(Vídeo) Como funciona o bike rack em ônibus

Muitas pessoas têm dúvidas sobre a facilidade em se transportar a bicicleta num ônibus municipal. Várias pessoas acreditam que o tempo para se colocar a bicicleta é exageradamente demorado, que é de complicado manuseio ou que pode danificar a bicicleta.

No vídeo abaixo, feito em parceria com o Go Maine, é mostrado em etapas todo o procedimento, desmistificando as dificuldades e sanando várias dúvidas para quem ainda não conhece o funcionamento de um “bike rack“.

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(Vídeo) Bike rack em ônibus em Florianópolis

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(Vídeo) Bike rack em ônibus em Florianópolis

Programa exibido primeiramente pela TV Câmara Florianópolis em 25 de julho de 2015.

A repórter Amanda Santos entrevista o vereador Professor Felipe (PDT) e o conselheiro da União de Ciclistas do Brasil (UCB) Fabiano Faga Pacheco. O vereador foi proponente do Projeto de Lei Complementar 1415/2015, que trata da inclusão do “bike rack” como parte do sistema cicloviário do município.

Após a entrevista, em diálogos com integrantes da UCB, do Bike Anjo Floripa e da ViaCiclo, o projeto foi alterado para poder abranger todas as modalidades de transporte coletivo que forem ser implantadas ou licitadas.

Preparativos para a gravação do "Impressões", em 16 de julho. Foto: Luis Antônio Peters/ViaCiclo.

Preparativos para a gravação do “Impressões”, em 16 de julho. Foto: Luis Antônio Peters / ViaCiclo.

 

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(Vídeo) Bicicletas-fantasmas em Florianópolis
(Vídeo) Conversas Cruzadas: Ciclovias em Florianópolis
(Vídeo) Debatendo mobilidade urbana em Florianópolis

 

Projeto do Senado incentiva implantação de bicicletas públicas

O Projeto de Lei do Senado nº262/2013, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), recebeu parecer positivo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) dessa casa legislativa no dia 6 de novembro. Agora, o PLS segue para a Comissão de Infraestrutura de Serviços em caráter terminativo.

Além de conceituar o sistema cicloviário, o projeto determina a inclusão do serviço de compartilhamento de bicicletas nas políticas de mobilidade urbana dos municípios brasileiros

O que faz o Projeto de Lei do Senado nº262/2013

a) inclui no rol das assim denominadas “infraestruturas de mobilidade urbana”, no âmbito do Sistema Nacional de Mobilidade Urbana, as “bicicletas públicas de uso compartilhado”;

b) conceitua “sistema cicloviário” como a “infraestrutura física e operacional de apoio à mobilidade cicloviária, incluindo ciclovias, ciclofaixas, semáforos, estacionamentos, sinalização e bicicletas públicas de uso compartilhado”;

c) atribui aos municípios a prerrogativa de “disponibilizar à população bicicletas públicas de uso compartilhado”;

d) acresce às atribuições mínimas dos “órgãos gestores dos entes federativos incumbidos respectivamente do planejamento e gestão dos sistemas de mobilidade urbana” a de “implantar sistema cicloviário”;

e) adita aos instrumentos de gestão dos sistemas de transporte e de mobilidade urbana, passíveis de utilização pelos entes federativos, a “disponibilização de bicicletas públicas de uso compartilhado, que poderão ser utilizadas por qualquer pessoa, por tempo determinado, gratuitamente ou mediante pagamento módico”; e, por fim,

f) determina que “o sistema cicloviário” passe a ser considerado na elaboração do Plano de Mobilidade Urbana.

O texto da proposta destaca a importância de ter o transporte cicloviário como complemento  do transporte coletivo, buscando na mesma medida, desestimular o uso do automóvel, incentivando a ampliação e barateamento do transporte coletivo, e favorecendo o uso da bicicleta. De acordo com o senador, a crise de mobilidade que afeta as cidades brasileiras é um dos mais graves desafios da nossa sociedade.

