(Vídeo) SBT Meio Dia: Motorista atropela e mata ciclista na SC-401 na Capital

Acima, chamada para o jornal “SBT Meio Dia”, mostrando local em que ocorreu a colisão que vitimou o ciclista e jornalista Róger Bitencourt. Abaixo, conteúdo originalmente exibido no programa “SBT Meio Dia”, do SBT Santa Catarina, em 28 de dezembro de 2015.

Acima, entrevista com o inspetor da Polícia Rodoviária Federal Luiz Graziano. Uma pena o comentário final dele, ainda baseado numa lógica rodoviarista de que a via é lugar de passagem de automóveis e não o caminho de pessoas que a têm que cruzar para seguir ao seu destino.

Abaixo, entrevista com o presidente da Associação dos Ciclousuários da Grande Florianópolis (ViaCiclo), Daniel de Araújo Costa, dos ciclistas Rafaella Della Giustina e Ari Laercio Boehme, do capitão Davi Silveira dos Santos, da Polícia Militar de Santa Catarina, e do prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Júnior.

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(Vídeo) Morte de ciclista na SC-401 causa indignação e comoção em Florianópolis

Conteúdo exibido originalmente no RBS Notícias, da RBS TV SC,  em 28 de dezembro de 2015. Assista aqui à reportagem no site.

(Vídeo) Bom Dia SC: Três ciclistas falecem no trânsito de SC

Conteúdo exibido originalmente no Bom Dia Santa Catarina, da RBS TV SC,  em 29 de dezembro de 2015. Assista aqui à reportagem no site.

(Vídeo) Jornal do Almoço aponta os problemas e perigos na SC-401 em Florianópolis

Conteúdo exibido originalmente no Jornal do Almoço, da RBS TV SC,  em 29 de dezembro de 2015. Assista aqui à reportagem no site.

Fica a nota triste pela postura omissa do Departamento de Infraestrutura (DEINFRA/SC). Ao afirmar que novas obras virão apenas com recursos do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis (PLAMUS), o órgão ignora duas questões importantes.

A primeira é que o PLAMUS é um plano de pesquisa, diagnóstico e proposições, que foi encerrado em 5 de dezembro. Ele não prevê recursos. Em outras palavras, se o DEINFRA conta com esses recursos para a construção de calçadas e ciclovias, ele implicitamente indica que nada fará.

A segunda questão é que, já com o PLAMUS tendo sido apresentado diversas vezes, o próprio órgão usou recursos próprios para ampliar um trecho da própria SC-401, construindo uma nova faixa. Por ironia do destino, o trecho contemplado – sem a construção de infraestrutura para pedestres e ciclistas e sem respeito ao próprio PLAMUS – passa ao lado do cemitério Jardim da Paz, o mesmo em que Róger Bitencourt foi velado.

 

Charge – Desisto!

charge Mendes ND 2015-09-30 Desisto

A charge acima foi publicada no Jornal Notícias do Dia, edição da Grande Florianópolis, no dia 30 de setembro de 2015. A autoria dela é de Luiz Mendes.

Veja as últimas charges de Mendes neste site:charge - Mendes ND 2011-09-22 DMSC

Charge – Carro vs Lar

Charge – Semana do Trânsito

Charge – Lei Seca no Carnaval

Charge – Dia Mundial Sem Carro

Charge – Semana Mundial Sem Carros

Charge – A Ilha tá afundando…

Artigo: “Ciclovia e Mobilidade Urbana”, por Luiz Henrique da Silveira

Artigo divulgado em 11 de novembro de 2013. Veja também em PDF.

Ciclovia e Mobilidade Urbana

Em setembro de 1978, uma multidão jamais vista em Joinville, aglomerou-se para assistir à inauguração da Ponte do Trabalhador. Construí-la foi o maior compromisso que assumi, durante a campanha eleitoral de 1976.

