Novidades Ciclísticas #2

Confira novidades ciclísticas da semana!

Venda de bicicletas supera a de carros novos em quase todos os países da Europa – Pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, a Itália, país de marcas famosas de automóveis e de bicicletas, teve as magrelas vendendo mais do que os veículos de quatro rodas. Seguiu a tendência já observada em outros países, como a Alemanha, a França, a Espanha e a Inglaterra. Em apenas dois dos países analizados – Bélgica e Luxemburgo – a venda de automóveis é superior à de bicicletas.

bike vs carro na Europa 2012

Após ser espancado pelo pai, menino de nove anos vai de Capoeiras a Trindade de bicicleta atrás da mãe – apesar de o tempo de deslocamento da criança ter sido certamente superestimado, esse caso de agressão infantil registrado em Florianópolis faz-nos recordar que a bicicleta é uma das primeiras formas de deslocamento de um indivíduo. Faz-nos, por fim, refletir que uma cidade realmente mais humana propicia segurança para o deslocamento das pessoas, tenham elas 90 anos ou 9, como na reportagem.

Ciclista é atingida por veículo na capital e sofre ferimentos graves Raíza Padilha, de 20 anos, estudante de Ciências Biólogicas da Universidade Federal de Santa Catarina, foi atropelada em Florianópolis no dia 28 de outubro, por volta das 9h30. Natural de Piracicaba, no interior paulista, a jovem sofreu fratura no braço esquerdo e um ferimento profundo na coxa. Ela ainda se encontra internada no Hospital Celso Ramos, onde já passou pelos primeiros procedimentos cirúrgicos. A jovem encontra-se lúcida e com bom humor, embora seja mantida em observação por causa do risco de dilaceração de um dos rins. O motorista evadiu-se do local do atropelamento sem prestar socorro. Na semana que vem, a estudante pretendia participar de sua primeira cicloviagem, rumo ao Encontro Regional de Estudantes de Biologia da Região Sul (EREB-Sul), que vai acontecer em Vidal Ramos (SC).

Ciclista fica gravemente ferido em acidente em Blumenau – Alisson Rafael da Cruz, de 22 anos, encontra-se em coma induzido após atropelamento envolvento um automóvel com placas da Porto Alegre em Blumenau, no dia 31 de outubro. O fato aconteceu na Rua Bahia, em Itoupava Seca, em torno das 16h. Alisson estava até ontem (01/01) no pronto-socorro, aguardando leito para a UTI. Outras informações aqui.

Memoria Catarinense DC 2013-11-02 Joinville

Memória Catarinense 02/11/2013 – Acima, registro do arquivo pessoal de Mariza Brietzig mostra mais de dez ciclistas na esquina das ruas João Colin com a XV de Novembro, em Joinville, demonstrando por que o município chegou a ser conhecido como “a cidade das bicicletas”.

Confira também o que saiu no Bicicleta na Rua

ABC Ciclovias tem nova diretoria

Projetos de iluminação de calçadas e ciclovias em Florianópolis e Joinville são premiados

Desrespeito com os pedestres em São José

Paixão pelas bicicletas antigas

A reportagem abaixo foi originalmente publicada no Jornal Notícias do Dia, edição de Florianópolis, no dia 18 de junho de 2012, no caderno Plural (pág.8). Veja em PDF: {contracapa} e {pág. 8}.


Bicicletas são a paixão de Hélio Becker

Palhoça. Peças em exposição no ViaCatarina. Foto: Marco Santiago / ND.

Perfil.

Amor incondicional pelas bikes

Paixão. Além da coleção de bicicletas antigas, Hélio Becker tem uma área onde coleciona toda sorte de objetos. Foto: Marco Santiago / ND.

FLORIANÓPOLIS – O galpão onde Hélio Becker trabalha e guarda suas ferramentas tem mais de 30 bicicletas, mas muitas outras estão espalhadas pelo terreno, protegidas ou ao ar livre, limpas ou tomadas pela ferrugem. Somadas às que ficam em exposição até o dia 24 no shopping ViaCatarina, em Palhoça, devidamente restauradas, são mais de cem as unidades que esse advogado de 52 anos garimpou para dar asas a um hobby que pode não ser barato, mas que lhe dá grande prazer.

