Exibição de “Bike vs Cars” em Florianópolis

Diálogos Urgentes debate a “mobilidade urbana” com sessão comentada do doc. “Bikes vs Cars”

A mobilidade urbana é um grande desafio das cidades contemporâneas em todo o mundo e um tema urgente a ser discutido pela sociedade. Para fomentar a reflexão sobre este assunto, o Sesc em Santa Catarina promove na próxima edição do projeto Diálogos Urgentes, no dia 28/06, sessão do documentário “Bikes vs Cars”, do cineasta sueco Fredrik Gertten, seguida por debate com convidados ligados ao tema do filme e comunidade. A programação é gratuita e acontece toda última quarta-feira do mês nos teatros do Sesc em Chapecó, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages e Laguna, às 19h. (+http://ww2.sesc-sc.com.br/evento/3458/null)

“Bikes vs Cars” apresenta um novo modo de mobilidade urbana. O roteiro também discute a enorme cadeia econômica dependente do carro e mostra como a indústria automobilística influencia nas políticas públicas das cidades e como a bicicleta começa a mudar uma parte desse jogo. Gravado em São Paulo (Brasil), Los Angeles (EUA), Toronto (Canadá) e Copenhague (Dinamarca), o audiovisual mostra realidades completamente diferentes, desde a luta por incluir o uso da bicicleta no dia a dia das pessoas em São Paulo até Copenhague, cidade que é referência internacional em mobilidade urbana.

O projeto Diálogos Urgentes iniciou em abril e segue até novembro, com o objetivo de favorecer o diálogo entre grupos, coletivos, agentes, estudantes e sociedade. As obras audiovisuais selecionadas para exibição levantam temáticas como loucura e arte, bullying, racismo, mobilidade urbana, feminismo, ditadura militar, formação do indivíduo, entre outros, que serão debatidos por convidados ligados aos assuntos e comunidade.

“Com esta ação, o Sesc abre um espaço de diálogo na sociedade. As temáticas em pauta se tornam cada vez mais urgentes de serem debatidas, para que a reflexão traga novos horizontes ao mundo contemporâneo. Promover essas discussões, por meio do cinema, estimula o cidadão no que diz respeito ao desenvolvimento da sua percepção do mundo e incentiva a formação de uma consciência crítica”, declara Maria Teresa Piccoli, gerente de Cultura do Sesc/SC.

SINOPSE “BIKES VS CARS”
Em tempos de uma crise generalizada, é necessário relacionar algumas discussões no que tange ao clima, recursos naturais e cidades. A indústria automobilística cresce desenfreadamente. Ciclistas militantes buscam mudanças radicais na mobilidade das grandes cidades. As diferenças no uso de bicicletas e de carros são gritantes em comparação entre algumas cidades, como São Paulo e Copenhague. Direção: Fredrik Gertten; Gênero: Documentário; Nacionalidade: Suécia.

Mais informações:

Sesc em Chapecó – Rua Brasília, 475-D – J. Itália (49) 3319.9100
Sesc em Florianópolis (Prainha) – Travessa Syriaco Atherino, 100 – Centro, (48) 3229.2200
Sesc em Itajaí – Rua Almirante Tamandaré, 259 – Centro (47) 3249.3850
Sesc em Jaraguá do Sul – Rua Jorge Czerniewicz, 633 (47) 3275.7800
Sesc em Joinville – Rua Itaiópolis, 470 – Centro (47) 3441.3300
Sesc em Lages – Av. Dom Pedro II, 1693 (49) 3222.3936
Cine Teatro Mussi em Laguna – Rua Osvaldo Cabral, 165 – Centro Histórico (48) 3644.015

Fonte: SESC SC, em 22 de junho de 2017.

Massas Críticas catarinenses

Maio de 2014. Quase um ano e meio após os prefeitos assumirem e 3,5 anos de os catarinenses terem um novo governador, em que pese o início de obras cicloviárias, o mês foi mais de discórdias do que de casamentos.

