(Vídeo) Passeio ciclístico reúne famílias em Lages

Conteúdo exibido originalmente no Jornal do Almoço, da RBS TV SC, em 29 de julho de 2013.

Lages 2013-07-28Notícias relacionadas:

Pedais dominicais – 28/07 – A segunda edição da Estação Bike foi divulgada aqui no Bicicleta na Rua, junto com outros eventos que movimentaram o domingo catarinense.

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Conheça melhor o projeto Ciclofaixa de Domingo e Rua de Lazer

No último domingo, dia 28 de julho, Florianópolis deu um passo em medidas para humanizar a cidade, implantando um projeto de ciclofaixas de lazer para a população de sua porção continental.

Para os moradores de Florianópolis que querem ter uma melhor dimensão do projeto, segue abaixo o caderno oficial de divulgação e preparação do evento, que pode ser útil também aos técnicos e gestores públicos de outros municípios que queiram copiar a idéia.

Clique na imagem a seguir ou no link para visualizar o PDF.

Ciclofaixa de Domingo de FlorianopolisCiclofaixa de Domingo de Florianópolis

Para dar mais um gostinho de como foram os preparativos, uma foto com a equipe na mostra da identidade visual pensada para o projeto, divulgada no Facebook pelo vereador Pedrão (PP).

Reunião sobre projeto Ciclofaixa de Domingo com o vereador Pedrão, o comandante da Guarda Municipal Jean Carlos Cardoso, o diretor de Operações Adriano Melo e os arquitetos do IPUF Vera Lúcia Gonçalves da Silva e Joel Pacheco.

Reunião sobre projeto Ciclofaixa de Domingo com o vereador Pedrão, o comandante da Guarda Municipal, Jean Carlos Cardoso, o diretor de Operações, Adriano Melo e os arquitetos Vera Lúcia Gonçalves da Silva e Joel Pacheco, do IPUF.

Saiba mais:Ciclofaixa de Domingo logo

(Vídeo) Avaliação do primeiro dia da Ciclofaixa de Domingo é positiva

Ciclofaixa de Domingo tem grande participação da comunidade

Começa a funcionar o projeto Ciclofaixa de Domingo

Ciclofaixa de lazer de Florianópolis começa a funcionar domingo

Atividades da Ciclofaixa de Domingo de Florianópolis

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Florianópolis entra na moda das ciclofaixas de lazer

(Vídeo) Avaliação do primeiro dia da Ciclofaixa de Domingo é positiva

Conteúdo exibido originalmente no programa Jornal do Meio Dia, edição de Florianópolis, da RIC Record SC,  em 29 de julho de 2013. Assista aqui à reportagem no site.

Além da boa recepção da população da população, mostra entrevistas com o vereador Pedro de Assis Silvestre, o Pedrão (PP), o comandante da Guarda Municipal de Florianópolis, Jean Carlos Viana Cardoso, a arquiteta Vera Lúcia Gonçalves da Silva, do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF), o presidente da Associação dos Ciclousuários da Grande Florianópolis (ViaCiclo), Daniel de Araújo Costa, e com o Bike Anjo Fabiano Faga Pacheco.

Apenas para corrigir um pequeno equívoco do final da reportagem, usuários de skate, patins e patinetes podem utilizar a Ciclofaixa de Domingo à vontade. A quem estiver a pé, recomenda-se caminhar pela calçada.

Saiba mais:Ciclofaixa de Domingo logo

Ciclofaixa de Domingo tem grande participação da comunidade

Começa a funcionar o projeto Ciclofaixa de Domingo

Ciclofaixa de lazer de Florianópolis começa a funcionar domingo

Atividades da Ciclofaixa de Domingo de Florianópolis

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Artigo: uma reflexão crítica sobre as ciclofaixas de lazer de Florianópolis

Florianópolis entra na moda das ciclofaixas de lazer

Aplicativo “Itinere” precisa de ajuda para sair do papel

Um grupo de ciclistas cariocas está com uma idéia genial: criar um aplicativo que, além de te indicar a rota pelas quais passam os ciclistas, permite que o usuário demarque pontos de interesse, como bicicletaria ou paraciclos, e pode servir também para ajudar a alertar os governantes dos problemas que os ciclistas enfrentam no dia a dia. Anotações de buracos, bueiros, carros estacionados, pontos de conflitos com o transporte coletivo, locais onde fazem falta rebaixamento de meio-fio ou a colocação de frades ou lombofaixas, somadas às rotas mais comuns dos ciclousuários, podem ajudar o poder público na execução de melhorias em curto prazo ou no planejamento de rotas seguras para atender à demanda já existente.