Recuperar bicicletas e andar com elas pela avenida das Torres, no Real Park, em São José, só se compara, em sua rotina meticulosa de ourives de bikes sem uso, à busca de peças para dar sobrevida a esses veículos que, não raro, são abandonados em terrenos baldios ou ferros velhos. O começo foi com uma bicicleta ganha de um amigo que ele remontou para pedalar na região.

Becker tem um blog (http://bicicletasantigashb.com/), viaja, lê e usa a internet para trocar informações com outros colecionadores e comprar bikes inteiras ou em pedaços, sem se importar com a distância em que se encontra o objeto de sua curiosidade. Nessa peregrinação, já comprou bicicletas em Blumenau, São Paulo e no interior de Minas Gerais. Foi lá que encontrou uma Philips de 1910, verdadeira raridade, que faz companhia a uma Phoenix inglesa de 1968.

Nesse mètier, o advogado – ele é consultor jurídico na Assembleia Legislativa do Estado – se concentra na marca, no ano, na pintura, nos frisos, nos desenhos e adesivos das bicicletas que arrebanha. Uma vez recuperadas, eles ficam em sua casa ou vão para exposições. Entre as 25 que estão na fila da reforma, há modelos como Caloi, Monark, Oxford, Wanderer e a italiana Bianchi, uma das melhores do mundo.

Uma lição de vida

Habituado a levar mais de dois meses para recuperar cada unidade, Hélio Becker chega a encomendar peças no exterior para não deixar seus veículos de duas rodas sem chance de restauro. Foi o que aconteceu com um porta-corrente que veio da Itália, diretamente da Bianchi Milano, e vai ajudar a recompor uma bicicleta de 1930 adquirida em Blumenau. “Gosto de restaurar, ver o resultado”, diz. “Quanto mais difícil, mais interessante é”.

Ele explica a relação tão próxima com as bikes. “Elas nos dão uma lição: quando param, caem; se andam, adquirem equilíbrio; quando pedem força, estão subindo; quando não pedem, estão descendo. Assim é a nossa vida”.

No pedal desde a infância

Além do galpão e da casa onde mora, Hélio Becker tem uma área onde, além da churrasqueira para reunir família e amigos, guarda toda sorte de objetos. Ali podem ser vistos rádios a pilha, lampiões, velhos telefones e máquinas fotográficas, ferros de passar que eram alimentados com brasa, moedor de pimenta, uma antiga TV Philco, projetor de slides e operador de telégrafo. E mais, há um Fusca 1968 totalmente original, um Gurgel e um antigo Ford coberto com lona.

Voltando ao compartimento das ferramentas, pode-se ver pneus de 80 anos em bom estado, guidões, aros, pedais, porta-correntes, quadros, para-lamas e até um farol português da década de 1910 que iluminava o caminho a partir de uma vela de cera. Acostumado a andar de bicicleta desde a infância, em Santo Amaro da Imperatriz, Becker também curte a admiração dos outros pelo seu trabalho. “No shopping, como elas parecem ter acabado de sair da loja, as pessoas ficam horas olhando a exposição”, afirma.

Paulo Clóvis Schmitz

Veja também:

Exposição “Caloi 110 Anos” na Vila Olímpia – impressão das bicicletas expostas da centenária fabricante, em 2010.

Bicicletas antigas em exposição em São Paulo – impressão da exposição “A História da Bicicleta – Um Passeio por 10 Modelos Clássicos”, em 2009.

Porto Alegre e as bicicletas

Um dos painéis do Fórum Mundial da Bicicleta, realizado em 24 de fevereiro, na capital gaúcha, abordou “Porto Alegre e as Bicicletas – Problemas e Soluções”, contando com a presença de Régulo Ferrari, técnico da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). Na platéia, o diretor-presidente da EPTC e também secretário municipal de Mobilidade Urbana, Vanderlei Luis Cappellari. Com uma certa infelicidade, o que os participantes puderam observar é que há mais problemas do que soluções a caminho.