Com prazo de término para a época das eleições, teve início, enfim, a ciclovia na SC-405, no Rio Tavares, em Florianópolis. Após mais de dois anos dificultando a vida dos estudantes das escolas da região, uma obra que deveria ter sido feita até junho de 2012 enfim há de começar. Uma vitória da sociedade? Nem tanto. Além da demora, a largura de 3m onde não haverá postes e pontos de ônibus colocará em conflito pedestres e ciclistas. É um avanço, sem dúvida. Tímido e sem resolução de pontos de conflitos, mas um avanço.

Como tem se tornado constante, maio também foi um mês de perdas. Constância essa que não se fez sentir nos movimentos de bastidores para mudar e melhorar a situação cicloviária catarinense.

Muito pelo contrário. Na capital, o prefeito vetou projeto de lei que extendia para locais de ensino, cultura, lazer e estacionamentos a necessidade de possuir paraciclos ou bicicletários. E seu braço direito, secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano e superintendente do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF) foi categórico ao dizer:

– As pessoas falam muito da ditadura do automóvel, mas existe também a ditadura da ciclovia, que oprime o pedestre!

Uma fala absurda para momentos de inação tanto para os pedestres quanto para os ciclistas. Ignorando as próprias comissões do IPUF, como a Pró-Bici e o Floripa Acessível, e o histórico da ViaCiclo e da própria Bicicletada Floripa, que sempre lutaram por melhorias para pedestres e para o transporte coletivo – exemplos clássicos constam com a Vidal Ramos e a R. Ver. Osni Ortiga. Talvez o secretário baseie-se na SC-405, que teve seu projeto denunciado reiteradamente, inclusive em instâncias jurídicas, pelos ciclistas.

Se na cidade algumas obras devem sair com infraestrutura cicloviária – inferior – , como na Av. Gov. Ivo Silveira, na própria R. Ver. Osni Ortiga e da R Dep. Antônio Edu Vieira, a própria prefeitura prejudica tanto pedestres quanto ciclistas na R. Padre Rohr, em Santo Antônio de Lisboa… e simplesmente ignora a implementação de uma cicloestrutura em plena Av. das Rendeiras, no coração da Lagoa da Conceição. Sem estudos numéricos de tráfico minimamente decentes, a opção foi pela manutenção de estacionamentos para o veículo particular. Um soco no estômago do planejamento cicloviário municipal, que previa há mais de dez anos a passagem de uma ciclovia por uma das mais cênicas paisagens ilhoas.

Sabendo que desde que assumiu, o prefeito Cesar Souza Júnior (PSD) ainda não construiu nem 10km de infraetrutura cicloviária decente e adequada percebe-se que vai ser muito difícil que ele cumpra, até o próximo mês, os 40km prometidos em 18 meses durante sua campanha eleitoral e sabatina. E o que deixa os ciclistas ainda mais nervosos é que parece cada vez mais distante que essa cifra seja atingida…

Mas é por isso, afinal, que existem as Bicicletadas!

Confira se vai haver na sua cidade e participe!

Blumenau

Saída da Prefeitura da Blumenau, na Praça Victor Konder, às 18h30.

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Brusque

Brusque 2014-05-30

Ao final da Bicicletada, palestra com Thiago Fantinatti, autor do livro “Trilhando Sonhos”, na Praça da Cidadania – Fundação Cultural.

Brusque 2014-05-30 Trilhando Sonhos

Chapecó

Chapeco geral v2

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Florianópolis

Florianopolis 2014-05-30Arte: Flora Neves

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Massas Críticas carnavalescas catarinenses

Fevereiro chegou em ritmo de Carnaval. Mas foi sem agitação que o ano passou na maioria das cidades catarinenses, para sincero desespero de seus ciclistas. Na administração pública, parece que as coisas só começam mesmo após o período sabático do Carnaval, mesmo num ano enxuto por Copa do Mundo e eleições.

Se Santa Catarina, em especial Florianópolis, deu show no Fórum Mundial da Bicicleta, em Curitiba, na cidade mesmo não se observou mudanças estruturais e planejamento estratégico para este 2014. Um mês perdido, como tantos outros. Mas com vidas perdidas também, como ocorreu em São José.

Enquanto os gestores se afastam da vida nas cidades, Santa Catarina e seus municípios continuam dando maus exemplos. E, ao contrário dos especialistas de fora que levantaram questões e debates em Curitiba, por aqui pouca coisa se apreende, e muito menos ainda se faz.