Entretanto, faltando ainda mais 16 dias para acabar o prazo para o financiamento coletivo, o Itinere (pronuncia-se “Itinére”) arrecadou apenas 15% dos R$13.000,00 que precisa para sair do papel e entrar de vez nos tablets e smartphones. Se você quiser saber um pouco mais, veja o vídeo abaixo e ajude aqui a financiar aplicativo.

O aplicativo faz parte do projeto Bike Lovers, que é conduzido pela empresa mobCONTENT, focada em narrativas transmídias e sediada na incubadora Rio Criativo do governo fluminense.

Como funciona?

Quando sair de bicicleta, você aciona o aplicativo, que vai rastrear sua rota. Você divulga para seus amigos e eles fazem o mesmo. Ao longo do tempo, teremos um monte de pontos de cruzamento de rotas. Os locais com maior circulação de ciclistas ficarão em destaque no aplicativo e no site.

Você também poderá marcar pontos de interesse, como um problema na via, áreas com risco de assalto ou indicar uma oficina e estabelecimentos que dão descontos para quem chega de bike. Você vai poder também ver os trajetos de seus amigos do facebook.

Ciclofaixa de Domingo tem grande participação da comunidade

Matéria da versão online do jornal Hora de Santa Catarina de 28 de julho de 2013, às 18h37, também republicada no Diário Catarinense.

Projeto Ciclofaixa de Domingo leva população para pedalar em Florianópolis

Faixa exclusiva foi criada em bairros do Continente

Não foram registrados incidentes no primeiro dia da Ciclofaixa. Foto:  Ana Paula Bittencourt  /  Agência RBS.

Não foram registrados incidentes no primeiro dia da Ciclofaixa. Foto: Ana Paula Bittencourt / Agência RBS.

O domingo de sol em Florianópolis tirou a população de casa que resolveu aproveitar o primeiro dia da ciclofaixa continental. O trajeto de cinco quilômetros inicia no Bairro Itaguaçu, passa por Coqueiros e termina na Beira-Mar do Estreito. Todos os domingos uma faixa será interditada das 8h às 17h para uso exclusivo de bicicletas.

Na avaliação do secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano de Florianópolis, Dalmo Vieira Filho, a estreia do projeto não poderia ter sido melhor.

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Começa a funcionar o projeto Ciclofaixa de Domingo

Saiu no site da Prefeitura Municipal de Florianópolis em 28 de julho de 2013:

Ciclofaixa de Domingo é inaugurada no Continente

Projeto da Prefeitura tem como objetivo humanizar a cidade

Um cenário diferente pôde ser desfrutado no Bairro de Coqueiros, na região continental de Florianópolis,  neste domingo, 28 de julho: a inauguração da Ciclofaixa atraiu das 8 às 17 horas públicos de todas as idades.

Crianças, jovens, adultos e pessoas da terceira idade puderam circular no espaço de lazer com segurança, apoiados pelos monitores contratados e pela Guarda Municipal. A iniciativa da Prefeitura Municipal e do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis, nas palavras do prefeito Cesar Souza Júnior, é a primeira virada no sentido de humanizar a cidade.

“Esperamos criar uma cultura nova, que não sirva apenas ao automóvel, levando a população a percorrer os espaços públicos.”

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Pedais dominicais – 28/07

Mesmo com o frio, domingo promete agitar as pessoas que curtem pedalar ou que querem realizar alguma atividade física. Pessoas de variados gostos ciclísticos terão vez.

Em Florianópolis, teremos a inauguração da Ciclofaixa de Domingo, a partir das 8h até às 17h, em Coqueiros, na porção continental.

Às 9h30, um passeio ciclístico em homenagem aos trabalhadores da indústria sairá do Estreito. E logo após, tem início a Escola Bike Anjo para quem quer aprender a pedalar e a como se comportar no trânsito das cidades. Maiores informações aqui.

Já quem quiser algo um pouco mais puxado pode optar pelo Pedalzão de Domingo que os Amigos da Bike SC farão. Com saída às 7h45 do Alemão Bike Shop, na Avenida Elza Lucchi, na Palhoça, e ponto de encontro na loja do Kobrasol meia hora depois, os ciclistas estão convidados para um pedalada com destino a Governador Celso Ramos.

Balneário Camboriú

Mais uma vez ciclistas de Balneário Camboriú vão às ruas para pedir a implementação do plano cicloviário do município, em particular a ciclovia na Avenida Atlântica, uma das principais da cidade. Eles irão se encontrar às 10h, na Barra Sul e seguirão rumo à Barra Norte, retornando na altura da 2101.

:: Confirme sua presença pelo Facebook

Os primeiros 50 que chegarem ganharão como brinde uma plaquinha como as das fotos abaixo.