:: Acompanhe a tramitação do projeto

Randolfe lamentou que enquanto os tributos totais cobrados na produção de carros populares no Brasil alcance atualmente 32% do preço final, para as bicicletas os impostos chegam a 40,5% em média. Tal excesso de tributação faz com as  bicicletas fabricadas no Brasil, explicou, estejam entre as mais caras do mundo.

— Uma bicicleta de aro comum, de 26 marchas, vendida, em média, por R$ 400 no Brasil, é cerca de 54% mais cara que uma similar nos Estados Unidos — disse.

Na Semana Nacional da Mobilidade Urbana, durante o Dia Mundial Sem Carro, em 22 de setembro, o senador Ranfolde Rodrigues (PSOL-AP), juntamente com o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), usou a bicicleta para se deslocar para os trabalhos no Senado. Foto: Divulgação / Senado.

Na Semana Nacional da Mobilidade Urbana, durante o Dia Mundial Sem Carro, em 22 de setembro, o senador Ranfolde Rodrigues (PSOL-AP), juntamente com o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), usou a bicicleta para se deslocar para os trabalhos no Senado. Foto: Divulgação / Senado.

De acordo com o relator da CCJ, o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), a proposição representa uma contribuição de alta relevância para o aprimoramento da Lei de Mobilidade Urbana. Ao ressaltar a relevância do projeto “como alternativa ao mais grave problema vivencial e ambiental da atualidade – os congestionamentos no trânsito urbano”, Luiz Henrique alertou para a necessidade de instaurar no Brasil a cultura do uso da bicicleta como meio de transporte preferencial, a exemplo dos países desenvolvidos. Ele admitiu que faltou decisão política para ampliar o modelo alternativo de transporte e as construções de ciclovias, como já ocorre timidamente nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. E informou ter sido pioneiro, como prefeito de Joinville, a determinar a construção dos primeiros quatorze quilômetros de ciclovias em Santa Catarina.

:: Leia o parecer completo da CCJ

Luiz Henrique citou também, políticas exitosas de estímulo ao uso da bicicleta, adotadas em países europeus como a França. Ele citou como exemplo, a cidade de Paris, onde já se instalaram 3,8 mil quilômetros de ciclovias e o sistema de compartilhamento, denominado “Vélib”(nome  escolhido a partir das palavras: vélo (bicicleta) + liberté (liberdade), já conta com 20 mil bicicletas, distribuídas por 1.450 estações. No Brasil, cidades como São Paulo e Rio de Janeiro começam a replicar o sistema parisiense.

OPINIÃO BICICLETA NA RUA

Menos discursos e mais ações

Falar sobre bicicleta virou moda – e, para isso, este site cumpriu o seu papel ao longo dos últimos 5 anos! Entretanto, discursos sem a tomada de decisões torna vazio o parlatório, ainda mais quem fala é quem tem o poder de decisão. Em Santa Catarina, observamos uma dificuldade imensa na implantação de projetos cicloviários, em especial quando se faz necessária a atuação e ação do Estado para a proteção dos indivíduos mais frágeis.

Quando foi governador, Luiz Henrique promoveu forte estímulo ao uso do automóvel particular, com a execução de milhares de quilômetros de asfaltamento. Entretanto, muitas poucas rodovias estaduais contêm sequer acostamentos decentes. Ciclovias adequadas, nenhuma. Os índices de atropelamentos de ciclistas subiram nessas rodovias, registrando-se, inclusive, inúmeros casos fatais. Além disso, o próprio Luiz Henrique entrou na justiça com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a Lei Promulgada Estadual nº 15.168/2010 (Lei da Mobilidade Não Motorizada). Enquanto recursos eram dirigidos para duplicação, reforma ou ampliação de rodovias, nenhum era alocado para a segurança viária do ciclista. Como consequência disso, apenas em Florianópolis, cortada por rodovias estaduais e então administrada pelo mesmo partido, o déficit de infraestrutura cicloviária chegou a 40km, o dobro da quantidade atual de ciclovias e ciclofaixas da cidade.

