Massas Críticas catarinenses – julho de 2015

Julho finda trazendo consigo o frio que teimou em não aparecer no inverno. Mas acalentou sensações mistas de esperança e desconfiança no coração dos ciclistas.

O Floribike prolonga mais um pouco seu fardo de ser o sistema de compartilhamento de bicicletas mais enrolado do mundo. Já são 8 anos do projeto à sua não execução. Mas não deve sê-lo por muito mais tempo. O adiamento, desta vez, foi pouco: para 25 de agosto é a abertura dos envelopes das empresas concorrentes!

Mas as mentiras continuam a permear a administração municipal de Florianópolis.

Neste mês anunciaram, neste mês anunciaram… que foi feita ciclovia na Rua Dante da Pata, nos Ingleses.
Na realidade, na realidade… mesmo com espaço, só há linha branca nas laterais, onde carros ficam a estacionar.

Neste mês anunciaram, neste mês anunciaram… que ciclovia na Rua Padre Rorh, em Santo Antônio de Lisboa há.
Mas omitiram, mas omitiram… que ciclofaixa não é ciclovia e que a Secretaria de Obras optou por um projeto pior e mais caro. Ao contrário da lei, pior para ciclistas e pior para pedestres.

Neste mês anunciaram, neste mês anunciaram… que na revitalização da Av. Ivo Silveira haveria travessia elevada nas ortogonais à via, para facilitar ciclistas, pedestres e cadeirantes.
Mas mentiram, mas mentiram… porque isso lá não haverá!
E omitiram, e omitiram… que vão criar problemas de desenho urbano para poder com asfalto gastar.
(e danem-se pedestres e ciclistas, porque, embora a avenida vá ficar melhor do que hoje, poderia ser ainda mais!)

Neste mês anunciaram, neste mês anunciaram… projetos para a revitalização das avenidas Jorge Lacerda e Waldemar Vieira. E, neles, ciclovia há.
Mas, como era de se esperar,
aos perfis viários analisar,
facilmente se há de notar
que muito se poderia melhorar.

Com as vias daquela largura
aos carros alta velocidade.
E aos ciclistas a amargura
de pista ciclável de tal finura
que se pensa que a mobilidade
é destituída de acessibilidade.

Um projeto melhor se poderia vislumbrar
se com duas rodas ou sola de pé
in loco se observasse
E na cidade reparasse.
Da mobilidade o foco no tripé
daria às ruas um novo olhar, um novo andar.

Ciclistas, pedestres, o coletivo
Será que ainda é difícil pensar nisso?

O lado bom é que ainda há esperança. E elas surgiram num vulto que não se omite. Melhorias à frente frente ao que já existe. Ciclovias recuperadas antes que tardias. E projetos de lei que visam a facilitar a vida do oprimido que não se cansa de pedalar.

Confira abaixo quando e onde os oprimidos catarinenses vão se unir para força adquirir.

Blumenau

Saída às 20h em frente à Prefeitura, na Praça Victor Konder.

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Brusque

Brusque 2015-07-31

Florianópolis

Concentração na pista de skate da Trindade. Saída às 20h.

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Joinville

Joinville 2015
Manifesto de Joinville

Na última terça feira (20), um jornalista alegou em sua coluna que Joinville tem “excesso de ciclovias”.

Nos próximos dez dias estará acontecendo o Festival de Dança em Joinville, um evento que rendeu apelido de “cidade da dança” ao município. Outros apelidos surgiram na história de Joinville, “cidade da bicicleta”, por exemplo, puro marketing usado para vender a cidade com “ar europeizado”, mas sabemos que nada disso corresponde com a realidade. 

Sabemos da precária infraestrutura de Joinville, não só para ciclistas, mas para pedestres, cadeirantes, deficientes visuais e para quem utiliza o transporte coletivo.

O Massa Crítica de Joinville acontece toda última sexta-feira do mês, é um evento que reuni ciclistas de toda a cidade, para promover a cultura do uso da bike, bem como, chamar a atenção para os problemas da mobilidade urbana, especialmente, a infraestrutura cicloviária. 

Pensando nisso, o Massa Crítica deste mês fará uma homenagem à “cidade da dança” e da “bicicleta”, com o número “A dança da bicicleta”.

Participe! Pegue sua zica e venha pedalar por uma cidade melhor!

A “cidade da bicicleta”, nunca foi a “cidade dos ciclistas”!

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Cidades catarinenses participarão de Bicicletada Internacional em prol de ciclovias

Soou estranho quando a promotora de Justiça de Habitação e Urbanismo do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE/SP), Camila Mansour Magalhães da Silveira, solicitou ao Tribunal de Justiça estadual para que paralisasse a construção de novas ciclovias no maior município do Brasil.