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Entendam a problemática que envolve Balneário Camboriú nas palavras do presidentes da Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú (ACBCC):

logo - ACBC&CCaros ciclistas e simpatizantes da bicicleta de Balneário Camboriú e região,

Está chegando a hora para que, dentro do processo democrático deste país, possamos demonstrar toda a nossa insatisfação com relação a execução do projeto do plano cicloviário de Balneário Camboriú. Projeto este que já está no papel desde 2010 e que muito vagarosamente vem sendo executado, não levando em consideração os verdadeiros objetivos de uma ciclovia. Dentre estes objetivos está a contribuição direta para a melhora da mobilidade urbana de uma cidade. Para que isto aconteça, precisamos pedalar por ciclovias seguras, que é outro objetivo desta, e o que vemos hoje em Balneário Camboriú é a colocação de uma faixa vermelha no chão e a ela é dado o falso conceito de ”ciclovia”.

Não há uma orientação, tanto para os ciclistas como para os motoristas, de que, ao trafegarem por uma via onde existem só estas faixas pintadas de vermelho, se deve ter o máximo de atenção por uma obra inacabada. Obra esta que, ao ser liberada para o uso e estar inacabada, gera a maior insegurança para todos que trafegam por ali.

Por não estar sinalizada corretamente há uma tendência da invasão dos automóveis para cima desta. Consequentemente pode vir a atingir um ciclista que se acha seguro por estar pedalando numa falsa ciclovia. Nós da ACBC temos como objetivo fazer com que, ao executarem as obras de uma ciclovia, esta seja implementada com toda a sua infraestrutura completa, para que o verdadeiro objetivo da ciclovia seja sempre o de gerar a devida segurança aos ciclistas que por ela trafeguem, não dando margem para que os acidentes aconteçam.

Por isto convidamos a todos para que participem do ”EVENTO PRÓ-CICLOVIAS” que acontecerá no domingo dia 28/07 as 10h da manhã, com saída da Barra Sul.

Atenciosamente

Henrique S. Wendhausen
Presidente – ACBC

Lages

A cidade da serra catarinense terá a segunda edição do passeio ciclístico da Estação Bike, que conta com apoio da Bicicletada Lages. Haverá sorteio de bicicletas e a idéia da secretaria de Saúde do município é mostrar os benefícios que o pedalar pode propocionar.

Lages 2013-07-28

Atividades da Ciclofaixa de Domingo de Florianópolis

Escola Bike Anjo, corrida, passeio ciclístico e Via Gastronômica estão entre as atividades e serviços para motivar pessoas a pegarem suas bicicletas neste domingo.

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Ciclofaixa de lazer de Florianópolis começa a funcionar domingo

Ciclofaixa de Domingo será a nova opção de divertimento da cidade. Em seu início, um trecho de 3,7km foi demarcado nas ruas de Itaguaçu, Coqueiros e início do Estreito para uso exclusivo de ciclousuários, permitindo às pessoas utilizarem de um trecho contínuo para seguirem das pedras bruxólicas que povoavam o mundo mágico de Franklin Cascaes, em Itaguaçu, até o final da Av. Poeta Zininho, a Beira-Mar Continental.

 Ciclofaixa de Domingo logoArte: Joel Pacheco – IPUF/PMF

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Sabáticos pedais pela Grande Florianópolis

Sábado chega e, com ele, a vontade acumulada durante a semana pode ser extravasada!

Confira abaixo roteiros para quem quer curtir seu sábado sobre duas rodas.

Santo Amaro, São Pedro e Águas Mornas

O Duas Rodas volta a programar este que é um dos mais agradáveis roteiros de um dia pela Grande Florianópolis. O percurso tem muitas subidas e belíssimos visuais, feitos no ritmo da parceria. São 60km de estradas de chão, com aclive acumulado de 1.275m. Quase não existe ponto de apoio, por isso o lembrete em se levar o lanche.

Por que fazê-lo? “Pela satisfação de passar horas pedalando em estradas de pouco movimento, cruzando pequenas propriedades rurais e áreas de mata nativa”, segundo Clécio Marquetti.

Encontro em Florianópolis: 7h no trapiche da Beira-Mar para saída em comboio de carros às 7h20.
Encontro para o pedal: Pesque e Pague do Alceu, na BR-282, em Santo Amaro da Imperatriz.
Duração: cerca de 5h e 30min

Rumo à Neve!

Os Coiotes da Bike convidam para dois dias de pedaladas que prometem rejuvenescer a alma. Quem quiser ir, tem que correr, porque as inscrições acabaram de ultrapassar o laço!

Florianopolis 2013-07-26 Coiotes da Bike

E domingo ainda tem mais!