O projeto do senador Randolfe é fundamental para o ordenamento jurídico brasileiro, no sentido de regulamentar alguns aspectos da mobilidade urbana por bicicleta. Entretanto, mais do que boas leis, precisamos de boas práticas administrativas, com seriedade de gestão, de projetos e de execução. É isso que a sociedade brasileira aguarda de seus representantes presentes e futuros.

Fontes: Agência Senado (06/11/2013, às 22h40), Blog do Randolfe (06/11/2013) e Portal do Senador Luiz Henrique da Silveira (06/11/2013).

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Suplicy vai de bicicleta ao Senado

Pesquisa sobre mobilidade urbana mostra que Santa Catarina está longe de enfrentar o problema com seriedade

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Entidades discutem lei do sistema cicloviário catarinense

A mobilidade e as cidades: as lições de Bogotá

DC 2013-09-28 As licoes de Bogota(Veja em PDF)

Veja o artigo completo enviado para o Fronteiras do Pensamento, do qual participará o ex-prefeito de Bogotá Enrique Peñalosa. A Versão reduzida foi publicada no caderno Cultura do periódico Diário Catarinense em 28 de setembro de 2013.

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Comece hoje!

Um dia sem carro

Veja também:charge - Mendes ND 2011-09-22 DMSC

Charge – Dia Mundial Sem Carro

Charge – Semana Mundial Sem Carros

Bicicletário do TILAG será reformado e ampliado

Saiu no site da Prefeitura Municipal de Florianópolis em 13 de setembro de 2013.

O bicicletário do TILAG é um dos projetos prioritários para obter recursos ainda deste ano. As discussões sobre seu destino acontecem desde fevereiro deste ano, levando em conta um levantamento feito pelo Bicicleta na Rua em setembro de 2011.

Bicicletário anexo ao TILAG deve ser reativado

Local deve estar em funcionamento até início do verão

Na tarde desta sexta-feira (13), o secretário de mobilidade urbana Valmir Piacentini, o secretário adjunto Adriano Mafra e o vereador  Pedro de Assis estiveram junto à representante da ViaCiclo, Karla Simm no bicicletário anexo ao Terminal de Integração da Lagoa da Conceição (TILAG).

A ideia é reativar, reformar e expandir o bicicletário, que atualmente tem 49 vagas. A previsão é que até o início do verão o local esteja funcionando, podendo atender especialmente os ciclistas que querem fazer o restante do trajeto utilizando ônibus.

“É um incentivo ao uso desse modal que está cada vez mais sendo utilizado na cidade, facilitando os deslocamentos e contribuindo para a melhoria da mobilidade urbana”, conclui Piacentini.

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TILAG: um terminal problemático

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Relato do Passeio Ciclístico da Lagoa

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Prefeitura de Florianópolis pretende reativar bicicletário do terminal da Lagoa da Conceição

Entrevista com Carme Miralles-Guasch

Na passagem da professora Dra. Maria Carme Miralles-Guasch por Florianópolis, na qual ela ministrará a disciplina condensada “Mobilidade Urbana Sustentável”, pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a repórter Carolina Dantas, do Diário Catarinense, lançou questões para a pesquisadora, cujas respostas você confere a seguir.

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Relação carro-ônibus-bicicleta

Relacao carro-onibus-bicicleta

Considerações básicas rapidamente rabiscadas por Vinícius Leyser da Rosa.

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(Vídeo) Motoristas fazem treinamento para melhorar convivência com ciclistas

Ônibus & ciclistas: bom exemplo e mau exemplo

Ciclistas e motoristas de ônibus juntos em Florianópolis

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Empresas de ônibus mexem-se após morte de ciclista

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(Mobilidade nas Cidades) “As pessoas devem usar o transporte público pelos seus benefícios”

Guia Rápido de Mobilidade de Florianópolis

É isso mesmo! O parceiro Mobfloripa lançou este ano a sua quarta edição do Guia Rápido de Mobilidade e ela veio repleta de novidades.

Vejam um enxerto das informações desta página explicativa do MObfloripa e clique sobre a imagem abaixo para baixar o guia.