Que março comece com ventos melhores. No cenário atual, tem tudo para isso.

E é justamente essa inatividade grandiosa do Poder Público que continua a alimentar as Massas Críticas.

Confira se a sua cidade contará com uma Bicicletada e participe!

Blumenau

Blumenau 2014-02-28Arte: Fran Schmitz

Brusque

Brusque 2014-02-28

Chapecó

Chapeco geral v2

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Florianópolis

Florianopolis 2014-02-28 CarnavalArte: Lucas Seara Medeiros

Massas Críticas catarinenses 2014

O ano de 2014 começou da mesma forma que 2013, mas com menos esperança. De fato, quanto a ações e efetividade, é como se muitos prefeitos catarinenses não tenham assumido ainda os seus mandatos. Afora as manifestações de junho e julho nas ruas, em diversas cidades do Estado os ciclistas externaram o seu descontentamento com as condições desumanas do trânsito. Muito pouco foi feito. Criciúma ganhou seus primeiros quilômetros de ciclofaixas, enquanto que Florianópolis e Jaraguá do Sul viram crescer um pouco a sua malha cicloviária, nem sempre da melhor maneira possível – ou da mais efetiva, ou da mais eficaz.

Muitos ciclistas, infelizmente, tombaram em 2013. Ou melhor, foram tombados! Florianópolis, Blumenau, Joinville, Brusque, Jaraguá do Sul, Balneário Piçarras, Barra Velha e tantas outras cidades tiveram no ano passado o sangue de um ciclista derramado em suas estatísticas. Uma cidade civilizada – uma cidade humana! -, cuja mobilidade urbana exerce a sua função de traslado de pessoas, tem que ter esse índice igual a zero. Zero mortes e nem uma a mais! Porque uma cidade boa para se locomover é aquela em que o indivíduo possa fazer a sua opção de modal sem temer pela sua segurança, sem a preocupação de não retornar à casa e à família. Sob este ponto de vista, é triste ver que essas cidades citadas falharam, enormemente, em promover a mobilidade ciclística. Falharam elas e, em muitos lugares, falharam também Santa Catarina (mortes em rodovias estaduais) e o Brasil (rodovias federais). Uma falha que custa, todos os anos, muito à coletividade e que não tem um valor que se possa precificar nos corações  e lembranças que sobre a terra ficaram, saudosos.

O que mais gera receio, entretanto, é ver muito pouca coisa realmente sendo feita para melhorar a vida “das pessoas”. É ausência de projetos bons e falta de vontade em ir atrás deles. É o colapso do trânsito sendo gestado *ou não) agora pelos administradores.

O povo, sofrido, pede, portanto, mais. E, como tem feito nos últimos onze anos e meio, vão às ruas. Até porque o Brasil não acordou apenas em 2013. Os ciclistas, ao menos, estão nessa sina há muito mais tempo!

Veja, portanto, com atraso admite-se, a relação de Bicicletadas que estavam previstas para ocorrer na última sexta-feira do mês de janeiro em solo barriga-verde.

Blumenau

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Artes: Yasna Muñoz Catalán

Os ciclistas de Blumenau têm um motivo extra para protestar. A Rua Fritz Spernau, popularmente conhecida como Rua da Coca-Cola, um importante eixo entre os bairros Itoupava Norte e Fortaleza ainda não teve a sua ciclofaixa implantada, quase quatro meses após o término das obras carrocráticas de sua revitalização.

Brusque

Brusque 2014-01-31

Notícia triste é que um participante da Bicicletada Brusque fora atropelado na quinta-feira, 30 de janeiro, véspera da pedalada. Ele encontra-se hospitalizado.

Chapecó

Chapeco geral v2

Com concentração a partir das 18h30 na praça da Catedral, a Bicicletada de Chapecó assumiu seu protagonismo em prol da cidadania e seguiu até o Centro de Convenções, onde haveria a audiência pública final para a aprovação do Plano Diretor do município.

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Florianópolis

A Massa Crítica da Capital teve como tema o verão. Saída às 19h da pista de skate da Trindade. Concentração a partir das 18h.