Amigos da Bike-SC, Bike Anjo Floripa e Ciclofaixa de Domingo!

Massas Críticas catarinenses

Julho chega com neve e frio em Santa Catarina.

Ainda assim, não é o vento e muito menos o frio que andam atormentando a vida dos ciclistas catarinenses.

O desrespeito oficial e não oficial parecem ser a regra neste Estado dito desenvolvido.

Rodovias são feitas, e ampliadas, e duplicadas, em desacordo com a lei, à revelia da circulação de ciclistas.

Ruas são revitalizadas e o dinheiro das ciclovias vão para o asfalto impermeável.

Enquanto isso, Lylyans tombam no betume duro.

E, pela parte oficial, do Estado e das prefeituras, ninguém se manifesta. Nenhum tomador de decisão realmente age.

A inércia dos congestionamentos transmuta-se na inércia da verdadeira vontade política.

O sofrimento dos ciclistas parece mesmo estar longe do fim.

Será que os postes que afixam ghost bikes irão se findar antes que as ciclovias permanentes tenham início, meio e fim?

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Dia do Motorista

dia do motorista

E viva ao bom motorista amigo do ciclista!

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Charge – Pedala, Robin!
Símbolo de inteligência
Melhor invenção depois da roda
Catarinenses às ruas: ciclistas usam do bom humor nas redes sociais

(Vídeo) Teaser do documentário “A revolução sobre duas rodas”

“A revolução sobre duas rodas” pretende mostrar como a crescente preocupação com a sustentabilidade está mudando o mundo dos negócios e os hábitos consumo. Para ilustrar este contexto, a bicicleta será a estrela do filme, que trará depoimentos de especialistas em sustentabilidade e mobilidade, ativistas, empresários ligados ao setor, acadêmicos e, é claro, ciclistas.

O lançamento inicialmente estava previsto para maio de 2012, mas foi adiado e permanece sem data para a sua conclusão.

O documentário é uma produção da LondonPress.

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(Vídeo) Trailer do Desafio Intermodal de Florianópolis

Skate leva suporte e educação para crianças em países marcados pela guerra

Oliver Percovich é o fundador e responsável pela Skateistan. Foto: Divulgação / Skatistan.

Oliver Percovich é o fundador e responsável pela Skateistan. Foto: Divulgação / Skatistan.

A rotina do medo e a incerteza restringem a infância de crianças e a esperança dos pais que vivem em países marcados pela guerra. Com o skate, porém, o australiano Oliver Percovich , de 39 anos, consegue mudar um pouco esta realidade.

Ele é o fundador e responsável pela Skateistan, uma organização sem fins lucrativos que une educação ao esporte e leva diversão e perspectiva para crianças do Afeganistão e do Camboja. Em entrevista ao UOL Esporte, Percovich falou sobre o projeto e sobre as dificuldades de mantê-lo atuante.

“Eu não viajei para o Afeganistão com a ideia do Skateistan, ela surgiu a partir da consciência de que as crianças são a parcela mais importante a se trabalhar no Afeganistão. Eu estava morando em Cabul [capital afegã] e, dos muitos projetos que vi, poucos trabalhavam com crianças ou eram voltados para a educação”, afirmou.

A partir desta observação e do interesse que seu skate despertava nas crianças quando andava pelas ruas de Cabul, começou a surgir a ideia do Skateistan. Oliver então deixou o trabalho como pesquisador de gestão de emergências na Universidade de Melbourne para se dedicar às aulas deste esporte.

E, da pista improvisada em uma fonte vazia de água em Cabul até a construção da primeira escola, ele se tornou o diretor do projeto de skate. Atualmente, o Skateistan já ajuda mais de 400 jovens no Afeganistão e se estendeu para o Camboja, em um trabalho que ocupa 100% do tempo de Oliver.

“São países que foram atingidos negativamente pela guerra. Muitas crianças têm muito pouco a esperar na vida. Criar oportunidades em educação é essencial para desenvolver o país”, explicou.

O QUE É O SKATEISTAN?

Skateistan une educação ao esporte e leva diversão e perspectiva para crianças do Afeganistão e do Camboja. Foto: Divulgação / Skateistan.

Skateistan une educação ao esporte e leva diversão e perspectiva para crianças do Afeganistão e do Camboja. Foto: Divulgação / Skateistan.

O Skateistan é uma organização sem fins lucrativos que trabalha com crianças entre 5 e 18 anos no Afeganistão e no Camboja.

O intuito da entidade é ajudar crianças carentes que sofrem com problemas de guerra e a pobreza vividas em seus países através do skate.

Nas escolas da Skateistan os jovens aprendem a andar de skate e outros esportes, têm aulas de reforço escolar, e participam de atividades culturais.