Ao comparecer em massa, o povo joinvilense demonstrou compreender a importância daquela obra, que fez a união da Zona Leste (Boa Vista, Iririú, Aventureiro) e a Zona Sul (Guanabara, Fátima, Itaum), reduzindo consideravelmente a distância entre esses bairros e criando a primeira linha direta de ônibus entre eles.

Junto com a Ponte, esses bairros ganharam 14 quilômetros de ciclovia, que, embora pioneira em Santa Catarina, ainda é a única via para ciclistas, com essa extensão.

O enfrentamento da questão da mobilidade nas cidades sempre foi uma preocupação que tive quando ocupei cargos executivos, mesmo antes do crescimento colossal da frota de veículos na última década, que acabou fazendo com que o problema passasse a ser um dos que mais atormenta gestores públicos brasileiros.

Assim como Joinville foi a primeira cidade a contar com ciclovia, também foi a primeira a ter terminais de integração (que chamamos de Estações da Cidadania), com a tarifa única para passagem de ônibus. Até 1996, pagavam-se, no mínimo, duas passagens, no deslocamento de um bairro ao outro.

Com a construção daqueles terminais, a instituição da bilhetagem eletrônica e da passagem única, a vida dos trabalhadores de nossa cidade com certeza melhorou. Mas, a mobilidade urbana conquistada aquela época é anulada hoje pela fantástica multiplicação do número de veículos, o que impõe aos governantes decisões criativas, como a que propôs o Senador Randolfe Rodrigues, incluindo no Sistema Nacional de Mobilidade Urbana, as “bicicletas públicas de uso compartilhado”.

Fui o relator desse projeto, aprovado na última semana na Comissão de Constituição e Justiça, atribuindo aos municípios a disponibilização de bicicletas públicas de uso compartilhado.

Esta é uma realidade que já existe em muitas cidades. Cito duas, que são exemplos de uso desse sistema: Paris e Copenhagen.

Na Dinamarca, aliás, 70% das pessoas locomovem-se de bicicleta. Até mesmo Ministros de Estado vão de casa ao trabalho, pedalando.

No Brasil, é preciso mudar a cultura do automóvel. É preciso acabar com o dito idiossincrático de que “ônibus é coisa de pobre”. E incorporar o uso da bicicleta nos hábitos dos cidadãos. Pedalar, além de economizar energia, contribuindo para a qualidade do meio ambiente, é um dos exercícios mais saudáveis.

Os congestionamentos do sistema viário têm levado milhões de brasileiros a perderem preciosas horas de suas vidas no interior de veículos motorizados, que se locomovem a velocidades lentíssimas, emitindo milhares de partículas de CO2 à atmosfera.

Contra esse verdadeiro caos urbano, caracterizado por irritantes filas quilométricas, é preciso deixar o carro em casa; optando pela bicicleta, ou, pelo menos, pelo ônibus.

Por Luiz Henrique da Silveira*

* Luiz Henrique da Silveira é senador da República

Saiba mais:

Projeto do Senado incentiva implantação de bicicletas públicas

Rótula da UFSC será palco de novo protesto de ciclistas

Após mais uma ciclista atropelada e diante da inação dos gestores públicos, a manifestação a ocorrer nesta quarte-feira, 6 de novembro, deverá cobrar posições da UFSC e da Prefeitura, que é quem tem a capacidade legal de resolver a situação. Em reunião em julho, o superintendente do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis, Dalmo Vieira Filho, afirmou aos ciclistas que se reuniria para verificar melhorias na rótula em que Lylyan Karlinski Gomes foi atropelada antes do início do segundo semestre letivo de 2013. Até agora, ao final do semestre, nada foi feito.

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Desrespeito com os pedestres em São José

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Pedestres encontram dificuldade para transitar por ruas do Kobrasol e Campinas, em São José

Quem transita a pé por ruas de bairros como Kobrasol e Campinas, em São José, encontra uma série de dificuldades pelo caminho. A falta de espaço público reservado para pedestres ou até mesmo a obstrução de locais que são de passagem de pedestres são problemas diários enfrentados por quem se aventura a andar a pé em meio às lojas e aos carros.