Afinal, São Paulo obtivera reconhecimento internacional havia poucos meses, sagrando-se vencedor da 10ª edição Sustainable Transport Award (Prêmio de Mobilidade Sustentável), concedido em Washington, nos Estados Unidos. O número de ciclistas nas avenidas com ciclovias e ciclofaixas têm aumentado, de acordo com as contagens da Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (CicloCidade). E São Paulo, enfim, está tirando o atraso de histórico descaso para com os usuários que escolheram a bicicleta ou o ônibus para se locomover pela cidade – além de mais de 200km de ciclovias, a cidade implantou corredores de ônibus.

Também soou estranho o espaço dedicado aos dois principais jornais impressos do Estado para as críticas, por vezes infundada, contra as ciclovias da cidade. Um exemplo do papel dúbio da mídia pode ser bem expresso pela capa da Veja SP que estampava que o valor gasto com as ciclovias eram de R$ 650 mil/km. Além do valor real ser bem inferior (apenas R$180 mil, abaixo até das planilhas de custo para orçamento de projetos), a Vejinha colocou como exemplo de ciclovia aquela feita na Marginal Pinheiros pela administração estadual, governada pela oposição. Ciclovia segregada e com poucos acessos que não resistiu às chuvas de março. A atuação midiática merece uma análise à parte, mas o acompanhamento dos fatos e das notícias veiculadas na mídia impressa, virtual e televisiva já nos levam a questionamentos sérios em relação ao papel que a imprensa vem ocupando nesse debate.

A atuação do Ministério Público em prol de um veículo privado – e ineficiente em termos de mobilidade – levou os ciclistas às ruas de São Paulo. E não apenas às ruas, mas também ao próprio Ministério Público, que viu seus argumentos contra as obras atuais nas ciclovias serem quase todos desmentidos.

O apoio aos ciclistas paulistanos não tardou em chegar. Dezenas de cidades do mundo programaram Massas Críticas para esta sexta-feira, no que foi chamado de Bicicletada Internacional. O mote de quase todas elas é o mesmo: que as políticas públicas em prol da bicicleta não sejam apenas uma falácia, mas uma realidade!

Florianopolis 2015-03-27 Internacional ciclovias SP

Confira as cidades catarinenses que realizarão a sua Bicicletada em março de 2015.

Blumenau

 Blumenau volta a contar com sua Bicicletada. A saída será às 19h da Prefeitura, na Praça Victor Konder.

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Brusque

Brusque 2015-03-27

Florianópolis

Segunda mais antiga Massa Crítica do Brasil, Florianópolis não poderia ficar de fora da Bicicletada Internacional. A concentração tem início às 18h, na pista de skate da Trindade, em frente ao Shopping Iguatemi. A saída será às 19h.

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Florianópolis contará também neste sábado com atividades gratuitas em comemoração aos seus 289 anos de emancipação política de Laguna. O Movimento Floripa de Bicicleta exposição de bicicletas antigas e palestras de bike fit, Cycle Chic, cicloturismo e mecânica básica.

Florianopolis 2015-03-29 Movimento Floripa de Bicicleta

Joinville

Março foi um mês negro para Joinville. Em uma mesma semana, dois ciclistas morreram atropelado na mesma rua. Esse fato ajudou a reagrupar a Bicicletada local, que ocorrerá hoje, a partir das 18h30, na Praça da Bandeira.

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Florianópolis e Blumenau terão Bicicletada

Fim de janeiro de 2015, primeira última sexta-feira da metade final dos mandatos dos atuais prefeitos do Brasil.

E, em Santa Catarina, percebe-se que muita coisa não foi e nem será feita pelos que nos governam.

Em nível estadual, o governo reeleito foi o que mais fez ciclofaixas em rodovias. Infelizmente, com uma qualidade tal que, apenas na SC-401, dois ciclistas perderam a vida…. na própria ciclofaixa! E as obras que vêm por aí determinam que a qualidade vai melhorar muito pouco em relação à ciclofaixa da Rodovia da Morte. Mesmo com ajuda de ciclistas, a ciclovia compartilhada da SC-405, no Rio Tavares, ficou muito aquém do que poderia. Apresenta, ironicamente, todos os problemas que os ciclistas alertaram já durante a confecção do projeto: largura insuficiente tanto para a ciclovia quanto para a calçada, postes sobre o leito ciclável, problemas na travessia da via, lado errado da pista, não atendendo a demanda de ciclistas crianças que vão à escola, não tratamento cicloviário nas rotatórias (os trechos mais críticos) e por aí vai.