Desenhado para ser prático na visualização das informações, o Guia Rápido aponta as melhores opções de locomoção em Florianópolis em termos de serviços públicos e privados. Os transportes coletivos, ordenados por origem e destino, apresentam as principais linhas existentes com seus respectivos terminais. Da mesma forma, as informações sobre táxi são ordenadas por origem e destino, dispondo uma lista das distâncias, tarifas aproximadas e tempos médios de uma corrida de táxi de um ponto a outro.

A seção Rotas do Sol é uma novidade que vai auxiliar os turistas a conhecer os quatro cantos da Ilha de Santa Catarina utilizando apenas o transporte coletivo. Nela estão dispostos quatro opções de passeios completos – para o Sul, Leste, Norte e Nordeste da Ilha -, listados com os horários de saída dos ônibus dos terminais correspondentes. São passeios que começam de manhã e terminam no final da tarde, sempre com o ônibus retornando para o TICEN (Terminal de Integração do Centro).

O Guia Rápido de MObilidade também dispõe de informações sobre passeios turísticos, transporte aéreo e aluguéis de carros, motos, vans e bicicletas. O destaque vai para o mapa da mobilidade da Ilha que aponta a localização das melhores praias, das áreas de ciclovia existentes na cidade, as principais saídas de barco, os postos de combustíveis e o posicionamento dos terminais de transporte, entre outros detalhes úteis ao visitante. A publicação tem detalhes em inglês e espanhol, auxiliando o turista estrangeiro, e lista ainda telefones úteis para dar mais segurança a quem o utiliza.

Os parceiros do MObfloripa para esta edição são Prefeitura Municipal de Florianópolis, Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Esporte, Secretaria Municipal de Transportes, Mobilidade e Terminais, Convention and Visitors Bureau, ViaCiclo, Setuf, Petrobrás, Biguaçu e Emflotur, FITZZ E-Bikes, Loco Motos, Floripa Express, Aerotáxi e Floripa by Bus.

Guia Rapido 2013 MObfloripa Guia Rápido de Mobilidade

Como se pode perceber, a reportagem da Band Santa Catarina, publicada em 5 de março de 2013, já dava sinais de como o manual facilitaria a vida dos turistas e moradores de Florianópolis.

Manual do Ciclista de FlorianópolisVeja também:

Manual do Ciclista de Florianópolis

Manual do Ciclista de Brasília

(Vídeo) Debatendo mobilidade urbana em Florianópolis

(Vídeo) Conversas Cruzadas: Ciclovias em Florianópolis

(Vídeo) Motoristas fazem treinamento para melhorar convivência com ciclistas

Conteúdo exibido originalmente no Jornal do Almoço, da RBS TV SC,  em 31 de julho de 2013. Assista aqui à reportagem no site.

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(Vídeo) Band: Investimentos para a mobilidade urbana de Joinville

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Ônibus & ciclistas: bom exemplo e mau exemplo

Desde o abalroamento que acabou resultando na morte da estudante de Oceanografia Lylyan Karlinski Gomes, no primeiro dia deste mês, muitas movimentações foram feitas a fim de se equacionar a relação complementar que o transporte coletivo e a bicicleta deveriam ter no dia a dia.

Se a avaliação das articulações desse último mês são positivas, vemo-nos ainda distante de uma situação ideal.

Confira o seguimento do bom exemplo que a Canasvieiras vem conduzindo e a péssima atitude de um motorista da Insular neste fim de julho.

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Ciclistas e motoristas de ônibus juntos em Florianópolis

Está prevista para a manhã deste sábado uma ação conjunta entre ciclistas e uma das empresas que operam o sistema de transporte coletivo da capital catarinense. O evento a acontecer no dia 20 de julho, às 11h, no Jurerê Sports Center, será apenas o primeiro dentre os muitos que a Canasvieiras Transportes Ltda. pretende realizar para melhorar a convivência entre os seus funcionários e os ciclistas que percorrem as ruas de seus trajetos.