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Joinville

Joinville realiza a sua Massa Crítica com relativa regularidade, embora não tenha sido possível obter com precisão se em janeiro seria realizada a pedalada na maior cidade catarinense.

Mas o município mal comemorou a lei que cria a Semana Municipal da Bicicleta e já houve um incidente muito mais grave envolvendo os ciclistas joinvillenses. Apesar de a legislação federal pregar a intermodalidade, e embora fosse consenso entre os demais usuários do ônibus envolvido, um ciclista foi agredido por policiais na cidade após adentrar o coletivo com a sua bicicleta. A entrada do ciclista no ônibus aconteceu logo após um protesto contra o aumento da tarifa do transporte público, em pleno mês de janeiro.

A Bicicletada Joinville lançou uma Nota Oficial de repúdio sobre o ocorrido. O atual prefeito de Joinville, o empresário Udo Döhler (PMDB), cancelou a licitação do transporte na cidade. Nas audiências públicas, a intermodalidade foi levantada por diversos cidadãos, que foram solenemente ignorados pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável de Joinville (IPPUJ).

Massas Críticas catarinenses

Novembro vem e carrega consigo um ano inteito de desgoverno. Avanços mínimos perante os retrocessos. Vidas a menos sem a menor preocupação dos governantes.

No Estado de Santa Catarina, dinheiro para investimento tem. Mas a preocupação é por jogá-lo pelo ralo, em mais um elevado na SC-401. Para projetos cicloviários decentes, absolutamente nenhum tostão na mesma rodovia, conhecida como a Rodovia da Morte dos Ciclistas, com sete falecimentos em seus 20km desde a vigência da Lei Seca.

Com o fim do ano, as promessas de campanha vão sendo, uma a uma, paulatinamente quebradas.

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Massas Críticas catarinenses

Outubro finda. Com ele, um misto sentimento de esperança e desamparo fortalecessem-se nos vibrantes corações dos ciclistas catarinenses, esses cidadãos.

O ano aproxima-se do fim e deixa para trás um rastro seleto de oportunidades perdidas e de pequenos avanços conquistados.

Enrique Peñalosa esteve por aqui. E mostrou com competência algumas de nossas maiores incompetências. Incompetência de ação, de gestão, de planejamento, mas, principalmente, incompetência pela inação.

Inação ao não fazer e inação ao não se ouvir e, por isso, não se conhecer.

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Massas Críticas catarinenses

Agosto chega ao fim. Um mês de gostos e desgostos.

Num mesmo fim-de-semana, o presidente da ViaCiclo é atropelado, o prefeito de Florianópolis sente medo ao pedalar e um ciclista morre num lugar que deveria ter ciclovia há tanto tempo quanto durou a vida do garoto.

Ergueu-se bicicletas-fantasmas, em Florianópolis e em Jaraguá do Sul. Dois monumentos em rodovias administradas pelo Governo Estadual.

Fica-se no tempo das promessas. Com mais R$ 1 milhão talvez a serem empenhados este ano, a capital catarinense vê-se ainda numa ausência de obras estruturantes e focadas no planejamento urbano real, participativo e verdadeiro. O capital a ser investido ainda é inferior ao montante retirado do orçamento anual para obras cicloviárias. O tempo urge e, com mais um guerreiro em bicicleta, foi implacável.

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Massas Críticas catarinenses

Julho chega com neve e frio em Santa Catarina.

Ainda assim, não é o vento e muito menos o frio que andam atormentando a vida dos ciclistas catarinenses.

O desrespeito oficial e não oficial parecem ser a regra neste Estado dito desenvolvido.

Rodovias são feitas, e ampliadas, e duplicadas, em desacordo com a lei, à revelia da circulação de ciclistas.

Ruas são revitalizadas e o dinheiro das ciclovias vão para o asfalto impermeável.

Enquanto isso, Lylyans tombam no betume duro.

E, pela parte oficial, do Estado e das prefeituras, ninguém se manifesta. Nenhum tomador de decisão realmente age.

A inércia dos congestionamentos transmuta-se na inércia da verdadeira vontade política.

O sofrimento dos ciclistas parece mesmo estar longe do fim.