Em nível municipal, enquanto as prefeituras da Costa Esmeraldina, por onde passa o Circuito Cicloturístico Costa Verde e Mar, dão um banho nas cidades maiores, apesar de problemas pontuais, a capital catarinense exibe uma série enorme de falhas em sua gestão de mobilidade, devidamente apontadas pelos resultados do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis (PLAMUS).

Apostas grandiosas e dispendiosas, com pouco resultado prático e elevado custo de manutenção, como teleférico, promovem uma gestão voltada à justaposição dos meios de locomoção, e não a uma complementação entre eles. Prova disso é que a linha de BRT prevista, além de fazer o mesmo trajeto do teleférico em vez de ser feita na mesma via que hoje comporta de 6 a 9 faixas para carros, será construída exatamente onde hoje fica a ciclovia, sendo esta jogada para um aterro a ser feito na Av. Beira-Mar Norte. Apenas para lembrar, em 23 de março de 2012 foi inaugurada a revitalização do passeio e calçada, contando também com arborização e pérgolas. O atual secretário municipal de Obras, funcionário de carreira, já ocupava cargo de diretoria à época da inauguração.

Promessas de campanha não foram e não devem ser cumpridas pelo prefeito em exercício. Bicicletas compartilhadas, maior quilometragem de ciclofaixas de lazer do país, uma das maiores malhas cicloviárias do Brasil. Nada disso esteve tão longe de ser cumprido quanto agora pela atual gestão. Mesmo projetos de ciclovias como nos bairros José Mendes ou Caieira da Barra do Sul estão muito distantes de serem considerados a ponto de virarem realidade.

Para piorar, a capital viu-se assolada com uma onda de roubos e furtos de bicicletas na própria principal ciclovia, o que gerou uma manifestação com mais de 100 ciclistas no Cicloabraço à Passarela do CIC, local onde ocorreu a maioria dos roubos.

Fevereiro, apesar de tudo, promete boas notícias, lançadas à luz da Peladada e das proximidades do aniversário de Florianópolis. Mas, enquanto isso, nada mais natural que os ciclistas saiam às ruas para mostrar sua presença na luta constante por continuar simplesmente pedalando!

Confira as Massas Críticas catarinenses de janeiro:

Blumenau

Reunião às 19h30 em frente à prefeitura.

Florianópolis

Florianopolis 2015-01-30

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Massas Críticas catarinenses – julho de 2014

Julho chegou e passou.

Os gestores não fizeram (quase) nada. Uma rotina que cansa e não tem desculpa.

Apenas notícias requentadas surgiram, distantes de outras mais trágicas, que envolveram a perda de vidas humandas.

Em plena época eleitoral, não parece que os gestores fazer sequer questão de fingir se preocupar.

Por isso, simbora pedalar!

Confira o horário da Bicicletada na sua cidade e, se não existir ainda, crie uma!

Blumenau

Blumenau 2014-07-25

Brusque

Brusque 2014-07-25

Florianópolis

A tradicional Bicicletada Floripa vai se concentrar a partir das 18h, na pista de skate da Trindade, em frente ao Shopping Iguatemi. A saída será às 19h.

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Massas Críticas catarinenses – junho de 2014

Chega final de junho, trazendo consigo o ano pela metade. Um ano recortado, por sinal. Foi-se o Carnaval, permanece ainda a Copa do Mundo e, em breve, ter-se-ão as eleições que definirão os próximos quatro anos do país.

Pelo sul brasileiro, o Pacto por Santa Catarina esqueceu-se de procurar pelos ciclistas. Mas a sociedade reagiu e formou a Rede Vida no Trânsito. Em homenagem ao acompanhamento contínuo, foi aos ciclistas ofertado o direito de representar a sociedade civil na cerimônia de seu lançamento.

Mas esses atos de grande amplitude ainda escondem os interesses obscuros que pairam nas altas esferas do poder. O projeto que cria a Lei do Sistema Cicloviário Catarinense, tão debatido por diversos grupos, sumiu da Assembléia Legislativa desde novembro, diretamente do gabinete do líder parlamentar do governo. Além disso, ciclofaixas estão sendo construídas em rodovias onde, quando respeitam as leis, os motoristas correm a 80km horários.

Algumas cidades fecham, em dias, seus períodos de atrasos de promessas não cumpridas. Florianópolis deverá ser uma delas – a aguardar mais três dias para se confirmar. Apesar de anunciar – e até licitar – 6 novas ciclovias, a vontade política dúbia retirou R$500.000,00 de uma reivindicação de 17 anos para ser aplicado na construção de – pasmem – mais um elevado. Mais um estímulo ao uso do transporte individual e individualista, do qual poucos usufruem e cujos danos coletivos todos pagamos.

