviços. O mesmo deve ocorrer até o Armazém Vieira, porém, neste trajeto, o trânsito será binário, em sentido único. Quem trafega do shopping Iguatemi deverá passar pela Carvoeira para chegar à Expressa Sul. Mas quem anda do Sul da Ilha pode seguir normalmente”, explica Nunes.

João Carlos Fagundes, professor da UFSC, preside a comissão que estuda a viabilidade do projeto. Segundo ele, a cessão do terreno é avaliada junto à prefeitura. “Existe a intenção de ceder, mas estamos discutindo algumas condicionantes. A instituição cresceu muito nos últimos anos e este é um espaço que perderemos. Mas sabemos que, ao ceder, contribuiremos para solucionar problemas da comunidade em que a UFSC está inserida”, acrescenta. Ele diz que no início do próximo ano a UFSC deverá ter uma posição sobre o impasse.

Deputado Edu Vieira. Comunidade está preocupada com trajetos mais longos. Foto: Daniel Queiroz/ND.

Moradores não aceitam projeto apresentado

Na início desta semana, ocorreu uma audiência pública entre moradores do Pantanal e prefeitura para discutir o projeto. “Apresentamos o projeto aos moradores. Eles deram algumas sugestões e fizeram críticas construtivas que vamos avaliar”, afirma o vice-prefeito. Segundo João Rogério da Cunha, presidente do Conselho Comunitário do Pantanal, os moradores não aceitaram o projeto como foi apresentado.

A principal preocupação é com o transporte público, que perde muito com o projeto atual. “Para fazermos um trajeto que hoje levamos 5 minutos, levaremos quase uma hora. Como o trânsito fica em mão única em um pedaço da via, precisaremos passar pela Carvoeira para chegar ao centro”, diz. Ele salienta que os moradores não perderão com o projeto, mas terão de se adaptar.

Emanuelle Gomes

Florianópolis: Pantanal terá ciclovia

A reportagem abaixo foi originalmente publicada na edição impressa do periódico Diário Catarinense em 14 de dezembro de 2010 (pág. 27). Você pode ler a matéria no site do DC aqui. O único equívoco foi corrigido no decorrer do texto.

Será que tem solução?


DUPLICAÇÃO

Via receberá investimento

Audiência discute soluções para tráfego intenso na Rua Deputado Edu Vieira, em Florianópolis

A duplicação e revitalização da Rua Deputado Edu Vieira, no Bairro Pantanal, em Florianópolis, foi tema de uma audiência pública ontem. Moradores, representantes do município e especialistas em mobilidade urbana se reuniram para tratar da obra que promete resolver o problema do tráfego na região.

A via, que recebe diariamente 37 mil veículos que seguem em direção à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), ao Norte, Leste, e Sul da Ilha, deve ganhar mais duas pistas, ciclovia, acostamentos e passeios. O projeto, orçado em R$ 5,8 milhões pela prefeitura, prevê a duplicação de um trecho de um quilômetro, entre os trevos da Eletrosul e da UFSC. Os outros 900 metros seriam revitalizados, com substituição de calçadas e nova pavimentação.

Mas alguns entraves impediram que a de licitação, aberta no início de outubro, seguisse adiante e as obras começassem em dezembro. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o edital por irregularidades no processo. Um deles seria a falta de estudo de tráfego e projeto de desapropriação na região.

Ontem, na audiência, o secretário de Obras da Capital, Luiz Américo Medeiros, disse que se o processo for retomado em janeiro e tudo der certo na desapropriação do terreno da universidade, as obras devem começar no primeiro semestre de 2011. O prazo previsto para a entrega do serviço é de um ano.

Os moradores apresentaram projeto alternativo, que prevê a adoção experimental de mão única na Edu Vieira, sentido Armazém Vieira-UFSC. A volta seria pela Rua Capitão Romualdo de Barros, na Carvoeira.

Audiência pública tratará a revitalização do bairro Pantanal

Vai ser realizada nesta segunda-feira, 13 de dezembro, uma audiência pública no Conselho Comunitário do Pantanal, na Rua Dep. Antônio Edu Vieira 967,  às 19h, para tratar da revitalização desta que é a principal rua do bairro. Devem estar presentes representantes da Secrtaria Municipal de Transportes, Mobilidade e Terminais, a Secretaria Municipal de Obras e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A posição dos ciclistas quanto à revitalização da dita rua é clara: a legislação deve ser cumprida e a via deve ser dotada de infraestrutura cicloviária, como previsto nos projetos do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF). Note-se também a ausência deste órgão na audiência pública. O projeto de engenharia deve ser apresentado às 19h45min, entretanto não foi feita menção ao projeto urbanístico no convite da audiência, embora este possa estar incluído no Projeto de Transporte Público no Binário e Entorno.

(clique na imagem para ampliá-la)

Qualquer pessoa interessada no assunto pode participar da audiência pública. Exerça a sua cidadania. Contribua para o futuro da sua cidade.

Florianópolis: Convite para Audiência Pública

“Venho por meio deste […] convidar Vossa Senhoria para participar de Audiência Pública dessa Frente Parlamentar [pela Mobilidade Urbana] que será realizada no próximo dia 22 de setembro, com início às 19h, no Plenarinho Vereador Miguel Ângelo Sedrez, junto ao Centro Legislativo Municipal, com objetivo de debater as políticas públicas que pretendam diminuir o uso do automóvel nas cidades.”

Abaixo, o release da ViaCiclo:

Audiência Pública debaterá a restrição dos carros em Florianópolis

Não só com Passeios Ciclísticos se faz um “Dia Sem Carro”.

É necessário debater, propor e contribuir para a construção de políticas públicas e Leis duradouras para melhorar o uso dos meios de transporte coletivo e não motorizados.

Às 19h do dia 22/Set haverá uma Audiência Pública na Câmara Municipal de Vereadores de Florianópolis para discutir o seguinte: O QUE É LEGALMENTE POSSÍVEL FAZERMOS PARA DESESTIMULAR O USO DO CARRO?

Os carros podem trafegar em todos as ruas da cidade? Onde podem estacionar e quanto deve custar o estacionamento?  (ver fotos em http://fwd4.me/evv)

Nossa idéia é levantarmos sugestões para a elaboração de um Projeto de Lei para disciplinar essa questão.

Portanto, participe da AUDIÊNCIA PÚBLICA e dos demais itens da programação da SEMANA DA MOBILIDADE SUSTENTÁVEL:  ver em http://www.viaciclo.org.br/portal/mob-sust-2010

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