Florianopolis 2013-07-20 Canasvieiras TC

As conversas entre ciclistas e a empresa tiveram início há cerca de dois meses. Dentre as ações que devem ocorrer estão a implementação de um curso de direção defensiva para motoristas de ônibus exclusivamente voltados para ciclistas. A confecção de uma camisa com os dizeres abaixo, que a empresa pretende junto ao prefeito que possa ser usada como uniforme de trabalho durante um período,

Também foi obtido apoio institucional para anúncios na traseira de parte da frota de ônibus e uma pedalada deve aproximar ainda mais motoristas e ciclistas.

Compartilhe o seu caminho é a mensagem nas camisetas confeccionadas pela Canasvieiras.

Compartilhe o seu caminho é a mensagem nas camisetas confeccionadas pela Canasvieiras.

Cerca de 350 motoristas devem passar pelo treinamento de Direção Defensiva com Foco nos Ciclistas, que teve início em julho. No curso, são discutidas atitudes simples que protegem a vida do ciclista, orientando sobre as melhores atitudes para a harmonia dessa relação. Em parceria com os pedalantes, foi criada uma cartilha de convivência entre ciclistas e motoristas que está sendo distribuída a todos motoristas que participam do treinamento.

O trajeto de diversas linhas da Canasvieiras são também percorridos por atletas de ciclismo e de triatlo durante os seus treinos.

Empresas de ônibus mexem-se após morte de ciclista

As empresas-irmãs Transporte Coletivo Estrela e Insular Transporte Coletivo lançaram, em 11 de julho, nota à imprensa informando que os ônibus que fizerem as linhas UFSC passaram a contar com monitoramento por câmeras de segurança. Ela foi lançada 10 dias após a morte da jovem Lylyan Karlinski Gomes, que faleceu após ser atingida por um coletivo da empresa Insular.

Segue abaixo a nota das empresas na íntegra:

Buscando pela melhoria de atendimento e segurança dos nossos usuários, a Empresa Insular implantará em todos os veículos que fazem as linhas UFSC o sistema de câmeras.

A solicitação destes equipamentos já foi e em breve todos estes veículos estarão sendo monitorados.

Quais as vantagens de um veículo monitorado para você, usuário de transporte coletivo?

– A empresa estará sempre ciente da forma que foi executado todo o percurso diariamente. Podendo assim efetuar uma cobrança maior de seus colaboradores envolvidos.

– O motorista que opera em um sistema monitorado busca sempre a melhor forma de conduzir o veículo. O que aumenta a segurança e o conforto de todos os usuários

– O sistema atua como inibidor de assaltos. O que trará mais segurança para você.

– Qualquer evento que ocorrer durante a viagem poderá ser apurado de forma concreta.

Assessoria de imprensa.
Transporte Coletivo Estrela
Insular Transporte Coletivo

Segundo membros de movimentos por melhorias no transporte coletivo, as câmeras não melhorarão as condições de trabalho para motoristas e cobradores. Apesar de úteis para evitar furtos, elas serviriam apenas para avaliar o comportamento dos empregados das empresas. Se, por um lado, isso é bom para se evitar imprudências ao volante, por outro não modifica a lógica que leva alguns motoristas a cometerem infrações de trânsito para conseguirem cumprir os curtos horários entre duas viagens subseqüentes.

Ainda assim, vale lembrar que diversas reclamações perante motoristas da empresa Insular ocorrem em trajetos do sul da Ilha de Santa Catarina, não nas proximidades da UFSC.

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Carta dos alunos da Oceanografia à Reitoria

UFSC encaminha ofício à Insular Transporte Coletivo

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Bicicleta branca será afixada na Trindade

Inquérito instaurado

Clipping G1: Ciclista estava próxima à faixa de segurança

Estudante de Oceanografia não resiste e falece após ser atingida por ônibus em Florianópolis

Prefeitura de Florianópolis volta a receber demandas de ciclistas

Neste primeiro sábado de julho foi realizada no bairro da Costeira do Pirajubaé mais uma edição da Prefeitura do Bairro, iniciativa na qual os cidadãos podem ter acesso direto com seus representantes do executivo e do legislativo, levando até eles demandas e necessidades das comunidades nas quais estão inseridos.