Continua a oferecer Santa Catarina, portanto, todos os requisitos para que as Bicicletadas continuem a existir. Confira abaixo se vai ocorrer na sua cidade e participe!

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Massas Críticas catarinenses

Maio de 2014. Quase um ano e meio após os prefeitos assumirem e 3,5 anos de os catarinenses terem um novo governador, em que pese o início de obras cicloviárias, o mês foi mais de discórdias do que de casamentos.

Com prazo de término para a época das eleições, teve início, enfim, a ciclovia na SC-405, no Rio Tavares, em Florianópolis. Após mais de dois anos dificultando a vida dos estudantes das escolas da região, uma obra que deveria ter sido feita até junho de 2012 enfim há de começar. Uma vitória da sociedade? Nem tanto. Além da demora, a largura de 3m onde não haverá postes e pontos de ônibus colocará em conflito pedestres e ciclistas. É um avanço, sem dúvida. Tímido e sem resolução de pontos de conflitos, mas um avanço.

Como tem se tornado constante, maio também foi um mês de perdas. Constância essa que não se fez sentir nos movimentos de bastidores para mudar e melhorar a situação cicloviária catarinense.

Muito pelo contrário. Na capital, o prefeito vetou projeto de lei que extendia para locais de ensino, cultura, lazer e estacionamentos a necessidade de possuir paraciclos ou bicicletários. E seu braço direito, secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano e superintendente do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF) foi categórico ao dizer:

– As pessoas falam muito da ditadura do automóvel, mas existe também a ditadura da ciclovia, que oprime o pedestre!

Uma fala absurda para momentos de inação tanto para os pedestres quanto para os ciclistas. Ignorando as próprias comissões do IPUF, como a Pró-Bici e o Floripa Acessível, e o histórico da ViaCiclo e da própria Bicicletada Floripa, que sempre lutaram por melhorias para pedestres e para o transporte coletivo – exemplos clássicos constam com a Vidal Ramos e a R. Ver. Osni Ortiga. Talvez o secretário baseie-se na SC-405, que teve seu projeto denunciado reiteradamente, inclusive em instâncias jurídicas, pelos ciclistas.

Se na cidade algumas obras devem sair com infraestrutura cicloviária – inferior – , como na Av. Gov. Ivo Silveira, na própria R. Ver. Osni Ortiga e da R Dep. Antônio Edu Vieira, a própria prefeitura prejudica tanto pedestres quanto ciclistas na R. Padre Rohr, em Santo Antônio de Lisboa… e simplesmente ignora a implementação de uma cicloestrutura em plena Av. das Rendeiras, no coração da Lagoa da Conceição. Sem estudos numéricos de tráfico minimamente decentes, a opção foi pela manutenção de estacionamentos para o veículo particular. Um soco no estômago do planejamento cicloviário municipal, que previa há mais de dez anos a passagem de uma ciclovia por uma das mais cênicas paisagens ilhoas.

Sabendo que desde que assumiu, o prefeito Cesar Souza Júnior (PSD) ainda não construiu nem 10km de infraetrutura cicloviária decente e adequada percebe-se que vai ser muito difícil que ele cumpra, até o próximo mês, os 40km prometidos em 18 meses durante sua campanha eleitoral e sabatina. E o que deixa os ciclistas ainda mais nervosos é que parece cada vez mais distante que essa cifra seja atingida…

Mas é por isso, afinal, que existem as Bicicletadas!

Confira se vai haver na sua cidade e participe!

Blumenau

Saída da Prefeitura da Blumenau, na Praça Victor Konder, às 18h30.

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Brusque

Brusque 2014-05-30

Ao final da Bicicletada, palestra com Thiago Fantinatti, autor do livro “Trilhando Sonhos”, na Praça da Cidadania – Fundação Cultural.

Brusque 2014-05-30 Trilhando Sonhos

Chapecó

Chapeco geral v2

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Florianópolis

Florianopolis 2014-05-30Arte: Flora Neves

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Massas Críticas catarinenses

Março chegou com um alvoroço carnavalesco. Sem pudor, mas temendo por sua vida, os ciclistas pedalaram pelados, mostrando as fragilidades de seus corpos às pessoas e pedindo proteção. As autoridades olharam e viram passar. E só.

Atitudes de omissão como essas é que alimentam a permanências das Massas Críticas em Santa Catarina. A depender das autoridades muitas delas ainda vão ocorrer em território barriga-verde.