Atualmente, o projeto, que existe desde 2007, conta com o trabalho de 40 pessoas, divididas entre o Afeganistão, o Camboja e Berlim (cidade onde fica a sede administrativa da organização).

A organização é totalmente dependente de doações e do lucro proveniente da venda de produtos da marca Skateistan, como camisetas, além do livro recém-lançado, motivo de orgulho para Oliver. A publicação conta a história do projeto em 320 páginas com fotos e algumas histórias de crianças e da própria organização.

“Fizemos o livro todo sozinhos e estamos muito orgulhosos do resultado. O estafe da Skateistan escreveu o texto, tirou as fotos, criou o layout e organizou a publicação e a distribuição”.

Esta dependência, porém, deixa Oliver preocupado. O projeto ainda não tem nenhum financiamento para o ano que vem, o que gera incertezas. “Então, comprar o nosso livro iria nos ajudar muito!”, apelou.

Mas não é só o lado financeiro que traz dificuldades para o trabalho da organização. Em um país como o Afeganistão, em que as garotas precisam cobrir seus rostos com um véu aos 11 anos, e práticas esportivas, como andar de bicicleta, são proibidas às mulheres, o trabalho com meninas por meio do esporte enfrenta preconceitos.

Segundo Oliver, há famílias que proíbem as meninas de praticar qualquer tipo de esporte e de ir à escola. Assim, é preciso realizar um trabalho também com os pais das crianças, para convencê-los de permitir a participação de suas filhas no projeto.

“Nós trabalhamos com as famílias e as comunidades dando muitos incentivos para que as meninas se envolvam. Fornecemos transporte gratuito a elas e não para os meninos, e todas as aulas para meninas são exclusivas. Sempre é uma professora e a nenhum menino é permitido estar presente ou assistir às aulas femininas. Estas modificações possibilitam o sucesso das aulas. Nós damos bastante suporte para as estudantes e então elas comparecem”, explica.

O trabalho com as famílias é feito pelos agentes de suporte estudantil da Skateistan. Eles visitam cada uma das famíllas para encorajá-las a apoiar essas meninas na educação e no esporte. “Trabalhamos muito para superar todas as dificuldades de ter um programa para meninas”.

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Mesmo com a barreira cultural, o Skateistan trabalha efetivamente com as garotas afegãs e divulga com orgulho que 40% dos seus alunos são mulheres, número superior a todos os outros esportes mistos (praticados por ambos os sexos juntos) no Afeganistão, o que, segundo Oliver, torna o skate a maior organização de esporte feminino no país.

A jovem Hanifa, de 14 anos, é fruto do sucesso do programa entre as garotas. Ela começou a participar do projeto apenas para estudar, mas acabou se apaixonando e se destacando nas pistas de skate.

“Eu gosto sempre de ir alto nas rampas. Quando estou lá, me sinto livre, como se estivesse voando. Gosto muito desta sensação”, descreveu a garota em depoimento ao site oficial do projeto.

O sentimento de Hanifa  exemplifica o que Oliver e sua equipe de quarenta colaboradores tentam buscar com o Skateistan, unir o direito de diversão das crianças a uma capacitação e inclusão de jovens. Segundo ele, o skate é perfeito para tal objetivo, já que, por ser divertido, é um atrativo para as crianças e, ao mesmo tempo, por ser difícil e perigoso, cria “uma batalha contra você mesmo”.

“Aprender a andar de skate pode lhe trazer confiança e amizades e traz oportunidades para crianças desamparadas que nunca tiveram acesso formal à educação e redes de apoio como outras crianças costumam ter. Criatividade, autoestima e persistência são qualidades que você pode aprender com o skate. Quando você cai e se levanta de novo milhares de vezes, isto lhe proporciona uma vantagem psicológica sobre outras pessoas”.

Júlia Caldeira

Fonte: UOL, em 22 de julho de 2013, às 6h.

Recursos para ciclovias em Florianópolis são usados para outros fins

Conteúdo Especial - Bicicleta na RuaApenas na segunda gestão de Dario Berger, quase R$ 15 milhões que iriam para obras cicloviárias foram usados para outras funções

Foi publicado no Diário Oficial de Florianópolis, no dia 19 de julho, o Decreto nº 11.878, que realoca recursos do orçamento para obras em Florianópolis. E alguns desses recursos dizem respeito ao interesse dos ciclistas do município.

Para a “construção e reforma de calçadas e ciclovias”, por exemplo, foram anulados recursos da importância de R$ 600 mil. Não estão especificados os locais diretamente afetados.