Em determinados locais do Kobrasol, como na Avenida Lédio João Martins, por exemplo, os lojistas utilizam as calçadas como se fossem estacionamentos particulares onde, em muito locais, os pedestres acabam prejudicados pela falta de espaço para transitar.

Segundo o guarda municipal de São José, Eduardo de Oliveira, a questão é complicada pela falta de regulamentação específica. “Não há uma definição clara de onde fica exatamente o espaço para passeio público em alguns locais”. De acordo com ele, em algumas situações o tamanho do carro interfere diretamente na fiscalização, já que os carros maiores correm o risco de tomarem conta de toda a calçada, não sobrando espaço para os pedestres.

“As pessoas são espremidas nas pequenas calçadas. Entendo que temos muitos carros nas ruas, mas acho falta de respeito com os pedestres”, criticou a professora Silvia Berro, 35 anos, durante um passeio com o filho na avenida Central do Kobrasol.  A doceira Crisleine Schelemper, 33, também sofre cada vez que sai de casa com o carrinho de bebê.  “Os automóveis estão muito em cima das pessoas. Pela quantidade de público que caminha por aqui todos os dias creio que sejam necessárias algumas mudanças em prol de quem está a pé”, pediu.

Só no calçadão os pedestres conseguem caminhar com tranquilidade. Foto: Rosane Lima / ND.

Só no calçadão os pedestres conseguem caminhar com tranquilidade. Foto: Rosane Lima / ND.

O aposentado Cesar dos Santos, 68, acredita que as calçadas estão cada vez menores. “A disputa com os veículos só aumenta. Escapei de atropelamento por duas vezes. O poder público precisa tomar atitudes”, pede o morador do bairro Kobrasol.

De acordo com Priscila Godinho, comandante da guarda municipal de São José, ao longo dos anos os próprios lojistas fizeram obras em frente a seus estabelecimentos e cada um fez isso de acordo com suas necessidades, sem um controle específico. Há casos em que, em frente a uma loja não há nenhum espaço para pedestre e, em outros, há até duas calçadas (uma próxima à rua e outra próxima à loja). “O fiscalizador fica sem ter o que fazer, pois a infraestrutura do local não colabora”, avalia Priscila.

A secretária Andréa Pacheco, da Secretaria de Segurança, Trânsito e Defesa Social de São José apresentou no dia 18 de outubro uma proposta para a prefeita Adeliana Dal Pont para tentar resolver estes problemas. Segundo Andréa, a proposta prevê alterações viárias em Campinas e Kobrasol, alterações do fluxo de trânsito e aumento de calçadas. Na Avenida Lédio João Martins, por exemplo, o objetivo é padronizar a calçada, permitindo que os pedestres caminhem em frente às lojas sem obstáculos. “Vamos priorizar os pedestres e os ciclistas com o aumento das calçadas. O objetivo é levar os pedestres próximos às lojas, estimulando o comércio.”

Soluções serão discutidas com moradores

O primeiro entrave para a Prefeitura é definir se a área onde os carros estacionam na Lédio João Martins é pública ou privada. Esta questão será debatida com o Ministério Público no próximo dia 31. A partir daí, o objetivo da Secretaria de Segurança, Trânsito e Defesa Social é discutir as alterações com as associações de moradores de Campinas e Kobrasol e, a partir daí, implementar as medidas.

Silvia Berro e Crisleine Schelemper enfrentam dificuldades com carrinhos de bebê. Foto: Rosane Lima / ND.

Silvia Berro e Crisleine Schelemper enfrentam dificuldades com carrinhos de bebê. Foto: Rosane Lima / ND.

“Essas questões são muito controversas. Em relação aos estacionamentos, alguns lojistas são a favor de multar e outros são contra. Vamos propor que sejam feitas obras de aumento das calçadas para dar mais espaço aos carros, pedestres e incluir estes espaços na Zona Azul para dar rotatividade de clientes aos lojistas”, comenta Andréa.