Nota: prefeito da Capital, Cesar Souza Júnior (PSD) anunciou um Plano de Metas para 2014, que engloba a construção de 20km de ciclovias e ampliação das ciclofaixas de lazer na cidade. Só faltou contar que não realocou recursos para isso. No ano de 2013, as metas eram mais ousadas: 30km até o final do ano. Cerca de 10% disso foi construído, no bairro da Tapera. Pouco mais de 8km estão em fases de projetos na Caieira da Barra do Sul e José Mendes e o trecho da R. Ver. Osni Ortiga teve sua fase 2 lançada, sem a conclusão do aterro na Lagoa da Conceição da fase 1.

Com essa meta de 20km, a prefeitura praticamente detona o Termo de Compromisso com os Ciclistas, firmado às vésperas das Eleições de 2012. O acordado com os cidadãos era a conclusão de 40km de pistas cicláveis decentes até o final de junho de 2014. Os méritos dessa desconquista são compartilhados também com o superintendente do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis, arquiteto Dalmo Vieira Filho.

Enquanto isso, perdemos ciclistas no Estado, com destaque para o garoto João Vitor, atropelado por um motorista bêbado no Travessão do Rio Vermelho, numa via em que os habitantes pedem ciclovia desde 2009.

Blumenau

Blumenau 2014-03-28Arte: Yasna Muñoz Catalán

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Brusque

Brusque 2014-03-28

Florianópolis

Florianopolis 2014-03=28

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Massas Críticas carnavalescas catarinenses

Fevereiro chegou em ritmo de Carnaval. Mas foi sem agitação que o ano passou na maioria das cidades catarinenses, para sincero desespero de seus ciclistas. Na administração pública, parece que as coisas só começam mesmo após o período sabático do Carnaval, mesmo num ano enxuto por Copa do Mundo e eleições.

Se Santa Catarina, em especial Florianópolis, deu show no Fórum Mundial da Bicicleta, em Curitiba, na cidade mesmo não se observou mudanças estruturais e planejamento estratégico para este 2014. Um mês perdido, como tantos outros. Mas com vidas perdidas também, como ocorreu em São José.

Enquanto os gestores se afastam da vida nas cidades, Santa Catarina e seus municípios continuam dando maus exemplos. E, ao contrário dos especialistas de fora que levantaram questões e debates em Curitiba, por aqui pouca coisa se apreende, e muito menos ainda se faz.

Que março comece com ventos melhores. No cenário atual, tem tudo para isso.

E é justamente essa inatividade grandiosa do Poder Público que continua a alimentar as Massas Críticas.

Confira se a sua cidade contará com uma Bicicletada e participe!

Blumenau

Blumenau 2014-02-28Arte: Fran Schmitz

Brusque

Brusque 2014-02-28

Chapecó

Chapeco geral v2

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Florianópolis

Florianopolis 2014-02-28 CarnavalArte: Lucas Seara Medeiros

Massas Críticas catarinenses

Novembro vem e carrega consigo um ano inteito de desgoverno. Avanços mínimos perante os retrocessos. Vidas a menos sem a menor preocupação dos governantes.

No Estado de Santa Catarina, dinheiro para investimento tem. Mas a preocupação é por jogá-lo pelo ralo, em mais um elevado na SC-401. Para projetos cicloviários decentes, absolutamente nenhum tostão na mesma rodovia, conhecida como a Rodovia da Morte dos Ciclistas, com sete falecimentos em seus 20km desde a vigência da Lei Seca.

Com o fim do ano, as promessas de campanha vão sendo, uma a uma, paulatinamente quebradas.

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Novidades Ciclísticas #2

Confira novidades ciclísticas da semana!

Venda de bicicletas supera a de carros novos em quase todos os países da Europa – Pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, a Itália, país de marcas famosas de automóveis e de bicicletas, teve as magrelas vendendo mais do que os veículos de quatro rodas. Seguiu a tendência já observada em outros países, como a Alemanha, a França, a Espanha e a Inglaterra. Em apenas dois dos países analizados – Bélgica e Luxemburgo – a venda de automóveis é superior à de bicicletas.

bike vs carro na Europa 2012

Após ser espancado pelo pai, menino de nove anos vai de Capoeiras a Trindade de bicicleta atrás da mãe – apesar de o tempo de deslocamento da criança ter sido certamente superestimado, esse caso de agressão infantil registrado em Florianópolis faz-nos recordar que a bicicleta é uma das primeiras formas de deslocamento de um indivíduo. Faz-nos, por fim, refletir que uma cidade realmente mais humana propicia segurança para o deslocamento das pessoas, tenham elas 90 anos ou 9, como na reportagem.