Já é a terceira vez que recursos são retirados para projetos e obras cicloviárias em 2013. Em março deste ano, o Decreto nº 11.310 já havia anulado R$ 500 mil e, em junho, o Decreto nº 11.639havia realocado R$ 6 mil de “divulgação e campanha educativa para o uso da bicicleta” e outros R$ 4 mil de “Micro-Rede Cicloviária” para outras ações. Em compensação, em fevereiro, foram destinados R$ 160 mil reais em recursos próprios para as obras da ciclovia da R. Ver. Osni Ortiga, na Lagoa da Conceição, atualmente em construção.

Não é a primeira vez que o município anula orçamento para obras em passeios e ciclovias. Em 2010, o então prefeito Dario Elias Berger (PMDB), por meio do Decreto nº 8.241, destinou R$ 2 milhões inicialmente previstos para ciclovias para a Operação Tapete Preto/Cinza, projeto de asfaltamento e pavimentação de ruas. Para piorar, nenhuma das obras em novas ruas cumpriu a Lei Complementar Municipal nº 78, que afirma:

Art. 7º Nas novas vias públicas deverá ser implantado sistema cicloviário, conforme estudo prévio de viabilidade física e sócio-econômica, sendo considerado no mínimo a implantação de faixa compartilhada devidamente sinalizada. […]

Art. 8° Os projetos e os serviços de reforma para alargamento, estreitamento e retificação do sistema viário existente a data desta Lei, contemplarão a implantação de sistema cicloviário conforme estudo prévio de viabilidade física e sócio-econômica, sendo considerado no mínimo a implantação de faixa-compartilhada devidamente sinalizada.

Se a mudança de recursos de ciclovias para o Tapete Preto foi algo bastante comum, há casos mais graves. Em 2007, foram retirados R$ 420 mil de projetos de ciclovias e calçadas para a realização do Carnaval do ano seguinte, por exemplo. Outros casos são igualmente emblemáticos. Em 2011, R$ 1 milhão da revitalização das ruas Frei Caneca, Bocaiúva e Almirante Lamego, nos bairros Agronômica e Centro, nas quais estavam previstas ciclofaixas, foram alocados no projeto da Rodovia Baldicero Filomeno, no Ribeirão da Ilha. Acontece que, durante a execução das obras, houve mudanças profundas na revitalização desta última e a ciclovia prevista não foi feita, transformando-se num suposto passeio compartilhado sem sinalização, que acabou virando local irregular de estacionamento de automóveis.

A importância de determinados projetos para a administração municipal ficou evidente na realocação de recursos. Em 2011, um decreto destinou recursos de ciclovias para a construção do elevado do Trevo da Seta. Além disso, no mesmo ano, outros R$ 2 milhões da revitalização da Rodovia João Gualberto Soares, tão esperada desde 2008 pelos moradores do Rio Vermelho, acabaram indo para a construção do elevado do Rita Maria.

Trocando em miúdos, a política municipal de mobilidade urbana, expressa pela vontade do prefeito em exercício, desqualificou projetos cicloviários em prol de projetos que visavam ao estímulo do uso do automóvel particular. Não à toa os congestionamentos se agravaram neste mesmo período.

Um levantamento exclusivo mostra como os decretos do chefe do poder executivo municipal realocaram recursos que dizem respeito à política cicloviária municipal a partir de 2007. Estão contabilizados os gastos previstos para “Construção e Reforma de Calçadas e Ciclovias”, “Construção e Recuperação de Calçadas, Praça, Jardins e Ciclovias”, além de recursos destinados à microrrede cicloviária, ao Plano Cicloviário de Florianópolis e a “Divulgação e Campanha Educativa para o uso da Bicicleta”. Também estão contabilizados projetos que envolvem a construção de ciclovias e ciclofaixas, como o caso das revitalizações das ruas Bocaiúva, Frei Caneca, Trompowsky, Almirante Lamego, Ver. Osni Ortiga e Rod. João Gualberto Soares. Não estão contados recursos para a R. Dep. Antônio Edu Vieira, nem a projetos que inicialmente previam ciclovias mas que acabaram sem tê-las, como ocorreu com as rodovias Baldicero Filomeno e Haroldo Soares Glavan. Foi tomado o cuidado para não incluir alguns projetos que se mostraram exclusivos de recapeamento. Confira abaixo os valores

2007

Decreto nº 4.703 – destina R$ 100.000,00
Decreto nº 4.879 – destina R$ 500.000,00
Decreto nº 5.056 – destina R$ 2.600.000,00, sendo R$ 1 milhão do Ministério das Cidades
Decreto nº 5.363 – anula R$ 420.000,00
Decreto nº 5.414 – anula R$ 70.000,00
Decreto nº 5.437 – anula R$ 70.000,00

Total:
Destinados R$ 3,2 milhões
Anulados R$ 560 mil
Saldo R$ 2 milhões e 640 mil