A guarda municipal contabiliza que as principais infrações em São José são relacionadas a estacionamento irregular, atrapalhando o fluxo de automóveis e pedestres. Somente em setembro, 696 pessoas foram notificadas na cidade por infringirem normas relacionadas a estacionamento. Os que estacionam em local proibido estão em primeiro lugar (188 notificações), seguido por estacionar sobre calçadas (162) e estacionar em carga e descarga (42). As multas variam de R$ 50 a R$ 120, dependendo da infração, e geram de 4 a 7 pontos na carteira do motorista.

Lei municipal específica para farmácias e bancos

A lei n° 2907, de 1996, garante estacionamento temporário e rotativo de veículos em frente a farmácias e drogarias localizadas em São José, desde que haja placas de sinalização específica, no limite máximo de 15 minutos. O benefício também é estendido aos estabelecimentos bancários, onde o usurário pode ficar estacionado por até 30 minutos.

O que diz a lei

O capítulo 4 do Código de Posturas do Município de São José, de 1966, que discorre sobre trânsito público, garante que:

Art. 86 – O trânsito, de acordo com as leis vigentes, é livre, e sua regulamentação tem por objetivo manter a ordem, a segurança e o bem-estar dos transeuntes e da população em geral.

Artigo 87 – É proibido embaçar ou impedir, por qualquer meio, o livre trânsito de pedestres ou veículos nas ruas, praças, passeios, estradas e caminhos públicos, exceto para efeito de obras públicas ou quando exigências policiais o determinarem.

Felipe Alves
(colaborou Alessandra Oliveira)

Fonte: Jornal Notícias do Dia, versão da Grande Florianópolis, de 30 de outubro de 2013.

Maratona Intermodal permanece confirmada mesmo com chuva

:: Maratona Intermodal adiada

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Transporte compartilhado pode ajudar a melhorar a mobilidade urbana na Grande Florianópolis

Sistema “Vaidequê?” já funciona na Capital; Dia Mundial Sem Carros debate soluções para melhorar o trânsito na Grande Florianópolis

Um sistema online que possibilita agendar ou compartilhar o transporte é uma das soluções apresentadas para melhorar o trânsito em Florianópolis e região. O projeto “Vaidequê?” sugere o uso de tecnologias para se locomover na cidade que obriga o uso excessivo de carros por sofrer com a falta de ônibus, ciclovias e outras alternativas de transporte. O sistema, inovador no Estado, é muito simples: o usuário se cadastra no site, informa para onde e que horários precisa de transporte e os prestadores de serviço agendam o deslocamento.

O meio utilizado para o transporte é a Van, com capacidade para até 21 passageiros. Com isso, o usuário pode agendar transporte para ele ou para um grupo de pessoas ou então compartilhar o veículo que já está agendado por outro grupo, para onde quiser e em qualquer horário. A ideia é reduzir o número de automóveis nas ruas, contribuir para a melhoria do trânsito, baratear os custos com transporte e ser a alternativa ideal para respeitar a Lei Seca.

Congestionamentos: Trânsito em Florianópolis está cada vez mais complicado. Foto: Daniel Queiroz / ND.

Congestionamentos: Trânsito em Florianópolis está cada vez mais complicado. Foto: Daniel Queiroz / ND.

De acordo com Cláudia de Siervi, coordenadora da Rede Ritmos das Cidades e diretora da Zapta – cidades em movimento, empresa responsável pelo desenvolvimento do Vaidequê?, o sistema foi pensado exclusivamente para Florianópolis. “Temos um problema sério com transporte público aqui, que é muito limitado, especialmente nos fins de semana. Com o projeto, as pessoas podem compartilhar o transporte em qualquer horário e para qualquer lugar. Se o usuário tem que ir do Centro para o Norte da Ilha, por exemplo, das 22h às 4h, vai ter transporte, é só agendar. Por outro lado, o prestador de serviço só tem que se preocupar com a origem, o resto é tudo comandado pelos usuários”, destaca.