Ciclista é atingida por veículo na capital e sofre ferimentos graves Raíza Padilha, de 20 anos, estudante de Ciências Biólogicas da Universidade Federal de Santa Catarina, foi atropelada em Florianópolis no dia 28 de outubro, por volta das 9h30. Natural de Piracicaba, no interior paulista, a jovem sofreu fratura no braço esquerdo e um ferimento profundo na coxa. Ela ainda se encontra internada no Hospital Celso Ramos, onde já passou pelos primeiros procedimentos cirúrgicos. A jovem encontra-se lúcida e com bom humor, embora seja mantida em observação por causa do risco de dilaceração de um dos rins. O motorista evadiu-se do local do atropelamento sem prestar socorro. Na semana que vem, a estudante pretendia participar de sua primeira cicloviagem, rumo ao Encontro Regional de Estudantes de Biologia da Região Sul (EREB-Sul), que vai acontecer em Vidal Ramos (SC).

Ciclista fica gravemente ferido em acidente em Blumenau – Alisson Rafael da Cruz, de 22 anos, encontra-se em coma induzido após atropelamento envolvento um automóvel com placas da Porto Alegre em Blumenau, no dia 31 de outubro. O fato aconteceu na Rua Bahia, em Itoupava Seca, em torno das 16h. Alisson estava até ontem (01/01) no pronto-socorro, aguardando leito para a UTI. Outras informações aqui.

Memoria Catarinense DC 2013-11-02 Joinville

Memória Catarinense 02/11/2013 – Acima, registro do arquivo pessoal de Mariza Brietzig mostra mais de dez ciclistas na esquina das ruas João Colin com a XV de Novembro, em Joinville, demonstrando por que o município chegou a ser conhecido como “a cidade das bicicletas”.

Confira também o que saiu no Bicicleta na Rua

ABC Ciclovias tem nova diretoria

Projetos de iluminação de calçadas e ciclovias em Florianópolis e Joinville são premiados

Desrespeito com os pedestres em São José

ABC Ciclovias tem nova diretoria

Desde último sábado, 26 de outubro, a Associação Blumenauense Pró-Ciclovias (ABC Ciclovias) tem uma nova diretoria, eleita em Assembléia Geral realizada no auditório do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Regional de Blumenau (FURB), para a Gestão 2014-2015.

Confira quem são os novos representantes da associação e, se você apóia o uso da bicicleta como meio de transporte na região, filie-se você também a ela!

A ABC Ciclovias é uma das mais antigas associações cicloativistas do país e é uma das fundadoras da União de Ciclistas do Brasil.

ABC Ciclovias 2013

DIRETORIA
Giovani Rafael Seibel – Presidente
Carlos Roberto Pereira – Vice Presidente
Wilberto Boos – Diretor Social
Fabrício José Barbosa – Diretor Técnico e Secretário
Daniella Roste – Diretora Administrativo Financeiro e Tesoureira

CONSELHO FISCAL
Thiago Duwe – Presidente
Sally Satler – Titular
Mauro Moreira – Titular
Diego Dambrowski – Suplente

CONSELHO DELIBERATIVO
Giovani Rafael Seibel – Presidente
Eldon Jung – Titular
Fabrício José Barbosa – Titular
Hans Dieter Nicolai – Titular
Sally Satler – Titular

Veja mais fotos da posse da nova diretoria aqui.

Massas Críticas catarinenses

Outubro finda. Com ele, um misto sentimento de esperança e desamparo fortalecessem-se nos vibrantes corações dos ciclistas catarinenses, esses cidadãos.

O ano aproxima-se do fim e deixa para trás um rastro seleto de oportunidades perdidas e de pequenos avanços conquistados.

Enrique Peñalosa esteve por aqui. E mostrou com competência algumas de nossas maiores incompetências. Incompetência de ação, de gestão, de planejamento, mas, principalmente, incompetência pela inação.

Inação ao não fazer e inação ao não se ouvir e, por isso, não se conhecer.

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Massas Críticas catarinenses

Agosto chega ao fim. Um mês de gostos e desgostos.

Num mesmo fim-de-semana, o presidente da ViaCiclo é atropelado, o prefeito de Florianópolis sente medo ao pedalar e um ciclista morre num lugar que deveria ter ciclovia há tanto tempo quanto durou a vida do garoto.

Ergueu-se bicicletas-fantasmas, em Florianópolis e em Jaraguá do Sul. Dois monumentos em rodovias administradas pelo Governo Estadual.

Fica-se no tempo das promessas. Com mais R$ 1 milhão talvez a serem empenhados este ano, a capital catarinense vê-se ainda numa ausência de obras estruturantes e focadas no planejamento urbano real, participativo e verdadeiro. O capital a ser investido ainda é inferior ao montante retirado do orçamento anual para obras cicloviárias. O tempo urge e, com mais um guerreiro em bicicleta, foi implacável.