2008

Decreto nº 5.557 – destina R$ 200.000,00 e anula R$ 200.000,00
Decreto nº 5.612 – anula R$ 400.000,00 em recursos da CAF (Cooperação Andina de Fomento)
Decreto nº 5.677 – anula R$ 44.900,00 para ciclovia em Coqueiros
Decreto nº 5.740 – destina R$ 350.000,00
Decreto nº 5.959 – destina R$ 500.000,00
Decreto nº 6.056 – destina R$ 500.000,00
Decreto nº 6.156 – destina R$ 60.000,00 para o continente
Decreto nº 6.230 – destina R$ 40.000,00
Decreto nº 6.311 – anula R$ 20.000,00 para ciclovia na Vargem Grande
Decreto nº 6.339 – anula R$ 320.000,00
Decreto nº 6.388 – anula R$ 79.000,00
Decreto nº 6.389 – anula R$ 40.000,00 do Plano Cicloviário de Florianópolis

Total:
Destinados
R$ 1,65 milhão
Anulados R$ 1 milhão e 103,9 mil
Saldo R$ 546,1 mil

2009

Decreto nº 6.468 – anula R$ 80.000,00 de ciclovia na orla continental
Decreto nº 6.551 – destina R$ 635.000,00 e anula R$ 135.000,00
Decreto nº 7.055 – destina R$ 270.000,00
Decreto nº 7.144 – anula R$ 13.000,00 do Plano Cicloviário de Florianópolis
Decreto nº 7.158 – anula R$ 13.500,00
Decreto nº 7.445 – anula R$ 300.000,00
Decreto nº 7.494 – anula R$ 1.400.000,00
Decreto nº 7.555 – anula R$ 200.000,00
Decreto nº 7.563 – anula R$ 65.000,00
Decreto nº 7.590 – destina R$ 200.000,00
Decreto nº 7.593 – anula R$ 1.000.000,00 de convênio com o BADESC
Decreto nº 7.626 – anula R$ 1.500,00 do Plano Cicloviário de Florianópolis
Decreto nº 7.684 – anula R$ 125.000,00, sendo R$ 95 mil de ciclovia na orla continental
Decreto nº 7.786 – destina R$ 500.000,00 de convênio com o BADESC
Decreto nº 7.827 – anula R$ 240.000,00
Decreto nº 7.967 – anula R$ 1.400.000,00 de convênio com o Governo do Estado

Total:
Destinados
R$ 1,605 milhão
Anulados R$ 4,973 milhões
Saldo R$ 3 milhões e 368 mil negativos

2010

Decreto nº 8.006 – anula R$ 700.000,00
Decreto nº 8.107 – anula R$ 900.000,00 das ruas Frei Caneca, Bocaiúva e Almirante Lamego
Decreto nº 8.119 – anula R$ 200.000,00 da ciclovia da Osni Ortiga
Decreto nº 8.226 – destina R$ 60.000,00, e anula R$ 19.990,00 de ciclovia na orla continental
Decreto nº 8.241 – anula R$ 1.000.000,00, e outros R$ 500.000,00 das ruas Frei Caneca, Bocaiúva e Almirante Lamego e R$ 500.000,00 da Trompowsky, de convênio com o BADESC
Decreto nº 8.459 – anula R$ 100.000,00 das ruas Frei Caneca, Bocaiúva e Almirante Lamego e R$300.000,00 da Trompowsky
Decreto nº 8.514 – anula R$ 2.000.000,00
Decreto nº 8.520 – anula R$ 50.000,00 da avenida Trompowsky
Decreto nº 8.523 – anula R$ 200.000,00 da ciclovia da Osni Ortiga
Decreto nº 8.527 – anula R$ 100.000,00 da ciclovia da Osni Ortiga e R$ 500.000,00 da João Gualberto Soares
Decreto nº 8.612 – anula R$ 6.800,00
Decreto nº 8.637 – anula R$ 54.000,00 da microrrede cicloviária e R$ 5.000,00 de campanha educativa

Total:
Destinados R$ 60 mil
Anulados R$ 7 milhões e 76,79 mil
Saldo R$ 7 milhões e 16,79 mil negativos

2011

Decreto nº 8.699 – anula R$ 1.000.000,00 das ruas Frei Caneca, Bocaiúva e Almirante Lamego, de convênio com o BADESC
Decreto nº 8.769 – anula R$ 200.000,00 das ruas Frei Caneca, Bocaiúva e Almirante Lamego, de convênio com o Governo do Estado
Decreto nº 8.796 – anula R$ 90.000,00
Decreto nº 8.838 – anula R$ 2.000.000,00 da João Gualberto Soares, de convênio com o BADESC
Decreto nº 8.850 – destina R$ 115.000,00, e anula R$ 5.000,00 de ciclovia na orla continental
Decreto nº 9.355 – anula R$ 36.000,00