O site do sistema (www.vaideque.com.br) ainda está em caráter experimental, para identificar a real necessidade dos usuários. Por enquanto, a prefeitura tem oito Vans cadastradas para o programa. Depois da fase de testes, a Zapta vai lançar o aplicativo do sistema para, de fato, dar início ao transporte compartilhado na Capital.

Dia Mundial Sem Carros tem programação neste domingo

A alternativa do transporte compartilhado foi uma das soluções apresentadas nesta sexta-feira, na 2ª Circunferência Sobre Mobilidade Urbana da Grande Florianópolis, que integra a programação do Dia Mundial Sem Carros, celebrado neste domingo. A data foi criada em 1997, na França, como um dia para reflexão sobre o uso excessivo de carros.

O evento debateu, no campus da UFSC, alternativas para melhorar a mobilidade urbana, com iniciativa da Ritmos das Cidades, em parceria com organizações relacionadas à educação, aos movimentos sociais, aos serviços públicos e à tecnologia, como a MobFloripa e a Floripa Quer Mais. Neste domingo, as entidades organizam a Maratona Intermodal, no trapiche da Beira-mar Norte.

Os moradores da Grande Florianópolis serão desafiados, entre 10h e 16h, a percorrer o trajeto da sua casa até o trapiche de forma sustentável, utilizando ao menos três diferentes meios de transporte e documentando a viagem (foto ou vídeo). Aqueles que utilizarem o maior número de modalidades sustentáveis e forem mais criativos serão premiados ao final do evento.

A entrega dos prêmios será realizada no trapiche, às 18h. A ideia é mostrar que é possível mudar os hábitos em prol da mobilidade sustentável. A participação é gratuita. As inscrições podem se feitas no site www.ritmosdascidades.com.br ou no local, a partir das 10h. Mesmo com chuva, a programação está mantida.

SERVIÇO

O que: 2ª Maratona Intermodal
Quando: Domingo, das 10h às 18h
Onde: Trapiche da Avenida Beira-mar Norte
Inscrições: www.ritmosdascidades.com.br

Kerli Magri

Fonte: Jornal Notícias do Dia online, em 21 de setembro de 2013

Calota e Gasolina em Trânsito 2013

Saiu no site da Prefeitura Municipal de Florianópolis em 13 de setembro de 2013.

GMF prevê blitz educativa na Semana de Trânsito

Lei Seca é o mote da programação do evento

Uma série de atividades será desenvolvida na Semana de Trânsito, formatadas pela Secretaria Municipal de Segurança e Defesa do Cidadão, através da Guarda Municipal de Florianópolis. Marcada para ocorrer entre os dias 16 a 25 de setembro com exposição de carros batidos, teatro e blitze em vários pontos da cidade.

Veículos em perda total, por causa de embriaguez ao volante, estarão expostos em três pontos de Florianópolis. A intenção é a reflexão e a mudança de comportamento. Mesmo com o endurecimento, do ponto de vista criminal, da Lei Seca no final de 2012, o número de mortes ainda é elevado. De acordo com dados do Departamento Nacional de Trânsito, apenas em 2012 cerca de 42 mil pessoas perderam a vida em acidentes no país, sendo duas mil em Santa Catarina.

“O objetivo da exposição de veículos batidos é a conscientização dos motoristas sobre as consequências do consumo de álcool por motoristas, uma forma educativa de chamar a atenção para esse grave problema que enfrentamos”, define o gerente de Trânsito da Guarda Municipal, Valcir Brasil.

Os veículos estarão expostos no Parque de Coqueiros, na avenida Beira-mar Norte e no bairro Trindade.

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A partir do tema escolhido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que trata da questão do uso de álcool e outras drogas e por motoristas, a Guarda Municipal fez os preparativos do evento com o slogan ’’Trânsito seguro, responsabilidade de todos”.