Nesta edição, mais uma vez houve demandas de ciclistas. Ao me verem com uma camiseta com o símbolo da bicicleta no peito, as pessoas já logo pediam por ciclovias na Costeira, sentidos pelo fato de que a única ciclovia que corta o bairro fica é quase inacessível por se localizar após as pistas da Via Expressa Sul.

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Prefeitura no Bairro recebe demandas de ciclistas – Em janeiro, a prefeitura ouviu propostas em evento no bairro Pantanal.

Confira abaixo um resumo com as conversas.

Secretaria de Transportes, Mobilidade e Terminais

Está previsto para ser lançado em setembro a licitação do transporte coletivo. Ao mesmo tempo, esta tem sido foco constante de manifestações nas últimas três semanas. A Frente de Luta pelo Transporte Coletivo quer que seja revisto o modelo de funcionamento, visando à implantação da tarifa zero a todos os moradores. Independente da forma como for transcorrer o serviço de transporte de passageiros, existe uma recomendação do Ministério Público de Santa Catarina para que se veja a possibilidade de inclusão de racks para se levar bicicleta nos novos ônibus. A respeito disso, a Comissão Municipal de Mobilidade Urbana por Bicicleta (Pró-Bici) enviou em ofício, ainda em 2011, com sugestões para a implantação desses racks.

Foi exatamente uma cópia deste documento que eu levei ao secretário Valmir Humberto Piacentini. Ele gostou muito das sugestões, em especial dos racks dianteiros. Fiquei de re-encaminhar cópia deste ofício a ele e acredito que seja um item que será considerado na formulação da nova composição de empresas de transporte coletivo.

Transporte de bicicleta em ônibus em Santa Rosa, Califórnia. Foto: Eduardo Green Short (24/10/2008).

Transporte de bicicleta em ônibus em Santa Rosa, Califórnia. Foto: Eduardo Green Short (24/10/2008).

Secretaria de Obras

O secretário João Amin (PP) poderia ter perguntado: “o que esse cara faz aqui DE NOVO?”. E, de fato, perguntou! Com a secretaria de Obras, como ciclistas, temos muitas coisas para conversar e a resposta tem sido, até agora, bem produtiva. Cumprimentei-o pelo início das obras da ciclovia na Lagoa da Conceição. Sobre essa pista ciclável, na R. Ver. Osni Ortiga, paira uma dúvida sobre os ciclistas. Ninguém ainda teve acesso ao projeto técnico-executivo da obra e algumas informações dão conta de que a ciclovia será em paver. O secretário falou que são muitas as compensações ambientais necessárias para tirar as obras do papel, como não poderiam deixar de ser as que mexem com as delicadas águas da nossa lagoa formosa.Entretanto, dependendo do paver, pode prejudicar a circulação de alguns modais cicloviários, como o patins e o skate, ambos em franco crescimento na cidade. Talvez algum outro tipo de concreto com maior porosidade possa ser utilizado nessa ciclovia. Como a primeira fase da obra envolve apenas o aterro e enrocamento, o secretário disse que iria ver se o piso da ciclovia poderia ser modificado.

Passamos a falar sobre o PAC Pavimentação. Recentemente, Florianópolis deixou de tentar captar um montante de R$ 3.624.883,16 para ciclovias. Segundo o secretário, entretanto, duas outras obras que incluem ciclovia foram pedidas. Uma é a R. Dep. Antônio Edu Vieira, no Pantanal, ainda envolta em discussão do projeto final. A outra é a revitalização da R. Padre Rohr, entre os bairros de Santo Antonio de Lisboa e Sambaqui. Apenas por curiosidade, existem duas versões para esse projeto. Na versão desenvolvida pelo Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis, considerada superior, está prevista a inclusão de ciclovia bidirecional com 2,5m de largura.