As discussões do primeiro Plano Diretor Cicloviário (PDC) de Porto Alegre datam de 1981. Consultores afirmaram, entretanto, que um PDC era desnecessário, alegando haver legislação federal e municipal (neste caso, o próprio Plano Diretor Municipal) suficiente. Reforçavam, entretanto, que seria interessante um instrumento, tal qual o PDC, para ocasionar pressão política para a implementação de ciclovias.

A estratégia utilizada para as primeiras ciclovias do município acabou sendo a de iniciar por locais onde houvesse menor interferência no deslocamento dos modais motorizados.

Desencontros

A ciclovia da Av. Beira-Rio não saiu pela falta de conexão entre diferentes órgãos. A EPTC fez o calçadão, largo, com mais de 10m. A ciclovia, ao lado, seria feita por uma empresa de saneamento básico. Ao final do prazo, a empresa buscou a EPTC, tentando ver se haveria algum projeto para eles executarem. Desconhecendo o fato, afirmou que não. A realidade hoje não conta com essa ciclovia permanente. E projetos continuam desconhecidos.

O ar que tu respiras

Porto Alegre é a segunda capital do país, apenas após São Paulo (SP), em pior qualidade do ar. Como o município não conta com indústrias importantes no que tange ao lançamento de poluentes no ar, visto que sua economia é movida principalmente por serviços e comércios, grande parte dessa poluição vem do escapamento de automóveis.

Pesquisas para o futuro e realidade do presente

Em 2003, foi realizada em Porto Alegre uma ampla pesquisa da Origem-Destino (OD). Quatro anos depois, foram divulgados os dados de contagens e entrevistas, inclusive com ciclistas, sobre mobilidade na cidade. Entretanto, isso não foi suficiente para a implementação de novas ciclovias. E parece que nem o recente atropelamento coletivo de ciclistas da Massa Crítica fez-se alterar substancialmente a situação. Em média, pouco mais de 100m de ciclovias são implantados por ano em Porto Alegre. Número pífio que coloca a cidade em situação ridícula quando se trata de mobilidade sustentável.

Atualmente, a capital gaúcha conta com menos de 8km de ciclovias ditas permanentes e cerca de 15km voltadas para o lazer de domingo, sendo que parte destas últimas também foi desativada devido à falta de material humano para conter os estacionamentos irregulares de moradores sobre a pista ciclável. Moradores estes que, diga-se de passagem, não foram consultados sobre a implantação da ciclofaixa para o lazer.

São estas as ciclovias ditas permanentes:

2,0 km –> Diário de Notícias
1,2 km –> Ipanema
4,6 km –> Restinga

Total: enxutos 7,8 km.

Para completar, Régulo afirmou que “a metologia rodoviarista não deve ser aplicada à cidade”. Esse método funciona sob demanda e não serve para zonas urbanas onde a carência de ciclistas pode indicar, acima de tudo, uma demanda fortemten reprimida de potenciais usuários da bicicleta.

Fabiano Faga Pacheco
(Colaborou Juliana Diehl)

Saiba mais:

Saiba mais sobre o Plano Cicloviário de Porto Alegre – 25/2/2008

Bike City Tour Porto Alegre

Ao menos, 229 pessoas, de bicicleta, skate ou mesmo correndo, participaram do Bike City Tour, na noite desta quinta-feita, 23 de fevereiro, em Porto Alegre. O percurso começou na Usina do Gasômetro e percorreu diversos pontos da cidade, oferecendo um panorama histórico do desenvolvimento do município. A atual R. dos Andradas era conhecida como Rua da Praia, por ser onde a cidade se encontrava com o rio Guaíba.