Alunos do 1º ao 5º ano das 37 escolas municipais participam do Concurso Desenho e Redação, cuja premiação ocorre durante a Semana de Trânsito. O objetivo da campanha é alertar para o crescimento vertiginoso do número de mortes em acidentes automobilísticos no país.

As crianças ganham atenção especial, pois serão futuros atores no trânsito, seja como pedestre, motorista ou ciclista. O grupo teatral Calota e Gasolina fará apresentações em dias determinados. O entretenimento tem participação ativa do público. De forma interativa, os espectadores refletem sobre os equívocos cometidos no trânsito do dia a dia.

Cronograma
  • 16 e 17 – Blitz Educativa das 9 às 17 horas com distribuição de material informativo. Setor de Educação da Guarda Municipal de Florianópolis.
  • 18 – Cerimônia de Premiação do Concurso de Desenho e Redação da GMF ás 15 horas  no Auditório da Base da Guarda Municipal ( Portal Turístico) com participação do Teatro Calota e Gasolina.
  • 19 e 20 – No Centro da capital. Rua Deodoro esquina com a (rua) Felipe Schmidt. No horário compreendido entre 9 e 17 horas haverá muitas atrações . Apresentação do Teatro Calota e Gasolina, períodos matutino e vespertino.
  • 21 – Blitz da Lei Seca. Educativa. Teatro e participação da Polícia Militar (PM), Polícia Militar Rodoviária (PMRV), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Detran, Serviço Nacional do Transporte (Sest/ Senat).
  • 22 – Teatro , apresentação e distribuição de informativo no Trapiche da Beira Mar Norte.
  • 23 e 24 – Blitz Educativa com distribuição de informativos.
  • 25 – Blitz Educativa com distribuição de informativo.

Confira abaixo os horários e locais da peça teatral “Calota e Gasolina em Trânsito”.

Calota e Gasolina em Transito(Veja em PDF)

Notícia relacionada:

Prossegue Semana do Trânsito com várias atividades na Capital

Entrevista com Carme Miralles-Guasch

Na passagem da professora Dra. Maria Carme Miralles-Guasch por Florianópolis, na qual ela ministrará a disciplina condensada “Mobilidade Urbana Sustentável”, pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a repórter Carolina Dantas, do Diário Catarinense, lançou questões para a pesquisadora, cujas respostas você confere a seguir.

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Relação carro-ônibus-bicicleta

Relacao carro-onibus-bicicleta

Considerações básicas rapidamente rabiscadas por Vinícius Leyser da Rosa.

Saiba mais:

(Vídeo) Motoristas fazem treinamento para melhorar convivência com ciclistas

Ônibus & ciclistas: bom exemplo e mau exemplo

Ciclistas e motoristas de ônibus juntos em Florianópolis

Reflexos da má conduta de coletivos

Empresas de ônibus mexem-se após morte de ciclista

3 Segundos

Veja também:

(Mobilidade nas Cidades) “As pessoas devem usar o transporte público pelos seus benefícios”

(Vídeo) Motoristas fazem treinamento para melhorar convivência com ciclistas

Conteúdo exibido originalmente no Jornal do Almoço, da RBS TV SC,  em 31 de julho de 2013. Assista aqui à reportagem no site.

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(Vídeo) Band: Investimentos para a mobilidade urbana de Joinville

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Charge – Tá tudo congestionado!

charge - Armandinho DC 2013-07-31

A charge acima, de autoria do cartunista Alexandre Beck, foi publicada na pág. 6 do caderno Variedades do periódico Diário Catarinense de 31 de julho de 2013. Veja em PDF aqui.

Saiba mais:

Charge – Alternativas ecológicas de transporte
Charge – Armandinho na Pedalada Pelada

Veja também:

Dia do Motorista Charge – Pedala, Robin!
Símbolo de inteligência
Charge – Lei Seca no Carnaval
Charge – A Faixa de Gaza é mais segura que a faixa de pedestres

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