Para conhecer melhor os diversos projetos cicloviários que estão dentro da pasta, João Amin reiterou o trânsito livre que os ciclistas têm por lá e que podemos aparecer por lá para conhecer melhor as obras por lá encampadas.

Por fim, levantei novamente a solicitação da ViaCiclo pra a retirada das tachas luminosas nas faixas laterais da R. Dep. Antônio Edu Vieira, colocadas na última reforma da via e que vêm prejudicando o tráfego de ciclistas.

Câmara de Vereadores

Havia poucos vereadores nesta edição da Prefeitura no Bairro. Desta vez, falei apenas com o Vanderlei Farias, o Lela (PDT). O assunto não poderia deixar de ser outro: SC-405. Desde que foi inaugurada, a ampliação desse trecho do Rio Tavares, além de não resolver o problema de mobilidade – sequer passou perto -, teve aumento no número de acidentes com pedestres e ciclistas, que triplicaram. As soluções apontadas por ciclistas e moradores, um ano e meio após reunião com o secretário de Estado de Infraestrutura, Valdir Cobalchini (PMDB), ainda não foram tomadas. Nem ainda a licitação das lombofaixas e ciclovias foram relançadas! Além disso, passou-se o prazo dado pela justiça para a construção de ciclofaixa (seis meses, em junho de 2012) e, após, ciclovia (um ano, em dezembro de 2012). Além disso, o projeto feito era para obra emergencial e até mesmo ele tem sua validade e eficácia questionada devido a essa nova demora.

O vereador afirmou que já falou sobre isso três vezes na Câmara. Ainda assim, não houve um movimento por parte do órgão estadual responsável, o DEINFRA. Sendo assim, novidades ruins podem surgir para os moradores a qualquer instante.

Prefeitura Municipal

Alguns dos assuntos mais importantes foram tratados diretamente com o prefeito Cesar Souza Júnior (PSD). O primeiro foi sobre a possível influência da lei da paisagem no sistema de aluguel de bicicletas. Em 2012, foi sancionada pela Câmara Municipal uma Lei da Paisagem, a LCM 422/12. Essa lei apresentou vários problemas legais e jurídicos, tanto que foi movida Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN). Os itens que tratam tanto de anúncios em bicicletas quanto em motocicletas infringem normativas federais, por exemplo. Independente disso, um novo projeto de lei está sendo elaborado pelo executivo.

Quando questionado sobre como isso influenciaria no sistema de bicicletas coletivas que a cidade pretende implantar, ele foi taxativo: “Isso não influencia de forma alguma!”. O artigo que salvaguarda o Floribike é o art. 46, que trata das inovações.

Perguntei-lhe também sobre a criação da coordenadoria de mobilidade alternativa e a Pró-Bici. Esta última tem sofrido pressões para mudança de composição, visando à diminuição da participação popular, com menor número de membros dos diferentes movimentos do ciclismo municipal, e aumento do número de cadeiras de órgãos públicos, alguns dos quais não aparentam apresentar capacidade técnica e/ou funcional para tratar a bicicleta como componente da mobilidade urbana. Sobre a Pró-Bici, o prefeito afirmou que mantém constantes conversas com o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Dalmo Vieira Filho. Para minha surpresa, apresentou um dado importantíssimo: na proposta de reformulação da administração pública, está prevista a criação da coordenadoria de mobilidade alternativa, promessa de campanha e primeiro item do Termo de Compromisso com os Ciclistas de Florianópolis.

Além disso, sobre o convite para pedalar com o Bike Anjo Floripa, o prefeito lembrou do acidente com a estudante de Oceanografia da UFSC e solicitou para colocar em sua agenda ainda durante esta semana um horário.

Secretaria de Administração e Previdência

Ao secretário Gustavo Miroski, não podia deixar de perguntar sobre uma das maiores dúvidas que pairam sobre a cabeça dos ciclistas da cidade: a quantas anda as bicicletas públicas. Ele afirmou que fora feito alguns pedidos de impugnações, mas que o processo estava rolando e que, até o final deste mês, ele iria ter continuidade.

Fabiano Faga Pacheco

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