Toda a regiao onde hoje estão a Av. Beira-Rio e o gasômetro é área de aterro, inclusive com um interessante valor arqueológico, visto que o lixo e o entulho que estão sob a superficie ajudam a compreender como era a vida da capital gaúcha no século XIX. O Parque Farroupilha, no centro da cidade, também conhecido como Redenção, foi onde ocorreu importante manifestação de escravos, que conseguiu, em 1884, a libertação desses na cidade. Próximo à Redenção, a Av. Independência era local alto onde a burguesia endireirada mantinha sítios.

A Cidade Baixa era próxima ao então porto da cidade, margeando o Arroio Dilúvio, que formava a Ilhota. De habitantes de classe baixa, teve no compositor Lupicínio Rodrigues o seu mais ilustre morador.

O Largo da Matriz, onde também se encontra a Assembléia Legislativa (Palácio Farroupilha) e o Palácio Piratini, é o ponto mais alto do centro de Porto Alegre. A imponente catedral era a porta de entrada da cidade para quem lá aportava. Infelizmente, a vertizalização dela fez com que essa característica fosse perdida enquanto novos arranha-céus eram erguidos.

Por fim, na volta ao Gasômetro, passamos pela misteriosa Rua do Arvoredo, onde, reza a lenda urbana, ocorreram crimes misteriosos, que envolviam a produção de lingüiça de carne humana.

Mistérios, estórias e causos de uma cidadela em formação.

Exposição “Caloi 110 Anos” na Vila Olímpia

Segue até esta quarta-feira, 15 de setembro, a exposição de bicicletas antigas pertencentes à mostra “Caloi 110 Anos”, realizada no primeiro piso do Shopping Vila Olímpia desde o começo do mês, das 10h às 22h. O shopping fica na Rua Olimpíadas nº360, na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo.

Várias das bicicletas que lá se encontram já apareceram aqui neste blogue, por conta de uma exposição no ano passado ocorrida no antigo prédio dos Correios. Mesmo assim, há novidades: a Campioníssima Colorado saiu e deu lugar a mais um modelo de celerífero, o precursor das atuais bicicletas, à Caloi Pulman, modelo dos anos 1960s, à charmosa Berlineta e à Caloi Team Speed, com o quadro de carbono da Equipe Caloi de Ciclismo.

A Berlineta foi a primeira bicicleta dobrável brasileira.

O quadro de carbono utilizado pela Equipe Caloi de Ciclismo, além de ser leve, possui um belo design.

Além dos dois modelos de celerífero, está na mostra o biciclo inglês, além de modelos clássicos da Caloi, como a Fiorentina, a 3 Marchas e a Special Preta.

Variação de celerífero com apoio recuado para as mãos.

Para os aficcionados em velocidade, além do novo quadro de carbono, uma Caloi 10 e uma Eddy-Merckx fazem-se presentes. Aqueles que se amarram em BMX vão delirar com a Caloi Cross, bem como a geração dos anos 1980s vai relembrar bons momentos ao rever a Fórmula C3.

A Caloi Fórmula C3 tinha câmbio de três marchas no cubo traseiro acionado por uma alavanca no quadro, uma novidade para a época. Foi, também, prêmio de uma promoção do acholatado em pó Nescau.

Para os pais que querem ensinar aos filhos as primeiras pedaladas, a exposição conta em seu interior com um circuito e bicicletas disponíveis para os pequenos adquirirem as suas primeiras lembranças sobre duas rodas.

Bicicletas estão disponíveis para as crianças brincarem e se exercitarem numa minipista coberta anexa à exposição.

Acompanha também a exposição uma seqüência de campanhas publicitárias da Caloi, elaboradas por José Estevão Cocco entre a década de 1970 e 1980, além de uma seção com fotos do início de existência da empresa.

Um dos pôsteres de antiga campanha da Caloi. E eu pensando: “Liberte-se! A bicicleta dá-lhe asas para ‘voar’ e seguir aonde quiser.”

O Shopping Vila Olímpia, que foi palco de manifestação cicloativista próximo à sua inauguração, em dezembro do ano passado, por não possuir bicicletário, como exigia a lei, conta hoje com 15 vagas gratuitas para ciclistas. Apesar de o modelo de paraciclo não ser dos melhores – é o famoso “entorta-roda” -, o bicicletário fica em um local seguro, no subsolo, próximo ao vallet.