Total:
Destinados R$ 115 mil
Anulados R$ 2 milhões e 331 mil
Saldo R$ 2 milhões e 216 mil negativos

2012

Decreto nº 9.836 – anula R$ 200.000,00
Decreto nº 10.022 – anula R$ 150.000,00 da ciclovia da Osni Ortiga
Decreto nº 10.035 – anula R$ 25.000,00 da microrrede cicloviária e R$ 1.000,00 de campanha educativa
Decreto nº 10.097 – anula R$ 120.000,00
Decreto nº 10.171 – anula R$ 333.450,00 da João Gualberto Soares, de convênio com a CASAN
Decreto nº 10.339 – anula R$ 800.000,00
Decreto nº 10.382 – anula R$ 450.000,00
Decreto nº 10.478 – destina R$ 1.750.000,00 para a ciclovia da Osni Ortiga, por meio dos Convênios Nº 8071/2012 e Nº 9604/2012
Decreto nº 10.526 – anula R$ 24.000,00
Decreto nº 10.624 – anula R$ 500.000,00
Decreto nº 10.628 – anula R$ 380.000,00, e outros R$ 350.000,00 das ruas Frei Caneca, Bocaiúva e Almirante Lamego
Decreto nº 10.651 – anula R$ 350.000,00 da ciclovia da Osni Ortiga e R$ 250.000,00 da Trompowsky

Total:
Destinados R$ 1,75 milhão
Anulados R$ 3 milhões 933,45 mil
Saldo R$ 2 milhões e 183,45 mil negativos

No total, desde 2007, ao menos R$ 9.490.000,00 foram incluídos por decreto em projetos cicloviários e R$20.138.140,00 foram anulados para essa finalidade. Ou seja, ao todo, mais de R$ 10,5 milhões previstos para obras que englobavam melhoramento em ciclovias e passeios saíram de suas previsões no orçamento municipal com destino a outras ações nos últimos seis anos e meio. O período mais crítico foi durante a segunda gestão de Dario Berger. Entre 2009 e 2012, R$ 3.530.000,00 do orçamento entravam para projetos cicloviários, enquanto outros R$ 18.314.240,00 foram retirados. Apenas nesses quatro anos, quase R$ 14,8 milhões deixaram de ser investidos em ciclovias.

A maior parte desse trânsito de dinheiro ocorreu em orçamentos relativos à Secretaria Municipal de Obras, o que mostra o caráter fundamental que esse órgão teve – ou deveria ter tido – para a construção de pistas cicláveis em Florianópolis. Outros órgãos tiveram bem menos destaque na realocação de recursos, como foi o caso da Secretaria Municipal do Continente e do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF), sendo que este último teve apenas verbas cortadas, nenhuma acrescida.

É importante notar como essa maneira de gestão retirou o caráter fundamental do planejamento urbano, que foi notadamente sabotado ao longo da gestão de Dario Berger. A ausência de recursos para se planejar pode ter sido de fundamental importância para a não-destinação de verbas para obras fundamentais de mobilidade urbana por bicicleta.

Os decretos são uma forma de o chefe do poder executivo deliberar sobre questões que são de sua alçada. E a mudança na aplicação de recursos lhe foi respaldada pela legislação municipal, com a aprovação pela Câmara de Vereadores de dispositivos que autorizam essa realocação de recursos pelo prefeito.

As formas pelas quais ocorreram o sumiço de verbas em torno da bicicleta, nos últimos anos, entretanto, demonstram justamente que a cidade viveu no improviso, completamente sentida pela ausência do planejar. Obras discutidas nas comunidades que poderiam ter saído em questão de meses passaram anos sem se fazer serem notadas, justamente por dispositivos legais como esses.

Os dados referentes a esse levantamento não levam em consideração o total de recursos previstos quando da formulação do orçamento municipal e tampouco quanto ao que foi de fato efetivamente aplicado, mas demonstram como as modificações no orçamento feitas pelo prefeito afetaram negativamente a segurança de ciclistas e pedestres ao longo dos últimos anos em nossa cidade.

Com os mais de R$ 10 milhões retirados do orçamento, a cidade poderia não estar hoje defasada em 40km de pistas cicláveis, número que só se fez aumentar nesse período.

Agora, com novo governo, resta ainda saber se a demanda reprimida de ciclistas, que gira em torno de 70% a 74% da população florianopolitana, vai ver novamente o desvio sistemático de recursos que iriam para a segurança do pedalar sendo utilizados para outras finalidades.

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