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(VI) Especial Floribike: Conheça as concorrentes – Serttel

bicicleta_na_rua3-joel pacheco

Três empresas estão habilitadas a concorrer à implantação do sistema de bicicletas coletivas de Florianópolis. Uma delas é pioneira no Brasil em oferecer o serviço automatizado de compartilhamento de bicicletas. A Serttel tem origem em Recife, mas ganhou  destaque no Rio de Janeiro. Apesar de seus 23 anos de existência, apenas em 2009, quando firmou parceria com a prefeitura carioca para implantar o SAMBA (Sistema Alternativo de Mobilidade por Bicicletas de Aluguel) obteve reconhecimento nacional.

Com oito locais para se retirar e devolver bicicleta na zona sul do Rio de Janeiro, o sistema, que contava com a necessidade de uso de celular para se efetuar o aluguel, chamou atenção para esse nicho de mercado até então quase inexistente no país.

Ainda nessa época, a empresa chegou a ser cotada para oferecer o mesmo serviço em Florianópolis, em negociações que se mostraram infrutíferas.

Em 2011, a empresa passou por uma grande reformulação. O aporte de patrocínio do banco Itaú possibilitou uma melhora tecnológica do sistema de bicicletas coletivas e a expansão a outras cidades do país. Hoje, o BikeRio conta com 600 bicicletas em 60 estações na região de Copacabana, Vieira Souto e Lagoa Rodrigo de Freitas, nas quais são feitas mais de 125.000 viagens mensais.

BikeRio. Foto: Sebrae.BikeRio

Em compensação, os sistemas que existiram em Blumenau e João Pessoa não deram certo. Na cidade catarinense, as cinco estações instaladas em 2009 até estavam localizadas em bons pontos, mas eram em número insuficiente para gerar uma demanda atrativa ao serviço.

SAMBA Blumenau. Foto: Jaime Batista da Silva.SAMBA Blumenau

Já na orla paraibana, o Pedala João Pessoa mostrou-se um sucesso, mas o clima do nordeste prejudicou a durabilidade das bicicletas e, no início de 2012, o projeto foi retirado para ser reestruturado e recolocado em operação com foco nos moradores da cidade – o principal uso era por turistas. Até agora, o Pedala João Pessoa não foi reativado.

Pedala João Pessoa. Foto: Rogério Leite / Pedalando e Olhando.Pedala João Pessoa

Recentemente, a empresa adquiriu os direitos para implantar e operar os sistemas de bicicletas coletivas de diversas outras cidades brasileiras.

Confira a abordagem das bicicletas coletivas pela Serttel durante o Bicicultura 2010

Em março de 2011, a empresa disponibilizou em Petrolina (PE) o empréstimo de bicicletas, local onde opera já o sistema de estacionamentos rotativos (equivalente à Zona Azul).

SAMBA Petrolina. Foto: Plantão do Vale.SAMBA Petrolina

Em 2012, entrou em operação o BikeSampa. A capital paulista hoje possui 96 estações e 1152 bicicletas passíveis de circulação. Já na Baixada Santista, o BikeSantos conta com 30 estações e até 360 bicicletas.

BikeSantos. Foto: A Tribuna.BikeSantos

Além disso, venceu as licitações para Porto Alegre e Sorocaba. No Rio Grande do Sul, também são 30 as estações já em operação no BikePoA.

BikePoA. Foto: Deb Dorneles / Porto Alegre Cycle Chic.BikePoA

Já em Sorocaba, cidade-modelo quando se trata de mobilidade por bicicleta, o aluguel de bicicletas é gratuito. Para pegarem bicicletas em algumas das 18 estações do IntegraBike, o usuário deve utilizar um dos cartões de transporte coletivo.

Integrabike. Foto: Eu Vou de Bike.IntegraBike

Em Recife, no começo deste ano, começou a operar o Porto Leve, um projeto da incubadora tecnológica pernambucana Porto Digital. São 10 estações e 100 bicicletas em funcionamento, número que deve dobrar em três anos.