Bicicleta do Bike Tour SP repousa no paraciclo do Shopping Vila Olímpia.

Emoção pessoal

Notando o meu entusiasmo com a exposição, fui agraciado com umas voltinhas na primeira bicicleta Caloi 10 edição 2008 produzida em comemoração aos 110 anos da Caloi! Foram feitas apenas 110 dessas bikes e tive a oportunidade de pedalar uma!!! Detalhe: esta bicicleta não se encontra exposta na mostra!

Caloi 10, Edição Limitada número 001, na qual tive a oportunidade de dar umas voltinhas.

Caloi 10, Edição Limitada número 001, na qual tive a oportunidade de dar umas voltinhas.

Sobre a sensação de se pedalar uma… O que dizer de uma das bicicletas que marcou toda uma geração de ciclistas velocistas?

Veja mais fotos da exposição aqui.

Fabiano Faga Pacheco

Veja também:

Bicicletas antigas em exposição em São Paulo – matéria sobre a exposição “A História da Bicicleta – Um Passeio por 10 Modelos Clássicos”, que ocorreu em São Paulo em 2009. As fotos dessa mostra podem ser acessadas aqui.

Links atualizados em 30 de novembro de 2012, às 8h39.

Bicicletas antigas em exposição em São Paulo

Passei estes dias pela exposição “A História da Bicicleta – Um Passeio por 10 Modelos Clássicos”, que está em cartaz em São Paulo, no antigo prédio dos Correios (Av. São João s/nº, próximo à estação São Bento do Metrô), até dia 13 de novembro, das 9h às 17h.

Como o próprio título explica, estão à mostra dez modelos de bicicletas e biciclos. O mais antigo é uma réplica de celerífero. Idealizado em 1790, não era propriamente uma bicicleta. Não tinha pedais e as pessoas tinham que colocar o pé no solo a todo momento para fazê-lo andar.

O celerífero, de 1790, idealizado pelo Conde Sivrac, consistia em duas rodas unidas por uma ponte de madeira.

O biciclo inglês, que já apareceu em diversos desenhos antigos, também está lá na mostra. Com uma roda dianteira extremamente grande, provocou diversos acidentes sérios, apesar de ser um modelo bem popular.

Biciclo inglês, de 1870, foi o primeiro veículo em que se podia de fato pedalar.

As demais oito bicicletas em exposição são da Caloi. Apresentam desde a Caloi Special Preta, o primeiro modelo totalmente brasileiro, fabricado em 1945, ao final da II Guerra Mundial, até  a Caloi Cross e a Fórmula C3, passando pela Fiorentina, 3 Marchas, Campeoníssima e as famosas Caloi 10 e Eddy Merckx.

Caloi Fiorentina, o primeiro modelo de bicicleta aro 26. Atrás dela, Caloi Special Preta, a primeira bicicleta 100% nacional.

Caloi Eddy Merckx, a bicicleta que mais me fascinou na exposição, era voltada ao ciclismo de velocidade. Eddy Merckx e Lance Armstrong já pedalaram uma.

Percebe-se a evolução das marchas, do câmbio, das rodas (da madeira ao pneumático), dos materiais empregados, das soldas (infelizmente não muito bem trabalhadas nos modelos mais recentes).

A Caloi Cross Extra Light, bicicleta voltada ao BMX, tinha soldas pouco trabalhadas.

Na mostra, encontra-se também uma exposição filatélica, com selos sobre bicicleta da coleção de Ney Jorge.

Mostra filatélica acompanha a exposição de bicicletas.

Mais fotos aqui.

Enfim, valeu a pena ter dado uma passada por lá. E antes que eu me esqueça, uma informação importante: a entrada é gratuita!

PS: não há bicicletário ou paraciclo no prédio dos Correios. A quem for de bicicleta, recomendo deixá-la no bicicletário do UseBike no Metrô Anhangabaú.

Fabiano Faga Pacheco

Links atualizados em 1° de dezembro de 2012, às 3h44.

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