Será que os postes que afixam ghost bikes irão se findar antes que as ciclovias permanentes tenham início, meio e fim?

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Para comemorar pedalando o Dia do Trabalhador

A reportagem abaixo foi originalmente publicada na edição on line do periódico Diário Catarinense em 30 de abril de 2011 (às 10h12). Você pode ler a matéria no site do DC aqui.

MÚSICA

Passeios ciclísticos em 20 cidades de SC comemoram o dia do trabalhador, no domingo

Concerto gratuito encerra o dia com marchas e canções militares, hinos, músicas populares e eruditas

Ruas e avenidas de 20 cidades de todas as regiões de Santa Catarina serão tomadas, neste domingo, no dia do trabalhador, por passeios ciclísticos e diversas atividades de lazer, recreativas e culturais abertas à comunidade. O Dia do Pedal, promovido pela segunda vez pelo Serviço Social do Comércio (Sesc/SC), incentiva a adoção de hábitos saudáveis.

A data foi escolhida com o intuito de celebrar o dia do trabalhador e promover uma opção de lazer aliando a integração com a família e a promoção da qualidade de vida. Participantes de todas as regiões do Estado serão incentivados a praticar a atividade de uma forma divertida e descontraída. No ano passado, em sua primeira edição, o Dia do Pedal reuniu cerca de 20 mil pessoas em 15 cidades catarinenses.

Para encerrar, a Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais faz uma apresentação no trapiche da Avenida Beira-Mar Norte. O concerto — que faz parte das comemorações do dia do trabalhador — terá marchas e canções militares, hinos, músicas populares e eruditas e será gratuito e aberto ao público.

A banda tem suas raízes na Brigada Real da Marinha e é, atualmente, composta por dois maestros e 110 músicos formados e aperfeiçoados na Escola de Música do Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo, do Corpo de Fuzileiros Navais, sediado no Rio de Janeiro.

Entre as grandes personalidades do cenário musical brasileiro e internacional que foram integrantes das bandas de música dos fuzileiros destacam-se o professor e maestro Oswaldo Passos Cabral, autor do Poema Sinfônico Riachuelo, que retrata as glórias da Marinha do Brasil na Batalha Naval do Riachuelo e, como professor e regente, o maestro Francisco Braga, autor da música do Hino a Bandeira e patrono das bandas de música da Marinha.

Veja onde serão realizados os passeios ciclísticos:

Blumenau
Horário: A partir das 7h30min
Local: Parque Vila Germânica

Brusque
Horário: A partir das 8h
Local: SESC Brusque

Caçador
Horário: A partir das 8h30min
Local: Parque Central José Adami

Canoinhas
Horário: A partir das 13h30min
Local: Prefeitura Municipal

Chapecó
Horário: A partir das 9h
Local: Praça Coronel Ernesto Bertaso

Concórdia
Horário: A partir das 13h
Local: Prefeitura Municipal

Criciúma
Horário: A partir das 8h
Local: SESC Criciúma

Florianópolis
Horário: A partir das 15h
Local: Trapiche da Beira-Mar Norte

Itajaí
Horário: A partir das 7h30min
Local: Supermercado Forte Atacadista

Jaraguá do Sul
Horário: A partir das 8h
Local: SESC Jarágua do Sul

Joaçaba
Horário: A partir das 13h30min
Local: Praça da Catedral

Lages
Horário: A partir das 8h30min
Local: Supermercado Alvorada

Laguna
Horário: A partir das 8h
Local: Praça Julio Villa

Rio do Sul
Horário: A partir 7h30
Local: SESI Rio do Sul

São Bento do Sul
Horário: A partir das 8h30
Local: SESC São Bento do Sul

São José
Horário: A partir das 8h
Local: Beiramar de São José

São Miguel do Oeste
Horário: A partir das 13h
Local: Praça Walnir Bottaro Daniel

Tijucas
Horário: A partir das 7h30min
Local: SESC Tijucas

Tubarão
Horário: A partir das 8h
Local: SESC Tubarão

Xanxerê
Horário: A partir das 8h30min
Local: SESC Xanxerê

Saiba mais:

Dia do Pedal SESC em São José e em Florianópolis

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