Porto Leve. Foto:  Rhayana Fernandes / LeiaJá.Porto Leve

Saiba mais:

(I) Especial Floribike: Edital de concorrência será lançado no aniversário da cidade
(II) Especial Floribike: São Paulo e Rio de Janeiro foram pioneiros
(III) Especial Floribike: Projeto de bicicletas coletivas vem de 2009
(IV) Especial Floribike: Conheça as concorrentes – Compartibike
(V) Especial Floribike: Conheça as concorrentes – Movement Barcelona
(VI) Especial Floribike: Conheça as concorrentes – Serttel
(VII) Especial Floribike: As empresas que ficaram pelo caminho
(VIII) Especial Floribike: A opção por Nova York
(IX) Especial Floribike: Compartilhamento universitário
(X) Especial Floribike: Iniciativa do interior do Paraná é premiada
(XI) Especial Floribike: Bicicletas coletivas que salvam vidas
(XII) Especial Floribike: Como funcionará em Florianópolis

Veja também:

Floribike: encaminhamento do edital homenageou os 10 anos da Bicicletada em Florianópolis
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(III) Especial Floribike: Projeto de bicicletas coletivas vem de 2009

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Florianópolis poderia ter sido a quarta cidade do Brasil a contar com o sistema.

O primeiro projeto de aluguel de bicicletas como opção de transporte na cidade surgiu em 2009 no Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF). Era um sistema misto, com estações nas quais seria possível deixar também a bicicleta. Estas estações seriam cuidadas por pessoas que lá teriam também seu comércio, como pequenos cafés e floriculturas.

Esse modelo, o Floripa Bike, teria 45 estações, nas regiões central, Bacia do Itacorubi e norte da Ilha. Não prosperou. O início, com cinco estações, iria ficar por conta da empresa Serttel, que concorre no atual processo licitatório, mas a ausência de vontade política, além do modelo de negócios, no qual a prefeitura iria bancar parcialmente o sistema, foram empecilhos que barraram a continuidade do projeto.

O projeto de Florianópolis, inicialmente previsto para ser inaugurado em 22 de setembro de 2009, Dia Mundial Sem Carro, acabou sendo modificado para a realidade de Blumenau. No dia em que Florianópolis poderia ter iniciado a operação do sistema, Blumenau inaugurou cinco estações.

O atraso, entretanto, teve o seu legado. A carência de pesquisas e a ausência de conversas com a Associação Blumenauense Pró-Ciclovias (ABC Ciclovias) fez com que as estações deixassem de operar em 2011.

Nesse período, diante da demanda crescente de cidades em projetos de implantação de aluguéis de bicicleta, foram necessários novos parâmetros para tornar o sistema desterrense mais eficaz e não repetir os problemas da outra cidade catarinense – problemas hoje que são encontrados em diversas cidades brasileiras.

Experiência modelo

Apesar da desnecessária morosidade, o processo de licitação de Florianópolis é tido como exemplar.

Seguindo pesquisas que indicam que o melhor modelo de implantação é aquele em que as estações estão esparsas até 300m umas das outras, um grupo técnico de ciclistas e funcionários da prefeitura definiu nas origens e destinos os locais em que seriam instaladas as estações para retirada e devolução das bicicletas.

Infelizmente, como apenas os projetos da Microrrede Centro estavam adiantados, apenas nesse bairro as estações estõ bastante adensadas.

Nessa época, em 2011, seis cidades já possuíam bicicletas coletivas: além de São Paulo e Rio de Janeiro, Brasília, Blumenau, João Pessoa e Campinas.

Desde então, vários municípios encorporaram o aluguel de bicicletas em suas rotinas, muitas a toque de caixa, mas isso não tirou o brilho da licitação de Florianópolis.

Foi um dos poucos lugares, junto com Toledo e os sistemas universitários, em que ciclistas colaboraram para o processo. Depois, é a cidade em que haverá maior volume de bicicleta disponível em comparação com a população. Conta o fato também de que a empresa ajudará na implantação de pistas definitivas para os ciclistas, seguindo os projetos de órgãos técnicos, como o IPUF. Além da idoneidade com que a licitação tem sido conduzida, Florianópolis também será um dos pouquíssimos municípios em que não será levado em conta apenas o valor de tarifa, mas também a qualidade do serviço, da bicicleta e das estações.

Saiba mais:

(I) Especial Floribike: Edital de concorrência será lançado no aniversário da cidade
(II) Especial Floribike: São Paulo e Rio de Janeiro foram pioneiros
(III) Especial Floribike: Projeto de bicicletas coletivas vem de 2009
(IV) Especial Floribike: Conheça as concorrentes – Compartibike
(V) Especial Floribike: Conheça as concorrentes – Movement Barcelona
(VI) Especial Floribike: Conheça as concorrentes – Serttel
(VII) Especial Floribike: As empresas que ficaram pelo caminho
(VIII) Especial Floribike: A opção por Nova York
(IX) Especial Floribike: Compartilhamento universitário
(X) Especial Floribike: Iniciativa do interior do Paraná é premiada
(XI) Especial Floribike: Bicicletas coletivas que salvam vidas
(XII) Especial Floribike: Como funcionará em Florianópolis

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